Gosta de Mim do meu Jeito
Um dia você me perguntou:
O que viu em mim?
Então eu respondi:
- Antes de amar seu
Coração,
Me apaixonei pelos seus
Defeitos!
Helaine Machado
Saudade é amor que fica.
Você se foi
e levou um pedaço gigantesco de mim…
um desses que não se recompõe fácil.
Mas o amor
você esqueceu.
E ele ficou aqui,
ocupando tudo,
transbordando nos silêncios,
me atravessando nos dias mais comuns.
É por isso que eu morro de saudade.
Porque o que ficou
não foi pouco.
Ficou o que mais pesa,
o que não passa,
o que insiste em existir
mesmo depois da sua partida.
E eu escrevo
não para esquecer,
mas para dar lugar
ao que ainda vive em mim.
Aos meus pais 🤍
Deus, se não for para mim, tira de mim esse querer.
Se a minha vontade não estiver alinhada à Tua, por que permitir em mim um desejo em vão?
Quero seguir a Tua vontade e os Teus propósitos para a minha vida. Se estás a me preparar, não permitas que nada me desvie do Teu chamado nem do destino que me reservas.
Socorre-me, meu Senhor. Que a Tua graça, a Tua bondade e a Tua misericórdia me alcancem antes que eu me perca em meus próprios desejos.
Se for Teu, confirma.
Se não for, aquieta meu coração.
Mas, acima de tudo, não me deixes caminhar longe de Ti.
Enquanto existo só em mim, carrego duas vontades: a de morrer… e a de viver de verdade. Não apenas passar pelos dias, não apenas respirar por obrigação, não apenas sobreviver. Quero tudo o que a vida ainda me permite tocar, sentir, descobrir e construir.
Mas há também essa desistência silenciosa, que tantas vezes me faz abrir mão de tudo antes mesmo de tentar. Uma força escura que me convence a parar, a recuar, a aceitar menos do que minha alma deseja.
Que morra em mim essa desistência. Que cesse esse hábito de abandonar sonhos, caminhos e a mim mesma. Porque não nasci para apenas suportar os dias. Nasci para habitá-los.
Enquanto travo essa batalha invisível, sigo sobrevivendo um dia de cada vez. E às vezes isso já exige uma coragem imensa. Há dias em que levantar é vitória. Há dias em que continuar respirando já é resistência.
Mas no fundo de mim ainda pulsa algo que não se rendeu. Uma centelha que insiste em querer mais, em querer vida inteira, em querer verdade.
Talvez seja por ela que ainda sigo aqui.
E talvez seja ela que, no tempo certo, me ensine a viver — não só existir.
Olha pra mim.
Olha para o que me tornei ao longo desses três anos. Não para alguma versão antiga de mim, nem para expectativas guardadas em alguma gaveta do passado. Olha pra mim, agora. Nos meus olhos. No que existe diante de você.
Percorre com calma a textura do que venho me tornando. Passa os olhos pelo meu corpo, pelo meu semblante… e não se assusta.
Quero que me decifre. E eu não tenho dificultado a tua leitura. Estou aqui, me revelando inteira, com falhas, cicatrizes, vulnerabilidades e verdades que nunca souberam mais se esconder.
Olha pra mim.
Entra pelos meus olhos e percebe o que a tua ausência causou em mim. Tenho queimado por ti em silêncio há tanto tempo… Me toca, não só com os olhos.
Olha pra mim e vê se consegue enxergar o tamanho do que te guardei, de tudo o que ficou aqui, apertado no peito, esperando um lugar para existir.
Estende as tuas mãos e me puxa pra junto de você. Me sacode. Baila comigo. Me faz sentir que ainda existe espaço para nós em algum canto do teu caos.
Olha pra mim e vê se consegue se enxergar, nem que seja um pouco, ao meu lado… nos teus sonhos, nas tuas vontades, nos teus dias distraídos.
Vê se eu caibo aí, nessa tua bagunça bonita. Me encaixa. Me ajeita. Ou simplesmente me permita encontrar abrigo em ti.
Mas, antes de tudo… olha pra mim.
Hoje não estou muito bem.
Há um barulho dentro de mim que ninguém ouve. Por fora, tudo parece seguir seu curso. Por dentro, os pensamentos se atropelam, as lembranças se misturam e o coração tenta organizar um caos que não cabe em palavras.
Carrego o peso de tudo o que precisei esconder. Das emoções que foram empurradas para as gavetas da alma porque não havia tempo para senti-las. Das sombras que aprenderam a morar em silêncio, atrás de portas que eu mesma fechei para conseguir continuar.
A noite sempre parece saber onde essas portas estão.
O frio toca o que passei o dia tentando aquecer. E, enquanto o mundo desacelera, minha mente percorre corredores que eu gostaria de evitar. Luto para manter tudo em equilíbrio, porque hoje não posso me permitir cair. Há responsabilidades, há caminhos que ainda precisam ser percorridos.
Mas sentir não pede licença.
Mesmo tentando seguir, eu sinto. Sinto o peso, o vazio, a exaustão de quem passou tanto tempo sustentando o próprio mundo que já nem sabe mais como descansar.
Talvez amanhã tudo pareça um pouco mais leve. Hoje, porém, só consigo admitir que existe uma batalha silenciosa acontecendo dentro de mim.
E, mesmo cansada, continuo caminhando.
Qual a razão dos olhos verdes?
Descobri que por um par de olhos assim,
tudo mudou para mim,
por uma cor verde e visão penetrante,
me senti o maior dos amantes,
por esses olhos esmeralda e cheio de vida,
vivo a implorar essa emoção esquecida.
Olhos verde, retrato da mata, olhos verde, assim você me mata...(Patife)
Tenho em mim várias indagações.
Inúmeras, questionáveis.
Inquestionáveis.
E apenas uma certeza!
Cada novo dia é uma luta e cada final de dia é uma vitória vencida.
Um passo de cada vez e sabedoria para vencer os obstáculos diários.
Fé, foco e saúde 👈
🤚 vamos que vamos 💪
Saiba que sempre que precisar de mim, eu estarei ao teu lado para te aliviar com palavras encantadoras e fixando moradia em teu coração;
Pois o sentimento que nasce entre nós é insuperável e inexplicável a nós que não nos vimos ainda;
Tenho-lhe em meu interior com o espírito do amor fraterno e leal te adoro minha preciosidade;
Permita-se para as minhas indecências...
Se entregue a mim, no qual eu possa te despir e fazer-te feliz;
Me queira assim como a quero com todas as minhas forças!
No Verão foi o seu Jubileu, algo estranho aconteceu, era Inverno para mim, coisas da vida, enfim. Tudo estava em suas mãos, de longe vi tudo entre os vãos. Buscando uma saída no corredor, para ser envolto no seu amor.
"EU E DEUS! Aposto umas cocadas como o que Deus espera de Mim é coisa diferente de eu ficar me rastejando, subindo escadas (de joelhos) e repetindo para a Plateia o quanto sou fiel a Ele. Para a Plateia, sim!"
0717 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Se você pode mudar seu jeito de ser para agradar alguém, porventura igualmente não poderia esse alguém mudar a si próprio e lhe aceitar tal como você é?
ROGO
Quando eu estiver acabrunhado
De não ter jeito, de dor no peito
Tudo no espírito for atormentado
E o perfeito coberto de imperfeito
Me tragas a linguagem das flores
Traze-me um sorriso de proveito
No mortiço, por favor mais cores
Na inspiração a poesia e o canto
Que muito já ensaiou os amores
Traze-me a tal ternura, que tanto
Nos faz acalanto, e nos embalou
Só não me deixes, aqui, só pranto!
E no espanto de que tudo acabou
Nem que seja de mentira, entretanto
Meu velho amor, siga, assim eu vou!
Luciano Spagnol
2016, novembro
Cerrado goiano
Meu tempo
Meu tempo se faz acelerado
Muitas vezes, também, lento
Meu tempo por mim temperado
Nas cores das rajadas do vento
Tempo, meu tempo tão atento
Que num piscar de olhos é raio
Num simples sorriso sedento
No afago doces brisas de maio
Este meu tempo do tempo ao tempo
Das nostalgias sem tempo de alistar
Do tempo de saudade ao relento
Não perde tempo só quer amar
Se o tempo é o dono do meu tempo
O meu tempo no tempo quer se libertar
Pra isto no tempo tenho contento
Fazendo do tempo, tempo de poetar
Oh! Tempo do meu tempo
Traz pra mim mais pulsação
Mais paciência e mais atempo
No meu tempo, tempo do coração...
Tu tempo do meu tempo, agitação!
Quando eu for no meu fim
Sentiram saudade de mim:
o cerrado, o Joca, o jardim
Bagatelas
Nem dou trelas
Velarei sem velas
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
Maio, 2016
SONETO AMORÁVEL
Eu disse a mim mesmo que viveria sem você
Ledo engano, o meu coração não me obedece
Não sou forte o bastante, como se quisesse
Ser. Repito a cada instante, mereço? Por quê?
Às vezes o tempo fica sem o dia, ali vazio
E a obscuridão da noite me traz a solidão
Nada digo, nada tenho, eterna imensidão
Sem você, o querer escorre pelo beiral frio
Não sei mais ser forte, no horizonte a alma
E eu aqui perdido num labirinto de trauma
Quanto mais tento sair, mais a desarmonia
Eu menti para mim mesmo, até machucar
Que eu saberia poetar sem poder te amar
Aqui eu, ainda, lhe poetando amor na poesia...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
copyright © Todos os direitos reservados
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
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