Gosto do mal Feito
Existem pessoas que fazem de tudo para arrancar um leve sorriso seu quando seu dia vai mal, que te estimulam, te levantam, te acalmam e fazem você se sentir importante. São essas pessoas que devemos levar para vida toda.
AGORA É NATAL
Agora é Natal.
Todos fraternos
Felizes se abraçam
E Esquecem do mal
Porque é Natal.
Renovam esperanças
Se tornam crianças
Menina de tranças
Face angelical.
A noite é singela
Tão linda e tão bela
Presentes na ceia
Porque é Natal.
"O mal caminho traz arrependimento, mas o aprendizado traz oportunidades que enriquecem a vida de todos."
Cera feia não me assusta.
Palavras malditas não têm poder sobre mim.
Falar mal de mim não me torna uma pessoa má, apenas revela quem realmente fala.
A inveja dos outros não muda a minha simplicidade, nem apaga a luz que carrego.
Praga lançada contra mim não encontra morada, porque minha fé é maior que qualquer maldade.
Não tenho tempo para loucura, nem para quem deseja minha queda.
Minha força é sereno escudo, minha verdade é arma invisível.
Podem tentar, mas não vão me matar.
Eu sigo firme, inteiro, verdadeiro.
8
O mal não pode vencer o bem. O bandido não pode vencer o mocinho, assim como Tom nunca pode derrotar Jerry. Ao olhar ao redor, vemos, ouvimos e sentimos uma desesperança que tenta nos confinar — mas este é o momento de reagir e jamais aceitar.
Saber que alguém pensa na gente, que nos gosta apesar da distância, dos nosso erros, do mal humor, dos defeitos, enche a alma de paz, de serenidade. Renova o espírito! E de espírito renovado podemos enchem de força para vencer os desafios.
MAL CONTRA O MAL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Somos meros recrutas de forças insanas;
que se doam por nada e se acreditam nobres;
gastam pobres verdades que nunca têm troco,
mas insistem no erro dessa escravidão...
Temos voz reprimida que a caverna engole,
não dá eco, reflexo nem esperança,
só a dança do engodo numa canção muda
que não toca os ouvidos dos donos da terra...
É assim quando somos pregões dos poderes;
coroamos heróis que se auto nomeiam
e recheiam de sombras toda boa fé...
Serão sempre frustradas as nossas apostas
ou as armas expostas com que nos perdemos
alistados na guerra do mal contra o mal...
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
O enigma do Bem e do Mal
Se Deus existe, o mal não é um erro, mas a consequência natural de um universo onde a liberdade é real. Pois o amor, para ser puro, não pode nascer de um decreto ou de um código fechado; ele precisa florescer na terra aberta das escolhas. Onde há liberdade, há a possibilidade do desvio, e onde há desvio, nasce a sombra. O mal não brota do Ser absoluto, mas da distância que as criaturas tomam ao se moverem fora do fluxo da Sua harmonia.
Se Deus não existe, o bem torna-se um enigma ainda mais profundo. Por que então amamos o que não nos beneficia? Por que sacrificamos o próprio bem-estar por um estranho? Por que nos inquieta o sofrimento alheio, mesmo quando poderíamos simplesmente fechar os olhos? Se tudo fosse só acaso e instinto, talvez o bem não passasse de um artifício para sobrevivência. Mas há nele algo que não se mede em utilidade: a sensação de que tocar o outro é, de algum modo, tocar a nós mesmos.
E se Deus tivesse criado um universo absolutamente perfeito, talvez não houvesse mar, nem vento, nem sequer tempo. Haveria apenas Ele mesmo, indivisível e infinito. Pois a perfeição absoluta não comporta fragmentos ou distâncias; não há “fora” do perfeito. Criar algo diferente de Si é criar o relativo — e o relativo carrega em si a imperfeição, como a noite carrega a ausência do sol.
No entanto, essa imperfeição não é um acidente. Ela é o campo onde a consciência pode despertar, onde o bem e o mal se entrelaçam para dar forma à experiência. Como nas tradições orientais, onde yin e yang não são inimigos, mas complementos que se alimentam e se equilibram, o universo se constrói no contraste: luz só é luz porque há sombra, e sombra só é sombra porque existe luz.
Talvez o mal exista para que o bem não seja apenas uma palavra. Talvez o bem exista para que a sombra não se esqueça de que é sombra. E talvez o universo exista para que o Infinito possa, por um instante, experimentar-se no finito — e o finito possa, pouco a pouco, lembrar que veio do Infinito.
No fim, perfeição e imperfeição são apenas diferentes reflexos de um mesmo espelho. Um dia, ao atravessarmos todas as distâncias, talvez descubramos que nada estava fora de lugar — e que o caminho inteiro sempre foi parte da própria perfeição.
Ainda que a banalização do mal leve vantagem, não nos apartaremos da honradez e da equidade, porque são princípios e valores basilares, que devem orientar a nossa conduta rumo ao bem comum e ao progresso social.
– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.
O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado
O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado, não
O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado
Ei, da escuridão, pare agora de criticar seu irmão
Pois você pode fazer muito mais que isso
E não só comentários sem sentido e atitudes em vão
Pois muito vi, em minha caminhada, navegantes da ilusão
Mas nós, piratas dos bons pensamentos e princípios do bem
Levaremos luz aonde houver escuridão
O Julgar vai de encontro ao Perdoar, trocando de mal com o maior ensinamentos deixado por nosso senhor de modo que praticando o bem certamente restaras o bom em resposta, portanto como ensina nosso senhor não julgues para não seres igualmente Laureado...
(Vinnicius Pinto)
