Gosto porque Gosto Gosto porque Sim
17- Amor Descontraído
Eu gosto desse amor, “largado”...
Descontraído, desarrumado, gosto SIM.
Cheiro aguçado, suado...
Gosto desse amor solto, correndo feito,
Felino bem animal, livre, leve e solto...
Oh! Eu gosto mesmo...
Só nós DOIS...!
Entendedores Entenderam
Nem fui, fui sim
Mentira... só passei na frente,
Mas foi legal,
Gosto de açaí, mas de farinha não.
Quem sabe na próxima,
Estou vendo se ainda vai dar...
Tipo geral viu
Real?
Tipo, nego estava louco
E eu embarquei na ideia
Mano corre, corre muito
Mas pode ser, foi ele pow
Depois irei lhe mostrar
Cem por cento, Cadê a chuva
Onde? Quero muito chuva
Tipo, Quero muito.
Não gosto do meio-não e nem do meio-sim.
Das pessoas que correm do "dizer não" e do "dizer sim".
Digo não. E é não.
Digo sim. E é sim.
Pelo menos naquele momento do não e do sim.
Mas sou flexível e posso mudar minhas ideias.
Gosto das várias faces que mostra o instante. Das leituras.
Analiso-as e quase posso tocá-las dos tantos lugares em que posso colocar-me e ser muitas. E ser nenhuma.
E o que era não, pode passar a ser sim. Ou não.
Idéia fixa?... Não.
Elas, decididamente, não nasceram para mim.
E se eu dissesse que não sou do tamanho dos meus medos e sim dos meus sonhos?
Que eu não gosto dos 'maneiros' prefiro os 'estranhos'?
Gosto das coisas perfeitas. Bem feitas, bem acabadas, redondas. Sim, redondas, porque tudo o que é circular encerra em si essa ideia de perfeição, de completude. E quem é que não quer se sentir completo ou perfeito?
Quando nos cercamos de coisas perfeitas, é como se nos aproximássemos, de alguma forma, da própria perfeição. Gosto do alinhamento dos quadros na parede, da minha estante de livros sem nenhum arranhão, dos tapetes limpos e imaculados, das roupas bem passadas, dos livros alinhados, da ordem e do progresso (ao menos no que diz a respeito à vida pessoal). Gosto quando o bolo assado sai inteirinho da forma, quando o suflê não desanda, quando consigo cumprir todos os prazos. Gosto quando encontro facilmente as coisas porque estão bem organizadas e não é custoso ou perda de tempo acha-las. Gosto de pensar que às vezes, mas só às vezes as coisas estão perfeitas. E que a vida assim não só é melhor como é possível.
Mas as coisas, como as pessoas, sofrem desgastes. Sofrem pelo uso e pela ação do tempo. Desbotam, lascam, se desalinham, se descompõem. As coisas, como as pessoas, são dadas à imperfeição. E o imperfeito não é de todo feio. Nem condenável. A primeira vez que dei por uma pequena lasca em minha estante de livros, quis chorar. De pura raiva. Tinham-lhe roubado o aspecto de coisa nova, de coisa perfeita. Não era mais a estante mais bonita do mundo. E no entanto, ainda servia para o uso, o que tornaria uma aberração o seu descarte. Não me restou senão concordar. Habituei-me a vê-la assim, com um discreto machucado, como uma pessoa se habitua a uma cicatriz.
Sim, é possível habituar-se à imperfeição. Desde que se perceba que as coisas imperfeitas são, na verdade, imperfeitas porque usadas, manuseadas, vividas. Só o que não tem uso ou vida permanece intacto. E o que é desprovido de uso ou vida é também desprovido de valor.
Leia bem: não se trata de deixar a casa cair, de não se fazer reparos ou manutenções. Nem de relatar o estado terminal de certos objetos ou relações. Trata-se apenas de uma espécie de aceitação daquilo que não pode ser mudado porque mudado está. Aceitar que as coisas, ou relacionamentos, só têm continuidade e permanência quando ao consentir que se encontrem mudados mudamos também. Serve pra minha estante. Mas pode bem servir pra todo o mais.
Continuo gostando das coisas (aparentemente) perfeitas. Continuo gostando das coisas organizadas e de quando tudo dá certo. Mas estou aprendendo a amar a imperfeição. Não só a das coisas. Também a das pessoas, a dos relacionamentos, a da natureza. Porque no centro de toda imperfeição está a mudança, o movimento, que nos impõem lançar mão de um novo olhar sobre o mundo. Sem esse olhar resvalamos para um perfeccionismo que neurotiza, frustra e decepciona, porque jamais será real. O real é da ordem do imperfeito. E não raras vezes, pode ser belo e bom.
E há, finalmente, aquelas imperfeições que só nós mesmos conhecemos, sejam do corpo, sejam da alma. As mais íntimas, mais resguardadas. Não há que revelá-las. Tampouco esforçar-se para ocultá-las. Há apenas que saber com elas conviver. Só aprendemos a amar a imperfeição quando nela nos reconhecemos.
Gosto, sim, de pensar que as coisas às vezes, mas só às vezes estão perfeitas. Mas também gosto que estejam no mais das vezes imperfeitas. Vê-las como são, em sua mais completa imperfeição, me aproxima do que é real. E descubro a cada dia que a vida assim não só é possível como é (bem) melhor.
Quando me perguntam se gosto de escrever,
Paro pra pensar e digo que sim, pois escrever
Foi a forma que achei pra não ter fim ou talvez
Pra não me sentir morrer tão sozinha em mim!
Guria da Poesia Gaúcha
Queria sumir agora,e ir parar num sonho eterno de nois dois juntos,sendo felizes.Eu sim gosto de você,te valorizo,te amo!Mas nem um sonho apenas com voçê,Deus me dá.
Quando eu gosto de uma pessoa, tento manter nome dela em segredo. Não que eu seja egoísta, e sim porque eu tenho medo de alguém vim e rouba-la de mim.
Faço as pessoas que gosto serem maiores, mas não para ser menor e sim para velas brilhar com mais facilidade.
Ver o brilho das pessoa é ótimo! E se aquela pessoa não brilha mais, não merece seu olhar.
Gosto porque gosto
Gosto porque sim
Gosto e aposto
Que você gosta de mim
Gosto de você meu amor
Minha paixão
Seu nome está escrito,
Dentro do meu coração.
Sou exigente sim não nego,
gosto de estar sempre na moda
minha grife preferida
é a simplicidade.
Porque ser sofisticado é ser simples.
"...Saudade eu sinto sim, o medo eu
sinto sim, quando eu sinto o gosto e
o cheiro do fim..."
[JFS Rap - Eu vi tudo mudar]
Nunca apreciei o isolamento por Facebook. Gosto de ficar sozinho, sim, mas sozinho no meio da natureza apreciando a beleza do mundo que me circunda.
o amor, sim e bom, mas não gosto dele, ele machuca, bater e ate estrangula agente, mas de uma coisa estou certo, já amei, não amo mas.
Gosto de você, não por ser algo físico, mas porque é algo que vai além do meu sentimento e sim se tonar até uma explosão de loucura tentar descrevê-los.
No que se refere ao amor, gosto do equilíbrio, da firmeza, o conteúdo, da suavidade sim, mas definitivamente, não sou racional. Sou totalmente passional. Corro riscos? Sim é daí? Imprevisível é viver. E eu vivo. Como bem disse Dalai Lama "Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente".
Chamei de sim ao teu talvez e de
talvez o teu não.
Chamei de te amo ao teu eu também
gosto de ti e de seremos felizes ao
teu confia em mim.
