Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há uma grande diferença entre sentir saudade e sentir falta. A saudade dói, porém você tem a certeza que verá essa pessoa novamente. Sentir falta é algo muito mais doloroso, algo que te mata por dentro e te consome. Sentir falta é o querer, mas não ter. É quando você quer muito ter uma coisa, vê, ou até mesmo sentir e tem a certeza que isso não vai acontecer. Sentir falta é o querer e ter a certeza que não vai ter.
Antes de estender os braços, preciso saber o que há dentro desses braços, porque não quero dar somente o vazio.
Há, então, dois princípios contrários, um bom e outro mau? Perguntaram os discípulos de Manés. Não, os dois princípios do equilíbrio universal não são contrários ainda que opostos em aparência, porque é uma sabedoria única a que opõe um ao outro.O bem está à direita, o mal à esquerda; porém a bondade suprema se acha acima de ambos e ela se servirá do mal para o triunfo do bem, e do bem para a reparação do mal.
Não há sensação melhor do que curtir a visita de sua própria presença em seu pleno estado de harmonia
“Hoje é o único tempo do qual você realmente dispõe. É muito tarde para o ontem, e não há como depender do amanhã.”
"Não há tristeza que não passe. Pôr do sol que não termine. Dias nublados que não sejam clareados depois. Chuva que não cesse. Dor que não acabe. Não há felicidade que dure eternamente. Segredos que não se revelem. Sorriso que não se transforme. Café que não esfrie. Fumaça que não se desfaça. Aromas que não se espalhem. Não há nesse mundo lembrança dolorosa que não seja curada. Palavras que não sejam diluídas no tempo. Ninguém se despede deixando uma vaga eternamente inabitável. Nem todo silêncio é eterno. O que foi dito, um dia não mais será. Tudo se desfaz, recomeça, se transforma. Tudo se traga, bebe, engole, vomita. Se indaga e passa serenamente, naturalmente ou exasperadamente pela vida. Ninguém e nada é prisioneiro da materialidade infinita. E ninguém vive encarcerado sem um dia, uma tarde, uma horinha dar uma escapada pela vida. E nem que seja por descuido, a gente se desequilibra e depois se harmoniza. Isso não é lenda. Ainda bem!"
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.
Há duas coisas na vida que não podemos comprar, pedir ou ganhar: a amizade verdadeira e o amor puro.
"Toda a minha vida não passa de conflitos. E se não há conflitos por aí, ora, invento um, num piscar de olhos. Ontem eu disse que não estava mais amando? Estou mais apaixonado hoje do que nunca. Tudo voltou… […] Ela é tão jovem, tão bonita e tão triste que eu seria capaz de chorar. Esse é meu sentimento. […] Em seu mundo, todos penduram um Picasso em um local de destaque. Então está muito bem, por ela eu também penduraria um Picasso em um local de destaque. Como meu conhecimento da decadência do modernismo e a loucura cega do progressivismo como um estado de ânimo, uma rebelião estúpida e óbvia contra ressentimentos imaginários, medida contra meu amor por uma garota de 50 quilos? O que importa se eu alcancei grandes verdade sociais & espirituais na solidão do meu quarto e em meu livro enorme e em anos de meditação cuidadosa e compreensão psicológica - o que é minha arte? Meu conhecimento? Minha poesia? Minha ciência? - comparado a seus pezinhos? Sim, sim, sim, acabei de notar a “ondulação de seus dedinhos”. O velho Dimitri, já falei? Aqui não sou Dimitri, sou maior que Dimitri, porque sou o pai de Dimitri, o próprio pai Karamazov. Sou eu desperdiçando fortunas e o amor dos filhos por uma garota - e olhando com ansiedade da janela de minha miséria esperando por ela. Picasso… eu gostaria mesmo de pendurar Ticiano e Grant Wood. Paris… o que quero mesmo ver é Montana. O balé… são os filmes que passam a noite inteira na Times-Square que quero ver. Mozart… O que quero mesmo ouvir é Allen Eager. Mas por ela eu usaria um cavanhaque e fingiria ser um gênio literário, e faria observações proustianas, e seria, é óbvio, sensível."
Nem sempre consigo lidar com meus dramas, meus choros inexplicáveis, meus momentos de solidão. Há horas em que me sinto vencida, como se minha coragem escorregasse pelas minhas mãos, e aí dói! Sei que não existe nada mais humano que cair de vez em quando, e o que tento fazer é tornar esses momentos curtos e renovadores, chorar tudo o que for preciso e depois voltar a sorrir, com a certeza que esses momentos passam e que a vida tem muito de bom ainda pra mostrar! E que a parte boa da vida tá logo ali esperando pra chegar!!!
Triste...
Ando triste
Há dias estou assim...
Triste...
Sabes aquela dor, que dói em lugar
Que não sabemos ao certo aonde é?
Uma falta de algo que não sabemos certamente o que é?
Sabe aquela vontade:
Vontade de sumir...
Se isolar...
Ficar só...
Quieto...
Somente você e seus pensamentos?
Pois bem!
Assim mesmo que estou.
Triste...
Quando acordamos desanimados no meio da noite, os inimigos que derrotamos há muito tempo voltam para nos assustar.
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
A felicidade é um estado de espírito. Há uma frase na Bíblia que diz: “escolha neste dia a quem vai servir”. Você tem a liberdade de escolher a felicidade.
Que mesmo nos dias difíceis Deus se faça força em nós, nos firme, cuide, ampare.
Pois há altos e baixos, alegrias e cansaços.
Mais que para cada novo olhar enxerguemos a mão de Deus regando à frente canteiros floridos de esperanças.
Sem luta não há verdadeiro triunfo; portanto, o nosso principal auxiliar é o nosso próprio inimigo.
Procure lugares bons, energias boas, pessoas legais.
Muitas vezes não fazemos enfim o que há dentro de nós mesmo que conheço como essência, porque vivemos de acordo com o que a própria sociedade nos dita o que devemos ou não fazer, e muitas das vezes nos pegamos envolvidos com essa ideia e lentamente sem perceber criamos uma barreira dentro de nós mesmos, dificultando a volta a nossa origem. Bom tudo isso, quer dizer, que a vida é nossa, e assim sendo nossa, temos todo direito de fazermos dela o que quisermos, deixar que nos ditem estaremos sendo traidores com nossa própria vida, pois a vida se denomina num ciclo, só você sabe o que faz dela, só você sente o que quer de fato realmente fazer, os problemas passam a acontecer, quando nos rotulamos, quando deixamos de ouvir o interior para ouvir o exterior.
Libere seu sentimento.
Ele sabe exatamente o que você quer.
Se arrisque de vez em quando.
Faça teste com você mesmo, e no final percebera que se arriscar é se permitir ser feliz, é permitir sentir emoções inexplicáveis.
Tudo esta dentro de você.
Para se encontrar é preciso se perder.
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