Gosto do mal Feito
Eu não me abaixo para recolher provocações
porque faz mal a minha coluna...
que prefiro mantê-la ereta.
Mas ...
se for para recolher pérolas...
minha coluna se curva com imenso prazer.
"O evangelho do mal se estabeleceu no interior de cada comércio montado nas esquinas de cada bairro de cada cidade do país. Templos são grandes empresas montadas por pessoas do mal, que comercializam a fé se baseando no dinheiro que cada fiél se sujeita a doar em cultos pseudoreligiosos. No interior dessa máquina de tirar dinheiro fácil dos humildes, pseudopastores submetem fiéis à inúmeras lavagens cerebrais, criando desafios e metas para enriquecerem esse comércio, de forma lícita, abusando da fé do povo."
Mágoa prende o espírito enquanto que o perdão liberta…Portanto, liberte-se, tire do porão essa mala empoeirada (coração) e liberte esses sentimentos plangentes e retrógrados, pois o peso de carregá-los é que deixa tua alma pesada como pedra...
Com uma arrecadação bilionária e um retorno que mal enche a mão, Guarulhos clama por líderes à altura do seu povo.
EduardoSantiago
Alguém que te trata mal por causa de aparência ou dinheiro não teria caráter para estar ao seu lado é muito menos seria digno de você.
- Vanessa Costa Lima
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
“O perdão é a força serena pela qual a consciência escolhe não perpetuar a cadeia do mal, transformando a dor em aprendizado moral.”
O problema do mal não é um problema para os ateus. É um problema para quem tenta conciliar um deus amoroso com um mundo que parece ter sido projetado por um sádico.
A sua "personalidade única" é apenas uma colagem de traumas mal resolvidos e imitações baratas de pessoas que também não sabiam quem eram.
A fé num deus que orquestra o mal cotidiano é a maior obscenidade intelectual, uma ilusão que mascara a crueldade inerente à natureza, tornando os crentes escravos dum monstro invisível que ri do sofrimento humano enquanto finge benevolência.
Um cristão tentou me ofender me chamando de "gay". Mal sabe ele que isso não me atinge. Ofensa, para mim, seria ser chamado de "cristão" e ser associado à religião que carrega o histórico mais sangrento e hipócrita da humanidade. Disso, eu sim teria extrema vergonha.
E se o "Criador" for o único jogador e você for apenas um NPC mal programado? Dói aceitar que sua consciência é apenas uma simulação menor e menos real?
