Graça

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⁠Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!

Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!

Se “quem canta, os males espanta” — talvez quem dança, prepara o Templo para a Graça morar.

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!

O mundo dos que tiveram a graça da convivência fica profundamente entristecido com a sua partida, mas com a esperança de vê-la (o) laureada (o) no céu!


Vá em paz!⁠


Hoje o mundo amanhece mais silencioso…


Há partidas que não fazem barulho — mas desorganizam o coração dos que ficam.


Fica a saudade que aperta, a memória que visita e revisita sem pedir licença, o riso que ecoa nos cantos da casa e até da alma.


Fica a ausência física… mas também fica tudo aquilo que foi semeado: gestos, palavras, exemplos, afetos…


E isso, não há tempo que possa recolher.


A dor da despedida é o preço inevitável do privilégio de ter convivido.


Só sente profundamente quem amou verdadeiramente.


Entristece-nos a partida, mas consola-nos a esperança.


A esperança de que todo bem vivido não se perde, de que todo amor verdadeiro encontra eternidade, de que a história não termina no adeus.


Que vá em paz!


E que, entre lágrimas e lembranças, possamos sustentar no peito a fé de que a sua trajetória aqui foi apenas o início de algo muito maior — e que um dia o reencontro transformará a enorme saudade em abraço.


Até breve!⁠

⁠Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.


E, quando isso acontece, vira quase um evento.


Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.


A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.


O problema é que a Justiça não deveria surpreender.


Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.


Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.


Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.


Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.


Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.


E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.


Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.


A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.


No fundo, não é que a Justiça não exista…


É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.


E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.


E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.

⁠Na Solitude, se experimenta a graça de se escutar; na Solidão, o drama de implorar para ser escutado.


Há uma diferença muito sutil, mas também muito decisiva, entre estar só e sentir-se só.


A Solitude é uma escolha muito inteligente — um território íntimo onde o Silêncio não pesa, mas acolhe.


Nela, o mundo desacelera o suficiente para podermos ouvir aquilo que, no ruído cotidiano, insistimos em ignorar: nossas dúvidas mais honestas, nossos desejos menos admitidos e as nossas contradições mais humanas.


A solitude não isola — ela nos reconecta.


Já a solidão é outra matéria…


Normalmente, não nasce da ausência de gente, mas da ausência de sentido no encontro.


É possível estar cercado por muitas vozes, mensagens, notificações, e ainda assim experimentar o vazio de não ser realmente percebido.


Na solidão, a escuta vira moeda escassa, e o sujeito se vê quase mendigando atenção, tentando transformar qualquer eco em resposta.


Vivemos um tempo tão difícil quanto curioso: nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos à solidão.


Talvez porque confundimos presença com proximidade, interação com vínculo, e audiência com escuta.


A consequência disso é um cansaço emocional muito difuso — o desgaste de falar muito e ser pouco ouvido, de se mostrar constantemente sem, de fato, ser visto ou lembrado.


Cultivar a Solitude, portanto, é um gesto quase subversivo.


É recusar a dependência do olhar alheio como única validação possível.


É aprender a habitar o próprio silêncio sem deixá-lo soar como abandono.


Porque quem aprende a se escutar com verdade, dificilmente aceita qualquer escuta superficial como suficiente.


No fim, a questão não é evitar estar só, mas evitar perder-se de si mesmo em seus próprios labirintos.


Pois entre a Solitude que nos Fortalece e a Solidão que nos Esvazia, a diferença está menos no mundo ao redor, e mais na qualidade do encontro que conseguimos sustentar com aquilo que somos quando ninguém está por perto ou nos olhando.


Que todos consigam sentir-se bem acompanhados, estando a sós consigo mesmos!


Amém!

A graça de Deus não nos afasta da responsabilidade; ela nos capacita a viver aquilo que Ele espera de nós.

Somos moldados pelas escolhas, dirigidos pelos princípios e transformados pela graça.

"Para eu ser santo só falta a paróquia e a papelada, porque fiéis, pedidos de graça e críticos eu tenho o suficiente!"
Frase Minha 0450, Criada no Ano 2010


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Nas Redes Sociais fazer graça com os outros, qualquer tipo de graça, é delicia (para alguns). Mas... Não vejo incluirem na graça as proprias mamãezinhas, as proprias vovozinhas ou mesmo se incluirem. Não vejo essa parte!"
0836 | Criado por Mim | Em 2015


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1816
"Para Alguns, qual a graça (ou vantagem) em frequentar a Missa e parentes e vizinhos não saberem? Não é mesmo?"

Na graça angelical do amor
Encontro o seu coração,
Que se faz harmonia
Da lírica paixão!

... Kenosis ... O Nosso Home ...
De Graça Recebemos
De Graça devemos Dar ...
A Partilha É A Nossa Riqueza ...
Amemos Sempre ...
Demos Pão a quem tem fome
E fome de Justiça a quem tem Pão ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

A mesa ainda está posta.
Não porque fomos dignos,
mas porque a graça chegou antes
e preparou lugar no deserto.


A mesa ainda está posta.
Pão partido lembra o corpo entregue,
o cálice anuncia aliança
que não depende do nosso acerto.


A mesa ainda está posta.
No meio, a cruz não acusa —
ela explica o amor
que escolheu ficar.


A mesa ainda está posta.
Senta sem medo. Aqui,
a graça não pergunta o passado,
apenas chama pelo nome.

Se eu me perder,
Tua graça vai me guiar,
Se eu fraquejar,
Tua voz vai me levantar.
Não há distância que impeça
o Teu amor de chegar,
Quando um coração inteiro
decide Te amar.
Então queime em mim
essafome de Te encontrar,
Até que tudo em mim
seja só Te buscar.

O que é melhor é de graça.

​"Antes dos seus pés tocarem o chão, a graça já pavimentou o caminho. Respire gratidão: o Arquiteto da sua manhã não comete erros."