Ha como eu Queria q ela Soubesse
Palavras são como os pássaros: se for atrás elas fogem,mas se o alimento estiver a vista,elas vem ate você.
#Ler é vida!
Talvez dias como os nossos possam ser repetidos, basta só você me falar nos ouvidos que me quer não só hoje não só amanha mas sim até a felicidade parar de transbordar mesmo assim te conquistarei todo dia porque você me encanta demais.
Com uma certa frequência, fazemos planos ou projetos para nossa vida, e eles não saem como planejamos. Isso acontece com todo mundo, nao adianda falar que a sua vida é mais dificil que a dos outros, pois nao é. O que acontece é que nossa vida é composta de altos e baixos. Se só tivessemos altos, seriamos completamente hipócritas e nem pensariamos em Deus, nós mesmos seriamos deuses. E se não soubessemos o que é ruim, como saberiamos o que é bom? Comparado a que? Baseado nessa reflexão, sempre aceito da melhor maneiras possivél as quedas que o destino me dá, e olha que não são poucas, mas sei que a de ninguém é, somente que a própria pessoa é que sabe o peso dos seus problemas. Ah, vamos agradecer os problemas que nos é dado, pois são eles que nos lapidam nessa existencia efemera e extremamente rapida no plano terrestre.
Sei como te fazes
procurar pelo ar atmosférico
numa atribulação
formando delicadas
palavras clandestinas.
Basta fazeres-te naqueles dias
sem regaço à chuva
para simpaticamente assumir
a melancolia desfeita
como a tocar as alturas
sobre tremendas paisagens
a incidirem gentis, calmas, isoladas
e algumas letras
sem alívio sabotagem.
Ou pouco ninguém
diabolicamente se cantará
no instante da matéria a rodear
o peso bárbaro das mãos em espasmos.
Pedem pois vidas maravilhosas,
fazendo renascer o sopro casto
virado para dentro do pulso cantante
e bailas perante os teus dedos espantados
despenhando-os na pureza da carne a furar
a esplêndida noite dita
durante a curva do sangue intenso,
como se procurasse
a estabilidade daquilo que encontrei
porque tu, numa voz, o perdeste.
Senão,
encontras a luz esmigalhada
contra a pele
a estrangulá-la na fímbria
à cabeça crepuscular adentro.
Virarias um rolo de papel sôfrego
que não se percebe
enquanto atravessa naquela comoção
da próxima curva abstracta, céptica, iminente,
ensinando à parte,
quanta estrada chumbo
cheira os ganchos
quando roçam a ventania curiosa
entre corpos fortes.
Nem mesmo com a parada
de desejadas chaves frágeis,
em turbilhão,
por se fecharem,
inventas toda essa estrada de vitalidade
a manquejar pormenores sábios
mas realmente o farás
como outras palavras esgravatariam
o céu inteiro lá pelos lados empurrando
certas maravilhas que gráceis brilham.
Deitas-te entre joelhos
na dança de meus lábios deslizantes.
Como num edifício de bruma redonda,
ardes toda a boca pousada
onde o beijo me procura
e te sabe.
fecho os olhos
abro-me nos teus como uma balada impune no seu sangue
oscilante
entretido percorro-te, estremeço-me nas veias singulares
depois com a ponta da língua
afável caligrafia reponho as cordas giratórias
e andas no meu imenso chão
um chão embalado p'los nossos sorrisos de cetim
só teu, só meu a transformar-se
porém nunca a concluir ou terminar salvo esse romance
nada súbito a apertarem violetas durante
jactos perfumados
decerto uma bondade eterna
eis donde chegam os meus afectos
e nas artérias de seda cristal
crias novas meigas cores novos ligeiros ares
novos amantes tons
novos endurecidos ruídos
novo auroreal amor para eu continuar a ver
a ver-te debruçada sobre mar transparente
com veludo de orvalho entre os poros
a ver-nos encalhados continuando a moldar
brancos banhos
como numa nossa gargalhada
a dormir no cume de videntes astros adentro
só dessa maneira
estaremos destinados a tais grandes coisas
É inexplicável como sou iníquo por não me
conseguir sentir boiar em minha carne abandonada
e a lâmina que a vai cortar anda aos rodopios nas
margens do ribeiro dormindo rachado até magoar.
Uma vez
atei lençóis ferrugentos
aos membros lisos
da claridade daquele céu tatuado,
como deslizava lasso ao longo
da corrente sanguínea
de um qualquer envenenamento.
Após sobrepostas vibrações
retalharem a sombra da minha fechadura.
São terríveis os afectos.
ainda quebras o cheiro
das plantas apaixonantes
desdobrei-as no martírio
como envenenamento da minha triste escrita
olhei-me sob o deserto silêncio azul-esmalte
à procura, resoluto, da selva espalhada no desprezo
em que meus olhos vergastados navegaram...
Como é bom estar do seu lado,
te ver sorrindo, te ver feliz,
teu olhar brilha como uma estrela,
como é bom te olhar,
e me sentir bem,
como é bom sentir teu abraço,
e me sentir protegido
como é bom te beijar,
e sentir o teu gosto,
como é bom sonhar,
e ver que meu sonho é você,
você é simplesmente tudo a mais do aquilo que te imaginava.
Você é meu grande doce sonho que ainda não existe!
Matemática...
Nada como estudar a matemática. A matemática do olhar, álgebras que resultam em palpitações cardíacas que justificam o porquê da teoria das funções lineares.
Um sorriso entre lábios que equaciona uma incógnita, ou frações de segundos que multiplicam uma risada.
Na nossa matemática, nada complicada, é tão bom poder fatorar. Dividimos as tristezas e alegrias, mas multiplicamos a vontade de vencer todos os dias.
É como estudar a velocidade dos seus gestos e calcular o peso do seu toque nas folhas brancas rabiscadas de azul. Números que se misturam e se envolvem em progressões aritméticas.
Como não ser viciado em estudar? Em estudar o seu sorriso, o seu olhar, o seu falar...
Ah, a matemática...
TRAÇA
A traça que nos retalha a alma,
tem nome origem e função:
Saudade.
Assim como o cupim, que
faz pequenos e doloridos furos
em um esmiuçado coração.
Ambos nos deixam podres,
frágeis, sensíveis e idiotas.
Consequencia de uma grande paixão
MULHER É COMO NUVEM
Mutante...
Hora carneirinho
A bela adormecida
Hora passarinho
Madrasta enfurecida...
Mutante...
Hora cão raivoso
Bruxa ensandecida
Vira tempestade
Com vento tenebroso...
Mutante...
Desaparece num instante
Dá lugar ao sol, bondade
Volta segura, saltitante
Algodão doce, de verdade...
Mutante...
mel - ((*_**))
Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Josué 1:5
Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta; Hebreus 6:18
As vezes a vida cansa;
Como criança que não deseja parar de brincar;
Fico esmagado, moído e exausto;
Querendo um atalho, um caminho menos árido e mais gentil;
Queria uma vida menos criança e mais vó, cheia dengo, doce e risada;
Encaramelada de tanto amor;
Não busco o que me comove como um guia para o meu caminho, busco a vida, que mesmo diante da adversidade consegue ver a beleza do ser.
...Triste como uma flor de cerejeira , que não vê nada para o futuro , e que o passado ainda está a castigar , apenas aguardando o momento em que a morte possa finalmente sua triste vida julgar...
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