Gostar de Animais
Ninguém tá falando pra você
gostar da política,mas Acompanhar
os bastidores,e se deixar levar pelas
ideias dos extremistas..
"O passo mais certo que eu dei na vida foi sempre tentar gostar de quem gosta de mim, assim sendo aprendi a gostar também daqueles que não gostam de mim. O primeiro caso prá mim é obrigação, no segundo caso é Caridade...e sem "caridade não há salvação!".
Bom dia!
☆Haredita Angel
Gostar de alguém não nos dá o direito de escolher por essa pessoa. O amor saudável não controla, não cobra e não exige reciprocidade. Ele respeita a liberdade do outro — mesmo quando essa liberdade nos leva para longe.
Rumo ao tetra!
Não gostar do Lula é um direito! Lutar contra o fascismo é um dever! E abominar o clã é obrigação!
Gostar de Mulher
Gostar de mulher é um encanto sem medida,
um verso que desperta e transforma a própria vida.
É descobrir um segredo escondido no olhar,
que o mundo inteiro enxerga, mas não consegue decifrar.
É amar o perfume que sua pele faz nascer,
uma fragrância que nenhuma essência soube oferecer.
É sentir que cada aroma guarda um pedaço do infinito,
como se o universo inteiro coubesse em um só suspiro.
É desejar o toque de suas mãos delicadas,
a maciez da pele e as almas entrelaçadas.
É encontrar em seu abraço um porto, um lar,
onde até os silêncios aprendem a descansar.
É perder-se na doçura da sua voz serena,
na risada que floresce e faz a tristeza pequena.
É mergulhar em um olhar que, sem nada dizer,
faz o coração esquecer como era viver.
Há uma beleza que nela jamais precisa provar;
ela seduz naturalmente, apenas por respirar.
No jeito de caminhar, na calma do sorrir,
na elegância discreta de simplesmente existir.
E então existem os lábios...
Guardando promessas em um silêncio encantador,
esperando um beijo lento, carregado de calor.
Um beijo que enfeitiça, que faz o tempo parar,
como as ondas do mar que nunca deixam de voltar.
Gostar de mulher não é somente algo natural;
é sentir o impossível tornar-se essencial.
É intensidade sem medida, sem meio, sem fim,
um sentimento que encontra abrigo dentro de mim.
Porque amar uma mulher é mais do que desejar.
É admirar cada detalhe, sem jamais precisar tocar.
É reconhecer que existem amores feitos para acontecer,
como o mar encontra a areia, sem nunca se perder.
E quando esse encanto finalmente acontece,
a alma inteira floresce.
Tudo muda, tudo ganha cor e direção,
como se o amor escrevesse seu nome dentro do coração.
Desde então, não existe chegada nem despedida.
Existe apenas o instante em que ela sorri...
e o mundo inteiro compreende
que gostar de mulher é a forma mais bonita
que a intensidade encontrou para existir.
Gostar de mulher é algo sensacional.
Você gosta do cheiro que o corpo dela produz, do perfume que ela está usando e sente que é algo que você nunca experimentou antes.
Você gosta do toque, da maciez da pele e das mãos que te abraçam e te acolhem.
A voz, a risada, o olhar, o corpo que seduz sem precisar ser vulgar, os lábios que chamam, esperando um beijo lento capaz de enfeitiçar.
Gostar de mulher, não é apenas uma coisa natural, é uma intensidade sem fim, sem meio, apenas com um começo, onde tudo começa a surgir!
A Matemática dos Fins
Não sei ao certo quando comecei a não gostar dos fins de ano. Talvez tenha sido no dia em que percebi que o nome já carrega uma despedida embutida: fim.
Ou talvez tenha sido quando o tempo passou a correr mais rápido do que eu.
Cada pessoa lê o próprio calendário de um jeito. Há quem veja dezembro como festa, luz e promessa. Eu vejo como uma espécie de espelho — daqueles que não mentem, mesmo quando a gente gostaria que mentissem um pouquinho.
Aos 41, faço as contas da vida. E, mesmo com conquistas que um dia imaginei inalcançáveis, ainda me visita essa sensação de que está faltando algo. Não é falta de teto, de trabalho ou de sonhos… é outra falta. Uma lacuna que nenhuma realização profissional consegue preencher.
Casa própria, por exemplo. Para muita gente, é o fim do jogo, a prova de que deu tudo certo. Para mim, é só um quebra-cabeça incompleto, como se eu tivesse montado todas as bordas, mas o centro — a parte mais bonita — ainda estivesse espalhado por aí, perdido em algum canto do tempo.
E aí chega dezembro, com seu peso e seu brilho, lembrando que mais um ano passou. Não sei explicar direito, mas enquanto o mundo comemora o que vem, eu penso no que vai.
Na matemática que inventei pra mim mesmo, o ano que chega não soma — ele diminui.
Faço contas que talvez ninguém devesse fazer. Tiro fatalidades, subtraio doenças, divido esperança por realidade. Se eu tiver sorte, digo para mim mesmo, talvez eu tenha mais uns vinte anos vivendo bem, com saúde, com lucidez. E então eu me pego imaginando algo que aperta o peito de um jeito difícil de dizer em voz alta.
Se minha filha viesse ao mundo no próximo ano, quando eu tivesse sessenta, ela teria dezenove.
Dezenove.
E eu talvez não estivesse aqui para ver a formatura dela, para ouvir o primeiro “pai, deu certo”, para fingir que não chorei quando ela desse o primeiro passo fora de casa.
É uma conta simples… mas que me destrói como se fosse impossível.
Talvez seja isso que eu não gosto nos fins de ano: eles me obrigam a olhar para dentro, para esse vazio que não se preenche com compras, viagens ou promessas. O vazio de quem sabe que o tempo não volta, e que cada desejo adiado custa mais do que parece.
Ainda assim, aqui estou, atravessando mais um dezembro.
E, no fundo, torcendo para que a vida me surpreenda — quem sabe com peças novas para esse quebra-cabeça, quem sabe com alguém que transforme essa matemática dura numa conta que finalmente faça sentido.
Infelizmente, as pessoas dizem não gostar de política. Eu também não gosto, mas não me omito, muito menos deixo de me indignar. Quando as pessoas se omitem, elas simplesmente se voltam para uma afinidade que não existe, para uma narrativa que as lesa e para uma indignação superficial, mas depois dizem que político é tudo igual, sem assumirem a própria irresponsabilidade.
Quando você começa a gostar de estar só, algo muda de eixo.
As pessoas deixam de ser abrigo e passam a ser escolha.
E isso, goste ou não, é um tipo silencioso de liberdade.
Gostar da energia de alguém não obriga você a aceitar desconforto gratuito.
Interesse saudável aproxima, não cria pedágio emocional.
Nem sempre o medo de gostar outra vez é covardia,é que consertar cara quebrada e coração,o processo é lento.
Nem todos vão gostar de você
(Mauro 1Evaristo)
Chega o instante que consegue entender
Nem todos vão ou têm que gostar de você
E esse básico necessário entendimento
Mostra até pra si o seu amadurecimento.
Há pessoas que estão tão cansadas
Mostrando que precisam ser amadas
Daí a importância de amadurecer,
Nem todos vão ou têm que gostar de você.
Chega o instante de entender
Que o melhor é sempre tudo agradecer
E acredite, não importa o lugar
Existe um poder infinito em você
Que possibilita o seu despertar
Por isso bem ou mal agradeça o que virá.
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