Gosto do mal Feito
Eu queria morrer um pouquinho
Pra ficar com você um tantinho
Que essa dor me consome, voraz
Eu queria morrer um instante
Pra matar a saudade constante
Que meu coração já não tem paz
Eu queria morrer um momento
Pra morar nesse teu acalento
E não sair desse abraço jamais
Eu queria morrer um segundo
Pra recuperar em teus olhos, meu mundo
E então já lhe digo, até mais
Eu gosto do bom.E do bem bom.
Gosto do mal.E da maldade banal.
Eu gosto de ser assim
Meia malvada e angelical.
Gosto de surpresas. Do inesperado.
Da disposição. Do fascinio carnal.
Ou é tudo ou é nada. Não consigo ser metade, não gosto de meio termo. Ou estou bem ou estou mal, ou estou feliz ou estou triste, ou quero ou não quero, ou é ou não é. Quando gosto de alguém gosto por inteiro. Não sei ser mais ou menos, quando eu decido eu vou, quando eu resolvo eu faço, quando eu quero tento conquistar. Meio termo, e pequenas doses não me satisfazem. Gosto do exagero, do inteiro, da intensidade. Gosto de quando me completa e quando me faz transbordar.
Aprenda uma coisa:
" - Quanto mais as pessoas falam mal de mim pelas costas, mais eu gosto, porquê na verdade que está perdendo, não sou eu, mas sim elas mesmas!!"
" - Quem fala mal nas suas costas é porquê não tem capacidade de falar na sua cara...."
"- Aquelas pessoas que mais me odeiam e adoram falar mal de mim pelas costas, são aquelas que mais me admiram secretamente."
Reclamem que eu falo muito, Não ligo, Não gosto de ser mal interpretado... não gosto que minhas palavras não sejam intendidas... falo muito mesmo, e vou continuar falando até ser entendido, não gosto de meias verdades.
se começar a falar algo eu vou falar bem falado, se quiserem sinceridade e explicação me pergunte. se não, tem muitas pessoas por ai dispostas a mentir, e mal explicar alguma coisa.
Não me baseio pelos outros pois não quero ser comparado com ninguém...
EGO CEGO
É pura verdade, não gosto de ser mal-educado;
Tampouco me intrometer, à toa, na vida alheia;
Mas tem muito sapo metido a príncipe encantado
E baleia feiosa, desfilando tal qual linda sereia.
Não existe o mal gosto, e não há beleza na arte nem no jogo. O que há é técnica. Quando uma pessoa se identifica com a arte, com o jogo, com a natureza, isto para ele é belo, mesmo que para outras pessoas seja uma ofensa.
Bom gosto e beleza só existe nas pessoas. Só se vê beleza nas pessoas.
Eu até suporto mal humor, grosseria e negativismo, mas o que eu gosto mesmo é caminhar com pessoas de riso fácil, coração grande, que entre a intriga e o amor, optaram amar simplesmente, abraçar de forma calorosa e fazer pessoas sorrirem!
Não gosto de histórias mal vividas.
Gosto de viver cada uma em sua completa extensão. Por vezes existem medos, inseguranças e incertezas. Mas prefiro encarar cada uma delas e mergulhar de cabeça. Posso muitas vezes até me afogar nesse mergulho. Muitas vezes sofro e choro. Mas fica a certeza de que eu realmente vivi. E aproveitei cada minuto com total intensidade. Prefiro olhar para trás e relembrar momentos ao invés de imaginar como poderiam ter sido. Não me basta apenas imaginar, prefiro vivenciar. E o que é melhor ainda, aprendi que por mais que sofrimentos possam acontecer, depois que o tempo passa, mais fortalecidos e experientes, ao relembrarmos histórias, sempre nos apegaremos às boas lembranças, porque as más, ficam apenas como aprendizado. São os momentos felizes que merecem ser guardados, e cada história leva consigo momentos únicos, repletos de magia e felicidade. A isso chamo viver! E o resto... é o resto.
Célia Cristina Prado
Odeio Chorar... O rosto incha, o nariz fica vermelho... E você se sente mal, triste. Não gosto disso! Não gosto de me sentir assim, triste, indefesa, sensível. Sei que sou sensível e tem muitas coisas que me deixam assim... E pessoas também. Elas machucam, brincam com você e depois te deixam de lado, te abandonam. Mas chorar também pode ser bom porque “Às vezes, a gente precisa derramar as lágrimas, pois ali, sai todas as coisas ruins, indesejáveis, às vezes, chorar é apenas lavar a alma.”
O Retrato
Gosto de manipular o meu coração
Embora até hoje
Não tenha feito isso sempre.
Fazer da minha vida
Uma eterna confusão
Escrever poesia, admirar a imensidão.
Falar de paixão
Talvez não seja fácil
Justo eu que não quero me apegar.
Gosto do silêncio,
De ficar em paz buscando a solução
O que quero descobrir.
Talvez viver não seja assim tão difícil
É bom olhar do lado e vê a sua mão
Preciso saber.
Quando me olho vejo alguém tão forte
Não digo mais “eu te amo”
Se não tiver certeza que será por toda natureza.
Mal a outra a pegava no colo, Aziza metia o dedo na boca e aninhava a cabeça no ombro de Mariam, que a embalava um tanto sem jeito, com um sorriso meio surpreendido, meio encantando nos lábios. Na verdade, nunca tinha sido tão querida. Nunca alguém lhe tinha declarado o seu amor de uma forma tão espontânea, tão sem reservas.
Aziza lhe dava vontade de chorar.
- Por que você entregou esse coraçãozinho a uma velha feia como eu? – murmurava ela junto à cabeça da menininha. – Hein? Será que não percebe que não sou ninguém? Sou uma dehati. O que acha que tenho pra lhe dar?
Mas Aziza balbuciava toda satisfeita, se aconchegando ainda mais naquele colo. E, quando isso acontecia, Mariam se desmanchava. Seus olhos se enchiam de lágrimas. Seu coração pulava de alegria. E ela ficava deslumbrada ao ver que, depois de tantos anos do mais absoluto desamparo, tinha encontrado, naquela criaturinha, a primeira ligação verdadeira numa vida em que todas as relações tinham sido falsas ou não tinham dado certo.
(Khaled Hosseini)
Pra você que fala mal de mim pelas costas, me desculpe, mas você não é pessoa o suficiente pra vir falar na minha cara.
A parvoíce do esperto, a deselegância do elegante: onde é que se radicam? No gosto desenfreado de imitar.
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