Governo
Quando um país não prioriza a educação e a saúde, fica evidente a falta de seriedade e honestidade dos seus governantes.
São sanguessugas. Sugam seu povo e alimentam seus governantes corruptos, estúpidos, hipócritas, escória. Escória! Mas isso nunca é manchete nos livros de história.
Sabendo que o povo deseja um prefeito, um governador e um presidente dinâmicos, melhor seria se desejasse ser um povo obediente a Deus, porquanto o governo perfeito, fiel e cumpridor de Seu mandato, está nos ombros de Jesus Cristo.
Para melhorar as condições de segurança, educação e o atendimento à saúde em todas as regiões, o povo deve buscar e confiar no governo de Jesus Cristo.
Quando os fatos não convencem, se juntam a outros fatos que passaram batidos e a outros fatos vão se juntando e outros fatos vão aparecendo e os fatos vão se acumulando e a conclusão da situação resumida no ditado de Lao Tze se faz
Só se pode encher um vaso até a borda
nem uma gota a mais
Vivemos o paradoxo da condenação, onde hipócritas se vestem de um vitimismo seletivo, manipulando parcialmente os fatos para construir narrativas.
Apesar do medo de sermos governados por uma tirania, somos todos governados por alguma força de qualquer forma.
Toda e qualquer Religião tem por hábito batizar de “palavra de deus” a doutrina que mais favorecer a preservação de seu poder. O Estado aprendeu bem esta lição e procede exatamente da mesma forma.
Infame discursos politiqueiros nos últimos anos de mandato do Partido de Esquerda no poder do Brasil. Muito blá,blá,blá antes. durante as gestões e agora. O Brasil precisa urgente de menos combates ofensivos por parte de fundamentalistas eleitorais e mais de politicas publicas de estado, em todas as áreas, com um prazo de duração, correção e adaptação que tenham bem mais do que 4 anos. Isto sim que gera a clara diferença entre um mero chefe de governo e um verdadeiro estadista.
A política, quando misturada com um forte e descontrolado sentimento emocional, somente é útil para o governante mas nunca para os governados.
Fui candidato à Vice-Presidente da República para falar aos brasileiros que o dever de quem governa é trabalhar para a erradicação da miséria do povo; não é o de agradar banqueiros, garantir a fortuna dos parasitas do poder e fazer a festa dos bajuladores de plantão.
Não existe dinheiro público. Seria público se brotasse como capim na Esplanada dos Ministérios ou nas praças do país.
Basta dessa ladainha de fazer o discurso dos pobres para ocupar o poder e, no seu exercício, colocar-se a serviço dos grandes interesses financeiros.
Políticos demagogos costumam debitar aos servidores e empregados públicos a culpa pela ineficiência do Estado. Na verdade, o que fazem é lançar uma cortina de fumaça sobre a própria inutilidade.
