Gostar de quem Mora longe

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Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.

(Quem é você, Alasca?)

John Green
Quem é você, Alasca?

⁠Precisamos saber quem somos para que possamos perceber as nossas armas e tornarmo-nos mais fortes, tendo em conta as nossas limitações.

É verdade o que dizem: "Rir faz bem". Mas, ver quem você ama, rindo de uma cena de comédia, protagonizada por você é melhor ainda.

Ei. Eu não sei aonde você está, nem o que está fazendo, ou com quem. Fique longe o tempo que for necessário, eu só imploro uma coisa, volta.

⁠Onde a Memória Mora

Ecoo na história como quem sussurra ao tempo,
deixando rastros onde a memória insiste em ficar.
Sou voz que atravessa o esquecimento,
fragmento de instantes que se recusam a passar.

Na fotografia, nas palavras, no que toca e transforma,
sou presença que resiste, sou marca que não se apaga.
Porque existir não é apenas estar,
é permanecer, é reverberar, é deixar-se encontrar.

O preconceito só mora nos olhos
de quem não olha para o outro
com amor.

A umbanda não faz o mal, o mal mora dentro de todos nós, a diferença é que sobre sai quem você alimenta. A umbanda em si não faz o mal, o mal vem do homem mal intencionado que já entra no templo com a inveja a ganância com a intenção propriamente do mal. Por lei natural terá suas consequências.

O que fazer quando bate aquela saudade de quem mora perto, mas você não pode ir até lá, para acabar com o sofrimento, simplesmente por que aquela pessoa não faz mas parte da sua vida?

Quem habita dentro de alguém, não percebe; mas mora também nas horas, nas melodias, nos poemas, no sorriso, no mais curto espaço de tempo entre uma batida e outra do coração. Mora na esperança, vive desde quando o sol nasce até o fechar dos olhos. Quem habita dentro de alguém, também mora nos sonhos, quando dormimos ou quando sonhamos acordados.
Ricardo F.

É insaciável o desejo de doar-se a quem mora em nosso pensamento.

​"A elegância mora no silêncio de quem não precisa provar nada, pois a sua verdade interna ecoa com mais classe do que qualquer artifício externo."

"Em que mar nasci? Amar o mar de longe [sonhar em ondas] "

Inserida por elpoeta

Parte 1
Sementes do Invisível — de encontro à Voz que Mora no Silêncio
(É a origem, o plantio, o despertar silencioso.)


Na estrada misteriosa da existência, cada passo é uma semente. A gente planta no silêncio, rega na luta e colhe no tempo certo — porque a vida não falha, só trabalha no ritmo dela.
E quando o desânimo tenta apagar a chama, basta lembrar que dentro de nós existe um fio de luz que nunca se apaga: a vontade inquieta de crescer, aprender e recomeçar, mesmo quando tudo parece curto demais.

A comunidade O Pensador nasce desse espírito. Um lugar onde cada reflexão vira raiz, cada palavra vira adubo, e cada troca acende novas direções.
Aqui, a esperança não é fantasia — é ferramenta. A motivação não é discurso — é movimento.
E a colheita? Essa chega para quem não desiste da própria semeadura.

Que cada um continue caminhando com coragem, porque quem pensa, transforma.
Quem sente, floresce.
E quem planta com verdade, colhe futuro.

⁠desliguei o relógio como advertência
"Eu não sou muito novo para desistir"
A caminhada me deixou relutante minha pequena lua
Respirei mais uma vez ão tick do ponteiro
O tempo havia retornado
"Não sou muito velho para tentar"
O descanso me deixou inspirado meu sol.

Inserida por mathias_oliveira

Cinza é o olhar de quem mantém longe, aqueles que nunca deveriam ter deixado de estar perto

A valsa é a primeira dança do mundo; pelo menos é a única dança em que há poesia.

Machado de Assis
Ressurreição (1872).

Nota: Trecho adaptado do original.

...Mais

Apenas pelas palavras o ser humano alcança a compreensão mútua. Por isso, aquele que quebra sua palavra atraiçoa toda a sociedade humana.

O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.

Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.

Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro — diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto — é isto?
idem
idem
idem.

O homem funde a cuca se não for a Júpiter
proclamar justiça junto com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório.

Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira Terra-a-terra.
O homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para tever?
Não-vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol.
Põe o pé e:
mas que chato é o Sol, falso touro
espanhol domado.

Restam outros sistemas fora
do solar a col-
onizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de con-viver.

É regra velha, creio eu, ou fica sendo nova, que só se faz bem o que se faz com amor. Tem ar de velha, tão justa e vulgar parece.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

Aos quinze anos, há até certa graça em ameaçar muito e não executar nada.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).