Governo

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O sossego começa quando pensamento e desejo deixam de disputar entre si o governo do instante.

Quando o governo abandona sistematicamente a finalidade para a qual recebeu poder, a obediência deixa de poder ser compreendida apenas como uma questão de autoridade e passa a envolver a própria legitimidade do poder.

Nenhum governo se torna legítimo simplesmente porque consegue fazer com que os cidadãos obedeçam; a eficácia do poder não é prova suficiente de sua legitimidade.

Quando os cidadãos abandonam o pensamento político, entregam o governo de suas vidas àqueles que jamais abandonaram o desejo de governá-las.

O estado de exceção pode transformar uma medida extraordinária em mecanismo permanente de governo.

Aquele que precisa ser escolhido para sentir-se valioso já entregou ao acaso o governo de sua própria dignidade.

"Eu, conversando com Meu Cunhado: 'Ei, você? Já conseguiu derrubar o Governo? E aquele Ministro? Já destruiu as grandes potencias? Já acabou com a Globo? E com a Coca-Cola? Nada? Já matou o Funk? Já destruiu a Esquerda? E a Direita? Não? Hum... Então, tudo em você é só discurso, né? Como eu dizia e digo, né? Poizé!"
0848 | Criado por Mim | Em 2016

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"O Governo está cobrando? Se você tem fé e principalmente se for tolo, entregue tudo a Deus e esqueça a dívida. Se o Governo vai esquecer? Duvido! Então, é melhor pagar!"
Texto Meu 0934, Criado em 2018


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

O governo é o espelho da sociedade que o elege. Enquanto a sociedade buscar privilégios, invejar o mérito alheio, relativizar a honestidade e aplaudir a impunidade, continuará elegendo representantes que refletem suas próprias contradições morais.

Principalmente nas politicas publicas de Estado e de Governo, deve ser obrigatório a Lei de abundancia contra a escassez e o acolhimento amplo e inquestionável aos mais necessitados.

O principal projeto do governo federal para a justa correção com a cultura dos povos originários, deve ser um vigoroso programa e fomento nacional urgente de publicações de livros com elementos e nas línguas nativas com os originais saberes ancestrais da população mais idosa que ainda é sobrevivente. Mesmo que muita coisa já tenha se perdido, infelizmente, não é humanamente e cultural possível perder o pouco que ainda resta. Muito mais que politizar determinados personagens dos povos originários, cabe ao Brasil Cultural promover novos registros ancestrais para perpetuação das etnias, encantados, costumes e a alma das comunidades.

Politica. Eleições. Todos que concorrem à Presidência ou Governo tem direito ao debate porque são candidatos. E acho que todos deveriam ter o mesmo tempo de campanha na tv.

A principal função do governo é nos roubar para pagar dívidas que os bancos criaram para nos roubar.

Todo produtor rural deve estar aliado com o governo estadual, para quando ocorrer uma super safra, ter uma ação conjunta para segurar os preços. Não é admissível o desperdício de alimentos. Sendo assim, quando ocorrer uma super safra o estado consciente deve pagar um pequeno valor simbólico ao produtor e distribuir de graça, a toda população carente e entidades de amparo as famílias de baixa renda, do estado.

⁠Nunca nenhum Governo
do seu país foi responsabilizado
pelos crimes que cometeu
e nem mesmo o teu.

Da pior maneira quem
representou e você que representa
a História no Livro da Vida
a memória assim escreveu
do tempo não se perdeu
e jamais irá se perder.

Enquanto você e os seus
estendem o dedo para tentar
apagar a verdade da memória,
emerge por todos os lados: a História.

A minha poesia tira a sua poeira cretina escondida debaixo
do tapete do teu país sem honra
e sem nenhuma glória.

O quê está ocorrendo
na Usina Nuclear de Zaporizhzhia
não passa de mais uma
brincadeira alucinante
para você e para os seus,
uma irresponsabilidade lancinante.

Os poemas meus são e serão
pesadelos inapagáveis
não apenas na tua escuridão,
inabaláveis eles sacodirão.

Só sei que a sua dificuldade
de cumprir com a palavra
não é mais segredo para
quem conhece a trajetória
da sua falsidade e toda a verdade.

Sacrificadas foram
as almas do Batalhão de Azov
que você e os teus tanto
apedrejaram moralmente,
Com honra e glória serão
lembradas eternamente.

Você e os teus
não garantiram as vidas
delas conforme o combinado,
Deixo aqui neste poema esta
História para que um dia
o destino dê conta do recado;

(os quê ainda estão vivos
preserve a vida
deles como foi acordado).

Nenhum governo
na contemporaneidade
não evitou uma guerra.
Estamos desamparados.

“Não basta indagar se a Constituição admite a alteração do sistema de governo. É indispensável investigar se o procedimento escolhido para realizá-la respeita a soberania popular, observa os limites do poder de reforma e preserva os fundamentos democráticos da própria ordem constitucional.”

Pelas coisas que já passei cheguei a conclusão que a pobreza não existe, o governo é quem tem que ganhar juizo para botar neste mundo, ou a morte poderá ser o próximo Deus desse mundo.
Pensamentos!

O maior erro que o governo fez, foi misturar cristianismo com política para desculparem suas faltas. Usaram cristãos para preencher suas lacunas, e como consequência; em vez do povo reclamar dos políticos, reclamavam de cristãos como se fossem eles

⁠Governo algum jamais agradou todo um povo, mas depois que a política-influencer temperou a polarização com a paixão, o mundo se cansou da própria complexidade.


Talvez porque a complexidade exija esforço — e esforço não viraliza.


Pensar com nuance, reconhecer contradições, sustentar dúvidas: tudo isso demanda um tipo de paciência que já não cabe mais nos intervalos acelerados de um feed.


Em vez disso, optamos por versões simplificadas da realidade, onde tudo se resolve em lados, rótulos e certezas prontas para consumo.


Tudo ou quase tudo que é do outro lado é reprovável.


A opinião contrária, que antes poderia ser um convite ao amadurecimento, passou a ser vista como afronta pessoal.


Não se debatem mais ideias, defende-se identidades.


E quando a identidade entra em cena, qualquer discordância soa como ataque — não ao argumento, mas à própria existência.


É assim que o diálogo se esvazia e dá lugar ao ruído.


A política, que já foi espaço de construção imperfeita, tornou-se espetáculo de convicções absolutas.


Não há mais espaço para o “talvez”, para o “depende”, para o “vamos ver”.


A dúvida virou fraqueza, e a certeza, mesmo quando rasa, virou virtude.


O resultado é um ambiente onde pensar virou um ato de resistência silenciosa.


No fundo, o cansaço do mundo não é da complexidade em si, mas da responsabilidade que ela nos cobra.


É mais confortável habitar narrativas prontas do que encarar a inquietação de não saber completamente.


Mas é justamente nessa inquietação que mora a possibilidade de evolução — individual e coletiva.


Talvez o verdadeiro gesto revolucionário dos nossos tempos não seja gritar mais alto, nem vencer debates, mas reaprender a escutar sem a urgência de refutar.


Porque, no fim das contas, a convivência não depende de unanimidade — depende de maturidade para lidar com o desacordo inevitável.