Gostar do Ex
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
Amamos porque nossos desejos nos fazem acreditar que outra pessoa nos trará a felicidade – o que é um imenso equívoco.
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
Ao colocarmos o amor no centro de toda expressão emocional do imaginário popular, o transformamos em uma tela utópica onde estamos sempre projetando nossas querelas sentimentais e construindo dramas vívidos, sufocantes e muitas vezes inúteis que chamamos de “romance”.
Intimidade é convidar o outro para conhecer um pouco do seu “eu” mais interior, tornando-o uma mistura de consultório médico e confessionário.
Sempre que o Amor é vivenciado como uma resposta imunológica a uma delicadeza que nos fragiliza, ele deixa de ser aconchego e elegância e se converte em uma batalha cruel em um charco de flagelos.
O objetivo da vida é conhecer-se a si mesmo - e o Amor é um dos mais nobres caminhos para esta meta.
"É dentro de ti, apenas dentro de ti, que precisas explorar! E, como um incansável garimpeiro, deves procurar algum atributo de valor que te motive a gostar de quem realmente és".
Deito-me e sonho conosco, com nosso futuro.
Deito-me e penso na gente, no eu e você.
Deito-me e caio em lágrimas, pelo nosso presente.
Deito-me e durmo, com medo de sonhar com você.
Deito-me e penso, por que ainda gosto de você?
E ela vem novamente, menina doce consequente teu jeito, sorrisos me Encantam apesar de crianças , crescer? Espero que nunca, porque criança tem á alma mais bela, mas não esqueça que eu sempre vou gostar de você, gostar o gosto que é difícil de se compreender mas se você parar para perceber não gosto; sim, gosto do suave que vem da alma ou simplesmente só da vaidade, vaidade é essa que carregamos no nosso dia, companhia amargas às vezes, sabiá e leve quando se quer ser.
Não espere mudar alguém, pois ninguém muda ninguém. As pessoas são como elas são, se houver mudanças partirá delas mesmas.
Você sente se gosta de alguém quando o aceita como ele é, com suas qualidades e defeitos. Se o seu gostar está condicionado à mudança do outro, isso pode significar dizer que você não gosta.
Gostei de você sem te beijar, gostei do seu sorriso, da beleza física e intelectual, gostei muito e tenho medo de me apaixonar...
Eu gosto de você.
Gosto do jeito como olha para o meu cabelo bagunçado com nenhuma admiração. Quase ouço você dizer “ajeita esse cabelo” só pela forma que você olha.
Gosto do formato da sua boca, gosto especialmente quando você está dormindo, a combinação dos seus lábios com os olhos fechados te deixa com cara de criança, e eu sorrio sempre que vejo essa cena.
Gosto do seu jeito carinhoso, mas eu gosto ainda mais quando você tenta ser debochado e faz piada sobre meu jeito “tô nem aí” de ser.
Gosto do quão é atencioso você é. Gosto mais ainda de quando você atentamente me escuta falar sem parar por horas. E sabe o que eu gosto mais que isso? Quando você fala por horas. Adoro quando você se abre comigo. Gosto quando fala do seu dia, do seu chefe, da sua cachorra ou dos teus planos futuros.
Eu gosto até de te ouvir falar sobre seu amor não correspondido. Gosto de saber do quanto você se dispôs a lutar por ela, é bonito. Gosto da sua sinceridade. Gosto do carinho que você tem pela sua ex. Gosto da saudade que você sente das suas duas lindas estrelas. Gosto de te consolar por isso. Gosto do seu abraço, e preciso admitir, me sinto estranhamente bem quando acordo em seus braços. Gosto do teu beijo, é intenso como meu. Dizem os astros que é uma boa combinação. Gosto do teu jeito moleque, e gosto mais ainda de quando sua maturidade supera sua idade. Gosto do teu cheiro, gosto tanto que usei a blusa que você estava na balada naquele sábado divertido por quatro dias seguidos só pra sentir seu cheiro na hora de dormir. Gosto da nossa amizade, e sou completamente fascinada pela nossa sintonia. Gosto da saudade que sinto de ti, tenho a sensação que é recíproca. Gosto do fato de você gostar do céu, isso me faz lembrar de ti sempre que vejo uma estrela. Eu gosto de sorrir para as estrelas, elas sempre sorriem de volta, e eu juro, consigo ver teu sorriso naquela luz brilhante no céu escuro. Isso faz com que eu sinta você pertinho de mim. Gosto de você, gosto tanto que nem sei dizer quanto, mas gosto especialmente de nós. Nossa amizade, nossa cumplicidade, nossa lealdade, nossos corpos tão grudados que quase sinto tua alma encontrando a minha. Gosto do singular, mas o nosso plural me encanta, me desmancha, são três letras e meu corpo já estremece: nós. Gosto de nós!
O teu sorriso, a forma que fala, que escreve, a tua alma. O teu caminhar e o teu jeito de amar. Seus cabelos, teus olhos, tua beleza, a forma de vestir que me faz querer vestir também, vestir teu riso, tua fala na tua escrita. Os teus... que andam tomando os meus, meus dias, minhas horas pensando como seria se tudo que é teu fosse eu também, como seria se os motivos fossem eu também. Da um gosto danado gostar de você. Pode parecer clichê, mas é por você. As vezes me pergunto porque não antes, porque sim agora. Não sei, mas tudo seu está aqui. Aqui os motivos pra amar, rir o teu riso com o meu. Não sei se já fomos algo em algum momento, mas sei que já tivemos o nosso instante. Também não sei como anda o seu coração, mas o meu está transbordando o que talvez te preencha, o que você pede em oração. Não sei se é amor, mas se for, que seja o amor mais bonito de se viver, de se ler, porque sim, vou escrever sobre você, talvez não hoje, talvez amanhã ou já tenha escrito nas entrelinhas prevendo que você seria quem eu iria me inspirar, poesia, talvez apenas uma frase, um textão ou um livro. Apenas escrevo o que o coração está cheio, e você o transborda. Teu sorriso consegue isso desde quando te vi, e nada além eu tenho pra te dar, a não ser o que transbordou em mim.
