Governo
Querer controlar tudo é perder o governo de si;
de que vale conter a força de um rio,
quando se pode beber água fresca na nascente?
Foda-se a Mídia
Foda-se o que o governo diz
Foda-se a cidade inteira
Eu só vou fazer o que me faz feliz
“Ser estoico não é deixar de sentir; é aprender a não entregar o governo da alma a cada emoção que passa.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A alma pacificada não é uma alma sem dor; é uma alma que já não entrega sua dor ao governo do ego.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas, quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça.
Trabalhar dá trabalho! Facilidade que o governo alimenta, não para ajudar tá! Para alienar e lucrar.
Uma das ideias mais falsas que atravessam o discurso de Lula é a de que seu governo e sua história implicam combate aos ricos.
Cabe ao governo federal, pelas pastas da educação e da cultura, renovar e melhor atualizar a criação de novas bibliotecas nos pontos mais pobres e mais distantes dos grandes centros urbanos da grande nação continental Brasil. Ate por que a inclusão tecnológica digital pela informática é muito cara, além de não ter um sinal estável de provedores e evitar com isto, a primeiro plano a ida quase obrigatória, de busca ao saber nas superpopulosas metrópoles. Um dos pontos, mais importantes é a logística da transferência de livros, que hoje nas grandes capitais estão indo para o lixo, enquanto em diversos locais da nação tem a escassez material da diversidade de títulos.
No Brasil os clérigos de um modo geral já fizeram parte do governo em épocas imperiais mas com a chegada da republica e por seguinte na democracia, optou se por constitucionalmente a adoção de um estado laico, onde o arcebispo e o bispo devem ser tão homenageados e prestigiados quanto os pais e as mães de santo, lideres espirituais de antigos terreiros, das matrizes afro-brasileiras.
A imposição do uso da internet pelo governo federal para que os mais velhos e menos letrados para que acessem seus direitos constitucionais não é modernidade ou integração tecnológica e sim uma imoral exclusão, um escarne, um retrocesso a dignidade, uma forma de isolamento tecnológico e abandono. Se cada um deles, terá que depender de um mais jovem, um filho, sobrinho, afilhado ou neto, quando tem, para poder ensina los a mexer num computador ou smartphone para acessar seus direitos, é em si uma declaração publica que o sistema da inovação. falhou e desconstrói o mínimo de dignidade universal aos que viveram antes de nos.
A função do governo é servir os seus patrões, os bancos mundiais, e enganar e roubar do povo para pagar aos bancos.
Nenhum governo resolve tudo, isso é fato. Mas há os que fazem o mínimo, os que fazem mais e os que fazem história. O nosso tem feito história, só que pelos motivos errados.
A família é o primeiro alvo porque é a base de tudo. Dissolva esse conceito e o governo ganha campo livre para educar as crianças a seu favor e fabricar militantes.
O colono consegue aplausos de escravos só com bola no pé, mas um governo com todos os recursos não consegue sorriso de uma aldeia sequer.
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Governo algum jamais agradou todo um povo, mas depois que a política-influencer temperou a polarização com a paixão, o mundo se cansou da própria complexidade.
Talvez porque a complexidade exija esforço — e esforço não viraliza.
Pensar com nuance, reconhecer contradições, sustentar dúvidas: tudo isso demanda um tipo de paciência que já não cabe mais nos intervalos acelerados de um feed.
Em vez disso, optamos por versões simplificadas da realidade, onde tudo se resolve em lados, rótulos e certezas prontas para consumo.
Tudo ou quase tudo que é do outro lado é reprovável.
A opinião contrária, que antes poderia ser um convite ao amadurecimento, passou a ser vista como afronta pessoal.
Não se debatem mais ideias, defende-se identidades.
E quando a identidade entra em cena, qualquer discordância soa como ataque — não ao argumento, mas à própria existência.
É assim que o diálogo se esvazia e dá lugar ao ruído.
A política, que já foi espaço de construção imperfeita, tornou-se espetáculo de convicções absolutas.
Não há mais espaço para o “talvez”, para o “depende”, para o “vamos ver”.
A dúvida virou fraqueza, e a certeza, mesmo quando rasa, virou virtude.
O resultado é um ambiente onde pensar virou um ato de resistência silenciosa.
No fundo, o cansaço do mundo não é da complexidade em si, mas da responsabilidade que ela nos cobra.
É mais confortável habitar narrativas prontas do que encarar a inquietação de não saber completamente.
Mas é justamente nessa inquietação que mora a possibilidade de evolução — individual e coletiva.
Talvez o verdadeiro gesto revolucionário dos nossos tempos não seja gritar mais alto, nem vencer debates, mas reaprender a escutar sem a urgência de refutar.
Porque, no fim das contas, a convivência não depende de unanimidade — depende de maturidade para lidar com o desacordo inevitável.
"O Brasil tem três grandes problemas:
A Pobreza, O Governo e a Burrice.
A pobreza se corrige com trabalho, o ´problema é driblar os outros dois, pois quando o trabalho derruba um, o outro vem e o ajuda a levantar."
Somos vigiado por nos mesmos somos vigiado pelo governo...
Somos vigiados pela polícia,
Somos vigiados pelos vizinhos.
No dilúvio de narrativas somos o silêncio que nos cerca ate que morremos a cada momento que estamos vivos.
As câmeras observam as câmeras gravam mais não capitam sentimentos.
Apenas olhares de monstros tecnológico. Que a atormenta nossas mentes em sua própria existência.
Mesmo assim roubam nossas almas.
Quem são eles?
São parte do sistema?
São o governo que elegemos com voto de novo cabresto?
Somos alienados para apontar para eles e somente eles?
O que são eles?
No pensamento crítico há um monopólio ou um domínio politico e corrupto. Aonde caminhamos pelo astros do abuso e excesso de eles na expressão popular?
O raciocínio da razão racional temos que ver que as coisas tem nome dentro deste regime de política proposta se governaram sera obstáculo para democracia... ou será retrocesso da moralidade da existência social!
