Gostaria de te Pedir Perdão
A caridade mais essencial é aquela que oferecemos ao nosso próprio espírito ferido, é o perdão silencioso pelas escolhas que nos trouxeram à beira do precipício, é a decisão de não ser o carrasco da própria história, revivendo incessantemente o erro. O ato de ajudar o próximo deve ser um segredo guardado entre você e o invisível, assim como o seu renascimento precisa ser um pacto íntimo e sem alarde, onde o único testemunho necessário é a sua nova e inabalável paz.
A raiva é punir a si mesmo pelo erro de outro. O perdão não é um presente para o outro, é a chave que liberta você da prisão do passado.
O perdão é a chave que solta o prisioneiro: você, o outro é apenas o carcereiro da sua própria mágoa.
O perdão não é um presente ao outro, é um ato de autodeterminação. É a martelada final que arrebenta as correntes do rancor, soltando o pesoque você, iludido, escolheu carregar.
Perdão não é gesto fácil: é levantar a cadeira do chão e colocar de volta. É reconhecimento, trabalho suado, uma paciência que dói. Quando perdoo, não apago cicatrizes, aprendo o ofício de conviver
com elas, transformo o passado em instrução
e não em cela.
O perdão próprio é um gesto de arquitetura: derrubo pilares, reconstruo paredes. Não é reconstrução imediata, é obra que avança com oficina aberta, com barro, paciência, e a presença de quem não teme lama. No fim, a casa fica mais simples, mas com janelas que deixam o sol entrar.
Às vezes o perdão é uma mesa posta para ninguém. A comida está lá, mas faltam mãos para compartilhar. Fico olhando o prato vazio e aprendo sobre abandono. Algumas refeições só alimentam a memória. E ainda assim a mesa insiste em ser hospital de esperanças.
O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.
O perdão que recebi veio em forma de silêncio acolhedor. Não foi espetáculo, não tinha plateia. Apenas alguém que me olhou sem juízo. Esse olhar me devolveu formas gentis. E eu reaprendi a ser humano com menos armadura.
O perdão que me proponho é lento, como cerâmica. Modela-se com mãos que não esmorecem. Algumas peças racham no forno e perdem a forma. Outras saem perfeitas, surpreendendo até o artesão. E percebo que imperfeição também é beleza.
O abraço que me transforma é simples, sem afetação. Ele contém perdão e ausência de pressa. Sinto nele a possibilidade de recomeço. Alguns abraços valem bibliotecas inteiras. E por eles, continuo crente na bondade humana.
Minha infância ainda soluça em algum sótão da memória. Peço perdão ao menino que fui por não ter sido o herói que ele esperava.
354🙏🌹Quando exercitamos a paz, o perdão, o amor e cultivamos a luz sobre nossas vidas, fazendo o bom uso de nossas ações trilhando sempre no bom caminho, buscando sempre a justiça divina com resignação de tudo que vivemos confiando na luz suprema no criador, temos a blindagem que nos protege contra o mal que nos perseguem no dia a dia tentando nos sugar para regiões trevosas e a oração nos dá equilíbrio espiritual necessário para continuarmos no exercício da fé...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Amor é a leveza que a alma sente.
Compreende o amor também o perdão e a extensão à outras pessoas.
O amor desfaz a falsa noção do eu, numa tristeza solitária mas não daquilo que se é, mas pela propriedade de não pertencimento.
Comovente é a expressão de todo amor.- em qualquer tempo.
Há dias em que sentimos que precisamos de perdão.
O coração pesa, a consciência acusa.
Tentamos por conta própria abandonar o mau caminho,
mas não conseguimos isso sozinhos.
Há coisas que só Deus pra nos ajudar,
e Ele está perto.
Busque-O enquanto pode achar...
só Ele pode realmente nos perdoar.
Confesse seu pecado,
mas confesse de coração,
pois Ele sonda nossos corações,
Ele sabe exatamente o que está errado.
Você confessa a Deus
Ele perdoa e esquece.
E você verá como é bom ter Deus do seu lado.
Abandone o pecado...
