Gosto do mal Feito

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Se para Doar Sangue há um limite, para que a bela atitude não se torne um mal, também haverá de ter um ponto onde a sua Entrega precisa ser diminuída, ou até parada a força, para que a Vida não lhe seja roubada com sua própria permissão.

Inserida por glauciocardoso

⁠Não se posicionar gera mal-entendidos!

Inserida por glauciocardoso

⁠⁠Aguarde pelo o que vale à pena Guardar,
Resguarde-se do mal que pode Ameaçar,
Mas não se Guarde de Viver, o Tempo não costuma Aguardar.

Inserida por jefferson_freitas_1


Descontrair a tensão que perturba,
o mal que anula Desconstruir,
Contrair só as boas vibrações
e Irrupções de amor Construir.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Eu já vi o mar estando bem, como já vi o mar estando mal, e o mar sempre foi o mar, e eu nunca serei a versão ruim de mim.

Inserida por Gabriellluiz

⁠Guarda cada palavra como quem coleciona recibos de um teatro mal ensaiado — um dia, a bilheteria vai fechar.

Inserida por mauriciojr

⁠Os arquitetos do vazio…

Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.

No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.

Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.

Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.

Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.

O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.

A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.

Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.

Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.

Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.

Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.

Inserida por mauriciojr

⁠"Os ciumes são como virgulas mal colocadas numa frase, alteram-lhe o sentido ...porque o ciumento é miope !"

Inserida por jorge_pincoruja

Deus nos livra do mal, mas muitas vezes só percebemos o quão prejudicial algo era quando encontramos algo melhor.

Inserida por SergioPersi

Ao falar mal da vida de alguém,pare, pense, reflita e depois se pergunte, como esta a minha vida?

Inserida por Mario1234

⁠O mal que faz ao outro, a si mesmo o faz.
O amor que dá ao outro, a si mesmo o faz.
As formas aparentam separação, mas a essência as conectas como uma só.

Inserida por lovantini

⁠Não entre irmão nesse trem,
Dessa fofoca se esqueça;
Não fale mal de ninguém,
Mesmo que a pessoa mereça.
*
⁠Quem só vive a apontar
Os defeitos do irmão,
Esquece de examinar
Os próprios, que muitos são.
*
Quem critica a sua esposa
E as dos outros, elogia,
Sofre falta de caráter
Mais do que sabedoria.
*
A minha balança têm
Dois pratos, com amplitude;
Um pra pesar os defeitos,
E o outro, para as virtudes.

Inserida por antonio_costta_1

No amor não existe mal entendido
Só o dito e o mal dito
Escrever uma carta para alguém morto não é amor
É solidão
Também é solidão ameaçar ir embora
Ou mandar embora
É tão igual a morte ...

E dispensa cartas ou palavras

Falar as vezes destrói mais que o silêncio
Me faltaram palavras
Não sei se minhas ou para mim
Sobrou sentimento
Me calei ...
Como se cala no cemitério
Com austeridade
Com paixão
Com palavras

As palavras ferem além do corpo
Menos que a alma
E ficam ecoando na cama vazia
No teto sem luz
Ou no espelho da parede
Toca alguma canção distante
Quase sem palavras
Queria muito escutar poucas palavras
Mas elas não vêem
Ficam presas na garganta de quem as tem
Sendo assim fico em silêncio
E espero

Inserida por Mlcb

Como não poderia brigar ...
Quem é tão mal que coloca morangos no liquidificador

Eu dê longe a olhar ...
Como os morangos lembram meu amor

Ela está em outro lugar ...
Num lugar ontem na estou

Mas vamos nos encontrar ...
E nós amar como ninguém amou

Inserida por Mlcb

Quanto menos me importar com as pessoas ao meu redor, menos serei visto e consequentemente menos mal olhado eu terei !

Inserida por Wesleymendes52

⁠Haja com prudência sempre que se ver diante de uma escolha!
Uma estratégia mal elaborada de um, pode ser a solução dos problemas do outro.

010223

Inserida por J6NEMG

⁠Às vezes muitas pessoas buscam notoriedade, mal sabem coitadas! Na maioria das vezes passam por despercebidas.

020823II

Inserida por J6NEMG

⁠SABICHÃO

Tem pessoas que se autointitulam sábias, os melhores conselheiros. Mal sabem eles, que na maioria das vezes, os mesmos só são ouvidos por questão de educação. O que confirma a tese, que o ser humano tem que mentir, fingir e omitir para viver socialmente.

300124

Inserida por J6NEMG

⁠Somos negros! Somos como febre, estamos presentes em todos os lugares, causamos calafrios e mal- estar. Porém somos resilientes; em todos os confins da terra, fazemos da vida.

170107

Inserida por J6NEMG

⁠GRANDEMENTE

O vocabulário brasileiro é tão amplo quanto é mal utilizado.
Tudo é modismo, uma palavra citada por alguém poderoso vira febre.
O que dizer da palavra grandemente!!!

091022

Inserida por J6NEMG