Gosta de Mim do meu Jeito
Menina-mulher és flor do meu jardim
Conceda-me o prazer de ser o beija-flor,
ao qual permites beijar-te
e levar na boca,
teu doce sabor
mesmo menina,
como um tenro botão
Agora já mulher,
Olhos negros e brilhantes
Faz o meu coração ainda mais pulsante
Flor selvagem!
Menina intrigante
Mulher fascinante
És delicada flor!
com fragilidade e
és o mais puro vigor!
És flor, és meiga e és amor
Do teu corpo colho o néctar do amor
Tocar-te com o devido amor,
é sentir um misto de temor e furor
és flor bela
e deves ser cultivada com todo o carinho e amor!
Sou jardineiro
minha sublime missão
É aquecer-te no inverno
E refrescar-te no verão...
Vou percorrer
a sinuosidade de seus ramos e tronco...
Acariciar cada reentrância e saliência do teu corpo...
Lembra-te!!!!
Sou teu jardineiro
Teu fiel guerreiro
Vou regar-te constante e intensamente!
Estimular o teu contínuo renascer,
com crescente intensidade!
és morena...mulher...menina
és das flores a mais linda
és o tesouro da minha vida
Morena... morena
és flor principal
com promessa de fantasia, delírios, alegrias!
Elo místico entre o mundo racional e o sensorial!
Tenra flor menina!
Objeto de minha eterna cobiça
és mulher madura
fruto da tua candura.
Ah, meu Deus onde estão as minhas asas?
assim poderia voar até o meu amor
sem medir a distãncia
sem perder tempo algum
te buscaria para começarmos uma nova vida
Minha intuição me levaria a ti
meu sentimento te encontraria
mesmo que tivesse que te encontrar no fim do mundo.
Ah, meu Deus onde estão as minhas asas?
quero ir encontrar o meu amor
quero tocar sua face angelical
e beijar sem demora
seus lábios sabor de mel.
por onde andas meu amor
te procurarei em todos os cantos do mundo
e preciso for viajarei no tempo
Ah, meu Deus onde estão as minhas asas?
as asas de um anjo que eu já fui
hoje sou apenas um humano
com a alma angelical
sou um ser amado
sou um ser santificado
mesmo sem ser santificado
humano, homem e fiel...
No SENHOR, encontro o silêncio que sara
E a dulcíssima calma que me faz renascer!
Quando o meu mundo se torna um peso
E o coração começa a temer,
É no SENHOR que a minha alma repousa!
Pois Ele é o refúgio que destrói as mágoas
E faz a ansiedade perder a força!
Quando somos jovens, saímos pelo mundo, um mundo muito diferente daquele onde vivíamos com nossos pais, pelo menos para os felizardos entre nós que ouviram contos de fadas e histórias de príncipes e castelos encantados.
Então, começamos a encontrar egoísmo, incompreensão, agressividade e falsidade. Tentamos nos defender e preservar nossa inocência, mas a injustiça, a violência, a superficialidade e a falta de amor continuam a nos assombrar. E nosso espírito, em vez de espalhar luz e felicidade ao redor, começa a recolher e se ocultar no fundo de nós. E chega o momento que o mundo com o qual sonhamos em nossa juventude começa a tremer diante do avanço implacável da realidade. Existem aqueles que, neste ponto, descartam seu tesouro de sonhos e ancoram suas vidas na segurança ilusória do pensamento racional. Viram indivíduos sérios, que adoram números e rotinas, que, por sua vez, lhes dão uma aparente segurança. Entretanto, como a segurança nunca é abrangente, eles jamais conseguem ser felizes. Então começam a acumular posses, mas sempre há algo faltando. Possuir coisas não os torna felizes, pois os afasta da simples existência. Eles valorizam os meios e não os fins.
Pensar que a felicidade depende de se possuir alguma coisa é uma autoilusão reconfortante. Como depende de ter e não de ser, buscamos algo que está fora de nós. Assim, não precisamos olhar para o nosso interior, de acordo com essa forma de raciocínio, podermos ser felizes sem mudarmos nossa maneira de ser. Basta obter isso ou aquilo.
Aqueles que buscam posses, geralmente estão atrelados ao futuro, nunca aproveitam o presente.
Não perca o seu tempo lembrando das coisas ruins que aconteceram no passado. Lembre-se de olhar para frente sempre, pois só desse jeito conseguirá enxergar o caminho, que te levara de volta para os braços da felicidade.
Ainda que o sistema do trabalho, massacre nosso romance pela vida em coletivo ideal, temos que forjar conosco mesmo, a possibilidade de mudarmos, tendo como caminho, a positividade e resistência.
Acredite no amor, e acreditarás na felicidade. Acredite em homens bons, em fadas e magos e de fato crerás na esperança.
Que barulho foi esse? É o vento falando com a gente. E o que ele tá dizendo? Não sei, não falo ventanês.
Poesia, um ato de expressar o que sente, é a arte de viver, é você perceber, que não há limite pra vencer, é você apreciar a mais bela inspiração, sentida do fundo do seu coração, que trará emoção.
MASMORRA (soneto)
A vida expira assim como os ventos
Tal a dor e alegria do pensamento:
Fugaz, vagos clarões, sentimentos
Nas venturas, ausentes, eu invento
Vidas que não tem vida, lamentos
De pó, para o pó somos momento
Em vantagens e em detrimentos
Num sopro espalhado a portento
Mas, as sensações sem ter vida
Desengana, extermina e alucina
São almas vazias, e com rancor
Calam as quimeras, põe de saída
A ilusão, numa inércia assassina
Expropriando o coração do amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/01/2020, 09’35” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
– Como você se dá tão bem com a sua mulher?
– Ah, essa é fácil. Eu me casei com a minha melhor amiga.
FIRMAMENTO (soneto)
Por tantos amores, desvairado e descontente
O teu, eu reconheci naquele exato momento
Pois, o meu coração, ficou aflito e diferente
E, que estaria no meu constante pensamento
Que ainda agora mesmo, no peito, és presente
Em um arfar, infinito, suspirante e tão violento
Que sei que ali, havia amor, que a alma sente
E que aquele “oi”, seria para gente, portento!
Piedoso Bragi, que a minha solidão sentiste
Na poesia deste bardo, que havia sofrimento
Agora, inspirai as boas sortes não pungentes
E que então o poeta seja alegre, e não triste
E que caia sobre ele a ventura do firmamento
Com as rimas apaixonadas e beijos ardentes
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
MY BLAME (soneto)
Imagino às vezes diferente, os amores
Que deliciei atado em trabalhoso laço
Penso no que fiz e o que não mais faço
Levado pela brisa do avezar com dores
Penso nos tão verdadeiros sofredores
Dos quais, eu, sou apenas um pedaço
E no abraço dos que deixei por cansaço
E nunca mais pude mandar-lhes flores
Imagino os que fiz ter momentos infelizes
Onde não tive raízes, e então tão dispersos
E, no peito deixei-lhes com ásperas cicatrizes
Penso nas escritas, ditas: - exclusivos versos
Se na verdade eram sentimentos aprendizes
Com lados de bondades e quinhões perversos
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
NOITE AFORA (soneto)
Como a secura no cerrado, sombria
A saudade, arde no peito desolado
Que dói, corrói, num olhar maculado
De agonia, e sentimento em romaria
Tão horrenda é a ausência de alegria
A luz do dia, neste silêncio privado
Ecoa em brado, no coração fechado
Causando ilusão enganosa e fantasia
Assim, entre as tristuras, essa poesia
De canção queixosa, chora e tão cheia
De espera, na insônia pela noite afora
Palpita melancolia, repleta de ousadia
Na lembrança que devasta, incendeia
Equivocando o sono, perdido na hora
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/02/2020, 04’52” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
BENVINDA MANUELA (soneto)
Quando a primeira vez revelaste pra vida
Do amor acordaste, em devoção inteira
- Dentro do coração do desejo foi parida
Desabrochando o afeto da filha primeira
Com olhos rasos d’água suspirou o dia
Em anunciação, emoção, em alto volume
Nasce tu, criança, a flor de toda a alegria
Tal como as rosas, de aveludado perfume
E no zelo, por onde a ternura aí passar
Tão esperada, ó anjo pequenino, estrela
Tu, quem veio mostrar como é bom amar
Foi assim que se fez a admiração bela
De modo em nossa existência a brilhar
Benvinda, querida menina: - Manuela!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiano
❤ nascimento da minha sobrinha neta Manuela Naves Abraham
TEU NOME (soneto)
Deixa a vida com sua sina, enfim devasse
A tua solidão que é o teu maior lamento
Que tem a dor calada no teu sentimento
Todo a angústia que sente se mostrasse?
Chega de engano! Revela-te o ferimento
Ao universo, defrontando-a sem repasse
Ao coração, que já lágrimas tem na face
E suspiros nas noites num pesar sedento
Olha: não suporto mais! Ando cabisbaixo
Deste sofrer, que o meu amor consome
De senti-te sozinho no peito tão imerso
Ouço em tudo o silêncio, golpe baixo
Do desejo. Que vive a calar o teu nome
E insiste em recordá-lo no meu verso
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
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