Gosto do mal Feito
Gostos
Gosto de viver em um mundo paralelo, onde tudo é do jeito que eu gostaria que fosse,
Gosto de imaginar, sonhar e acreditar
Gosto de coisas simples, mesmo sendo complicada
Gosto de momentos, gosto de lembranças
Gosto de companias, gosto de coisas sem valor
Gosto de estar presente quando ninguém mais quer estar
Gosto de manias, contradições, e loucuras
Gosto de irreverência e de ironia
Gosto do que sou e sou o que eu gosto.
Gosto até quando alguns não gostam de mim
Afinal gosto é uma coisa que não se discute não é?
Não gosto de ninguém de graça. Se eu gosto, é porque fez por merecer, logo, se eu não gosto, também.
"Não gosto de me arrepender do que fiz ou faço, mas é tão inexorável. Queria poder voltar ao tempo, pra aproveitar mais as pessoas que tirei da minha vida, e por orgulho não quis voltar atrás. Queria ter evitado brigas, não ter me aproximado de certas pessoas e não ter deixado que outras escapassem de mim. Não estou a me retufar, mas queria que as coisas fossem mais simples, ou não. Queria poder ter certeza de que aquilo foi realmente certo, e que tudo acontece como tem que ser.. Queria não ter tanta duvida sobre as pessoas, e não ter tanta certeza de que algumas são e sempre vão ser fieis a mim. Ninguém sempre vai ser fiel a ninguém, fidelidade entre duas pessoas é uma coisa inconstante, enquanto existe algum tipo de vinculo, se é fiel, de alguma forma, mas nem sempre e nem em todos os sentidos. Queria poder não estar tão certa das pessoas que eu amo, e, poder esperar tudo delas. O amor realmente é cego, ele me impede de ver o que é obvio, não me deixa duvidar, me dá certezas incertas e depois uma saudade.. e que saudade.. Geralmente é isso que resta de alguma amizade, por mais que o fim dela não tenha sido uns dos melhores, alias, que final é feliz? Ah não ser que você queira realmente um final, só que a saudade é inevitável, baby. E o que eu posso falar é de amizades, nunca amei ninguém de verdade a não ser os meus amigos, nunca desejei tanto alguém como eu os desejo, nunca."
Eu gosto do jeito que você me olha, da capacidade que possui de dizer mil palavras sem sequer abrir a boca.
SONETO DOS TEUS BEIJOS
Que sejam para sempre bem molhados
Molhados e com gosto adocicado
Teus beijos em mil beijos bem selados
Teus lábios beijam sempre apaixonados
E além de serem doces e molhados
Que teus beijos sejam em mim despudorados
No toque tão lascivo do pecado
Teus beijos para sempre eternizados
Eu quero ter teus beijos minha amada
Com boca, com tua lingua, com teus lábios
Ter sempre esses beijos bem selados
Bons beijos com o gosto do pecado
Teus beijos entre nós despudorados
Na certeza de um beijar apaixonado
Café
Sem açúcar
Amargo
Nada ralo
Para não esquecer do gosto
Disposto
Oposto da calmaria
Que te faz acelerar pra nada perder
Eu gosto de viver a liberdade!
Louco é quem não vive e fica a mercê do que os outros pensam.
Meu livre arbítrio ninguém me toma
e nem me sufoca por dentro.
Há quem goste do inverno e há quem goste do verão, outono ou primavera. Eu gosto mesmo é de ver as estações mudarem. A natureza como a vida, se equilibra na mudança... no transitar. E como é bom saber que as coisas mudam. Que depois de um inverno rigoroso novas flores surgem e a raiz fica mais forte. Há beleza na passagem... no ciclo que se fecha e permite que outro surja. É pela benção da efemeridade que podemos ver a beleza em todas as estações que, ora nos permitem sorrir, ora aprender e eu comprei o bilhete da vida pra experimentar as várias "estações".
Às vezes, os dias que já estão ruins ganham um gosto ainda mais amargo.
Eles não avisam, não pedem licença, não perguntam se você está firme o suficiente.
Eles simplesmente chegam, batem na porta como quem já tem a chave e dizem:
— Oi! Já tomei.
Como se pudesse tomar seu ânimo, sua paz, sua força, sua vontade.
E você fica ali, parada, tentando entender em que momento perdeu o controle do próprio dia,
em que segundo tudo virou peso,
em que instante a vida deixou de ser leve para virar esse cansaço que derruba até o que ainda resta de esperança.
Tem dias que chegam assim:
invadindo, atropelando, tomando tudo,
como se fossem donos do seu destino.
E você…
você só tenta respirar no meio do caos,
tentando não afundar de vez dentro do que sente.
A vingança não é um prato que se come frio, não tem gosto de requentado,,, vingança é servida na taça, é engarrafada na data do desafeto, guardada em nossa adega de rancores, e quando chega o grande dia, o dia da desgraça alheia, estouramos a rolha e antes de beber, nos banhamos,,,
Das poucas coisas que detesto, não por gosto, mas por ser humano, é a ironia. Mente como a falsidade, provoca como o sarcasmo e judia com a felicidade de quem a recebe.
Até que enfim contei a papai que gosto mais dele que de mamãe, e ele respondeu que era só uma fase passageira, mas não acredito. Simplesmente não suporto mamãe, e tenho de fazer força para não gritar com ela o tempo todo e para ficar calma quando tenho vontade de lhe dar um tapa na cara. Não sei por que criei uma aversão tão grande por ela. [...] Não a amo. [...] Consigo imaginar mamãe morrendo algum dia, mas a morte de papai parece inconcebível. É muita ruindade minha, mas é assim que me sinto [...].
Gosto de levar a vida à la Hollywood.
Gosto de intensidade em tudo - nas crises de riso, nas discussões, nas reflexões, nos sentimentos, nos relacionamentos.
Amar um pouco, conter o riso, chorar uma única lágrima; isso tudo é muito estranho para mim.
Com muita comédia, romance, drama, e até um pouco de suspense, vou criando o filme da minha vida.
"Gosto das perdas que me tiram tudo. Pra sentar em mim, olhar ao redor, e ficar. Até redescobrir em mim força e possibilidades de recomeçar. Tudo que vivi já me ampliou os vãos de dentro, e tanto, que me sinto tão menor em mim. Mas, com espaços para crescer. Silêncio. Tudo que quero dizer está na ponta dos dedos."
