Gosta de Mim do meu Jeito

Cerca de 283229 frases e pensamentos: Gosta de Mim do meu Jeito

⁠Por vezes, Senhor, o meu choro assemelha-se ao da criança, querendo apenas teu colo.

Inserida por Marcelaniaperes

⁠⁠Não há outro que tenha ouvido tanto a meu respeito como tu, Senhor, pois constantemente apresento a ti os meus defeitos, minhas dores e inconformidades com este ser caído e pecador que sou eu.

Inserida por Marcelaniaperes

⁠Ao meu eterno amor por que...


Seria possível escapar do fogo do teu olhar,
antes que ele me consumisse por inteiro?
Eu tento imaginar a noite em silêncio, espero as estrelas,
enquanto vejo tua imagem tatuada nelas,
fantasio noites ao seu lado, imagino como seria
passar a noite velando seu sono junto de ti,
enquanto a brisa vem de mansinho tocar seu rosto.

E se eu resolvesse pegar outra estrada,
teria evitado as profundezas de tua boca?
vejo você mitigando meus desejos,
vejo você roçando minha alma,
deixo você declamando juras de amor,
deixo você espalhar seu rastro de desejo e,
tirando minha calma,
mas só teu beijo me acalma.

Suas palavras me deixariam cego,
se de tua risada não irradiasse luz?
Não sei. Assim como não sei aonde nosso amor vai nos levar,
não sei me imaginar longe de você,
longe de seu abraço acolhedor,
longe do alcance do seu sabor de mulher,
gosto que me devolveu a alegria perdida,

não... não...
por trás das dúvidas, só o aroma do teu hálito em uma rota marcada por arrepios.
E...
A respiração que insiste em permanecer descompassada.
Passam-se dias, meses e anos, mas ninguém vai me tirar de você,
pois com você quero ficar até ser velho,
é de você que eu preciso,
E, você é a minha vida.

Inserida por GilZouker

⁠Eu prefiro a felicidade do seu lado. Por isso, meu coração escolheu te amar...

Inserida por paty_souza

⁠Meu coração estremece, meu ser se inquieta, minha alma suspira por resultado do anseio por Ti existente, pela chegada de dias de paz, pelo encontrar Sua Presença, tudo em mim está a movimentar-se com grande furor em meu interior. Temo não alcançar tais maravilhas, não pela falta de Seu querer, mas pelas muitas situações tentarem me fazer perder a direção. Vivo meus dias como um pai aguarda apressadamente a chegada de seu filho, ansiosamente esperando Te encontrar e ver todo meu desespero acabar. Tu és o desejo mais profundo que minha alma clama, és a Luz que preciso para me ver livre de toda a escuridão, és meu Tudo.

Inserida por Valter00

⁠O MEU PAI SALVOU UM HOMEM, O MEU TIO OUTRO


Por Nemilson Vieira de Morais (*)

Por ocasião das eleições municipais na minha cidade…
O clima político em Campos Belos, nessas disputas se elevava.
Era comum as discussões a cerca de um ou outro postulante a uma cadeira administrativa.
Nem sempre esses embates ficavam somente no campo das ideias: em dados momentos, os ânimos se acirravam, e as agressões deixavam de ser verbais e, iam às vias de fato.
O povo compareciam aos comícios, para apoiar e ouvir os discursos inflamados dos distintos candidatos.
Geralmente esses encontros eram realizados em carrocerias de caminhões posicionados em locais estratégicos, pelas ruas da cidade, distritos e fazendas.
Eu mesmo andei a discursar numa dessas ocasiões, na campanha do deputado José Freire, e outras lideranças políticas estaduais e locais.
Alguns candidatos passavam dos limites nas promessas que faziam. Não cumpriam o prometido. “Desde aquele tempo a ‘mentira’ no mundo da política comandava o espetáculo.”
Havia perseguições políticas por parte de alguns mandatários, principalmente quando o eleitor declarava publicamente outra opção do seu voto.
O ir e vir das pessoas nas ruas nos dias da votação eram intensos.
Alguns pais precavidos orientavam os seus filhos a não participarem daquela agitação toda, e muito menos das questões políticas. Opor-se ao governo (nos três níveis) não era recomendável. No dia da votação a minha mãe ficava a orar a Deus, para que tudo ocorresse em paz, naquela disputa; pedia a nós que não saíssemos de casa: era “perigoso!” Não dava para saber o que poderia acontecer.
Os candidatos a vereança e a prefeitos compareciam aos seus redutos eleitorais; a tirar fotos com o povo e ouvir as reclamações dos moradores. — Visitar escolas, comunidades, hospitais; inaugurar comitês, reuniões com apoiadores, fazer as suas últimas promessas…
Um dos candidatos a prefeito esbanjava carisma: o Adelino, filho da terra, já havia administrado a nossa cidade. O outro candidato não me lembro bem quem era, mas, a campanha ia num bom nível. Qualquer um dos ganhadores estávamos bem representados.
Ao aproximar-se o momento da prova dos nove. Em que as urnas iriam falar. Um dia à tarde próximo à votação o João (preferi assim o chamar) eleitor de um dos candidatos tomava uns aperitivos a mais e jogava conversa fora, no bar do Elias. O Lázaro eleitor dum outro andava armado sem uma autorização, e sem ser incomodado pelas autoridades competentes adentrou-se ao ambiente e logo começou a discussão política. Decisão que quase causaria uma tragédia maior: saltou para fora da venda, num respeito ao proprietário e convidou o João para resolver a questão na rua. — Na bala. O convidado não pensou duas vezes e mais que depressa atendeu o chamado. Como uma serpente a dar o bote na presa. O Lázaro negou o corpo e sacou da cinta um revólver de todo tamanho à vista dos nossos olhares atônitos, já pronto a cuspir fogo no ralar da espoleta.
O João ao ver a arma apontada na sua direção saltou no seu algoz como um atacante na hora de fazer o gol: perdeu o pulo e caiu.
Debruçado na terra fria e pedregosa, aos pés do inimigo só a misericórdia de Deus, e ela fez-se presente…
O Lázaro só teve o trabalho de mirar a arma na cabeça de João e apertar o gatilho. — Bam! — Ai!
O projétil do disparo cravou-se numa das suas mãos que, mesmo atingido levantou-se e atracou-se com o seu rival. O sangue esvaia-se…
João por cima de Lázaro quase toma uma facada de graça de terceiro…
Um sujeito miúdo, amarelo feita a goiaba madura, ao lado a observar tudo e com vontade de entrar na confusão tomou as dores de Lázaro: aproximou-se mais e puxou da cinta uma enorme peixeira, que parecia um punhal procurava o melhor lugar para sangrar o João. — Descia do alto da cabeça a sua mortífera lâmina fria na direção do vão da clavícula do pobre.
De repente o forte grito do meu pai ecoou pela Rua do Comércio afora: “Não faça uma coisa dessa com o rapaz!"
O homem voltou com a faca para a bainha imediatamente.
O João a lutar e relutar sozinho para tomar a arma do inimigo nem percebeu o tamanho do risco que correu. — Morreria sem saber do quê.
De tanto esforçar-se, com um joelho flexionado sobre Lázaro no chão, o João já o dominava.
A arma do seu inimigo político já estava na sua mão, quando o tio Elias entrou em ação e a tomou.
Salvou o Lázaro da morte e o João da prisão. — Por certo.

*Nemilson Vieira de Morais
Acadêmico Literário.

Inserida por NemilsonVdeMoraes

⁠OS INFORTÚNIOS DE AFONSO

Por Nemilson Vieira (*)

Eu o meu irmão mais velho e alguns amigos da primeira infância visitávamos o bananal do seu Afonso nas caçadas de passarinhos. Havia bananas maduras nos cachos, com furos por cima; já visitadas pelas aves. Pipira (sanhaço), currupião (sofreu), sabiá… Homem bom, de poucas posses, mas trabalhador e honrado… Numa certa altura da vida, Afonso desandou-se; deu um atrapalho na família: a mulher foi-se embora com outro e levou consigo os filhos. Com o tempo a sua casa do nada, pegou fogo com a plantação de bananas. Tudo que possuía tornou-se em cinzas; quase morreu de desgosto… Um amigo o convidou a uma caçada conhecida no nordeste por fachear; consiste em se fazer uma picada por baixo da mata e ficar a andar na mesma, num sentido e noutro, com uma lanterna e uma espingarda, o tempo que se fizer necessário; no intuito de abater a caça que tentar atravessar o caminho. Naquele dia deu errado… Terminaram o trabalho ainda cedo da tarde; o amigo de Afonso disse-o que o aguardasse um pouco, que iria dar algumas voltas por perto. A caçar algum bicho miúdo: um preá, um inhambu… Ao retornar, alguns metros de distância, algo fez um barulho por baixo de umas ramagens a sua frente; com a espingarda engatilhada na direção do bicho olhou mais um pouco e apertou o gatilho, Bam! Ai! — Gritou o Afonso em dores profundas. O amigo correu desesperado para ver e, confirmou ser o seu companheiro de caçada. Com bastantes perfurações de chumbo fino por todo o seu corpo; respiração ofegante, dificultada. No momento que fora alvejado Afonso firmava o cabo da sua faca que havia afrouxado. O amigo visualizou apenas o seu cotovelo em movimento e confundiu-se: achou ser uma cotia. Próximo à escuridão da noite começou o martírio do amigo do Afonso com ele nas costas a procurar uma ajuda. Um galo cantou ao longe de onde estavam… Era o sinal que precisava; marcou o rumo e foi-se. — Orientado pelo canto da ave chegou a um morador. Afonso perdera um pouco de sangue pelo caminho, com a agitação do corpo, aos balanços nos ombros do amigo. — Ainda vivia. O amigo contou com riqueza de detalhes tudo o que acontecera com os dois, ao morador. O homem depois de ouvi-lo… Indicou um remédio caseiro à vítima: um frango pisado no pilão com pena, tripas e tudo mais; do jeito que fosse pego no poleiro. Não carecia de sal; um pouco de água sim. Somente para chegar aos recursos médicos na cidade, lá entrariam com os cuidados e uma medicação coadjuvante ao tratamento. Com uma observação: não devia vomitá-lo caso contrário morreria. Afonso ainda consciente, por certo ouvia tudo em profundos gemidos. Consultado se topava beber o tal remédio naquelas circunstâncias, o aceitou. Depois do frango pisado o homem despejou aquela mistura numa caneca grande, mexeu e deu ao baleado a tomar. Afonso bebeu o frango pisado no maior sacrifício do mundo; com uma cara daquelas… A cada gole que dava fazia menção de jogar tudo para fora. Lembrava da orientação do homem e não o fazia. Missão cumprida, providenciaram uma rede para o traslado do paciente. Alguém para ajudar na condução do mesmo. Afonso não provocou vômitos e resistiu bem a viagem. O seu tratamento foi trabalhoso gastou-se um bom tempo para remover todos àqueles chumbos do seu corpo e a saúde voltar. Depois do caso passado até serviu de graça, se é que o Afonso contava que o pior de tudo não foi o tiro da cartucheira: foi o frango que bebeu. Com as recomendações de segura-lo no estômago para não morrer.

*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário.

(27:02:18).
Fli e Lang

Inserida por NemilsonVdeMoraes

⁠Agradeço a todas as pessoas que passaram pelo meu caminho, porque sempre aprendi algo com elas.

Inserida por AlquimiaPsi

⁠A opinião das pessoas não constrói meu carácter.

Inserida por marlene_rayo_de_sol

⁠⁠Você é a melodia que toca meu coração, como a música que sempre repito sem motivo. Seu sorriso ilumina meus dias, e em seu olhar encontro minha calma. Gosto de você, gosto da música que alegra minha existência, você é o ritmo que quero seguir."

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠No fundo da alma, escondida em segredo,
Uma mágoa persiste, um peso em meu peito.
Ela me consome, me faz oscilar,
E afeta meus negócios, o meu caminhar.

A mágoa guardada é um veneno traiçoeiro,
Que sufoca as relações, traz o triste cativeiro.
Engana as mentes, distorce a visão,
E afasta as pessoas da colaboração.

O que era sólido, se torna volátil,
E as oportunidades se evaporam fértil.
Negócios desfeitos, parcerias rompidas,
Tudo por conta da mágoa escondida.

O mundo dos negócios é ágil e voraz,
Não perdoa fraquezas, nem mesmo um triste algo a mais.
É preciso deixar a mágoa no passado,
Para trilhar novos rumos, um futuro almejado.

Liberte-se da dor que sufoca e controla,
Se abrir para o novo, é a lição que se revela.
Deixe a mágoa voar, dissolver-se ao vento,
E encontre no perdão, um novo alento.

Reconstrua pontes, abrace a empatia,
Aprenda com as quedas, explore a sabedoria.
Negócios sólidos são feitos de confiança,
Não deixe a mágoa causar dissidência.

Quebremos as correntes desse passado dolorido,
Em cada novo amanhecer, encontramos o sentido.
Deixemos para trás o que já não nos serve,
E abracemos a leveza que a mágoa não reserva.

É hora de prosperar, de alçar novos vôos,
De renascer das cinzas, como fênix em desabrochar.

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠A ti, mulher encantadora e única,
Que emana beleza e mistério,
Meu coração rendido e apaixonado,
Pelos caminhos das filosofias Que eu escrevo

Como as areias do deserto,
Teus olhos brilham, estrelas reluzentes,
Guiando-me por trilhas desconhecidas,
Nesse vai e vem dos sentimentos ardentes.

Tu és o perfume do vento,
Que atravessa os jardins suspirantes,
Em cada gesto e sorriso teus,
Encontro os segredos mais fascinantes.

Teus lábios, fogueira em chamas,
Que inflamam meu ser com paixão,
Despertando em mim, sentimento eterno,
Um amor além de qualquer razão.

Como os versos escritos nas areias,
Em poesias sem fim, quero te louvar,
Cantando as maravilhas do amor,
Em uma dança suave, a eternidade bailar.

Ergo meu olhar para a lua,
Pedindo aos céus que sejamos um só,
Que nossa história seja escrita nas estrelas,
Como uma promessa de amor e fé a renovar.

Que os ventos do deserto nos levem,
Em belas asas da confiança e harmonia,
E que a sabedoria das filosofias árabes,
Guie nosso amor, durante toda a vida.

Então, mulher especial e amada,
Que a essência do oriente ilumine nossos passos,
E que nossos corações, unidos e apaixonados,
Sejam um poema de amor nas mãos do tempo.

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠Meu quebra-cabeça
veio com uma peça faltando
Mas só descobri qual faltava
Quando a maior parte,
montada estava

Enquanto de mim, pouco sei
Muitos encaixam
Quando mais de mim eu soube
Só um encaixou

Inserida por AdrieldeSouza

⁠Se semearmos amor, é sim amor que vamos colher. No meu caminho desde criança, com certeza não foi amor que infelizmente foi semeado. Mas meu coração, por incrível que pareça, consegue ainda brotar as poucas sementes que restaram. Deveria sim esquecer. Os causadores com certeza não lembram ou acreditam que esquecemos, mas todos sabemos que quem passou nunca esquece.

Inserida por Elaine1973

"Muitas vezes perco o sono a noite, me perguntando sobre inúmeras problemáticas que o meu saber não tem respostas prontas, definitivas, comprobatórias e igualitárias. Estamos sós? Qual o sentido desta existência? A vida é só isso? Estar contemplando essa complexa realidade por breves momentos efêmeros, logo depois fechar os olhos e contemplar só escuridão e vazio? Reflita! Viva! E espere o seu momento chegar".

Inserida por HeliezerdeSouza

BRISA

Seja bem-vinda,
oh, brisa das manhãs de primavera,
ao meu recôndito jardim de Heras!

A esse jardim sem flores nem amores.
Não vá embora!
O tempo logo se fará aurora,
e um resto de flores colherei na estrada,
esquecidas, deixadas.
E trarei para cobrir meu muro escuro...
E pousarei nos ramos a flor
que sonhou minha primavera nos galhos da hera.

Inserida por joanaoviedo

⁠Data: 26/09/2019

Anjo caído

Só me fez

Se sentir assim tão bem

Depois me levou o encanto do meu mundo

Me esfriou

Depois me gelo

como pode ser tão mau!?

Ao ponto de me fazer chorar

Depois me ver surta no olhar

E você rir

finge se importa

Mais na verdade me deixa só

Eu sei parece besteira mais me deixa falar

Se eu calar

Agora ou depois

Do que adianta eu fala ou calar

Se tanto faz

Você é imundo

Eu inocente

Você me acusa

Depois me acalma

Me tortura depois

Se faz de amigo

Se diz fiel mais infiel

Alimenta minha raiva

Diz que me ama e não vai me deixa só

Me joga no lixo

Faz eu pensar

Que não sou capaz

Eu vivo a te esnobar

Eu te esqueço

Depois você volta

Me deixa triste

E diz quer quer meu fim

Vem me carregar pela mão

Diz que quer brincar

Como esquecer jamais

Se sua brincadeira é me torturar

Eu choro

Você ri

Eu digo não ligo

Você me provoca

Eu reajo

Você me odeia

Diz que me aceita

Mais me faz sangrar

Eu faço você queimar

E de novo retorna

Depois me procura

A me torturar

Diz que não gosto

E de mim e quer se vingar

Quando você vai parar

Você tem poder

E eu sou só humano

Você é sombrio

Você não me esquece

Eu odeio

Quero mandar você de volta pra lá

Mais você vai e diz que logo vem

Que não me esquece porque me ama

Mais na verdade me odeia porque faço queimar..

Mais seu segredo eu sei

Ele te manda

Você pode me feri

Mais não pode me carregar se ele não permiti

Você não se domina

Se eu revelar seu rival você se ofende

Você me odeia

porque não pertenço a ti

Mais mesmo assim não desiste

Você não cansa

Mais não esqueça que há outro que não dorme

Ele tem a chave de onde você mora

E te destrói.

Inserida por S2TifannyS2

⁠Se eu contar ele me feriu Data: 30/05/2019

Apenas assim
Aqui não é meu lugar
Eu não quiz feri
Aquele que nunca conheci

Só quiz parti
Pra bem longe daqui
Me proteger do mau
Que nunca fiz pra ninguém
Vou andar além da escuridão
Esquecer das palavras que me feriu
E das mentiras que você fez de mim
Sem mágoas
Não pode me julgar
Para um reino que só quiz brincar
Ele levou meu sonho
Me fez mergulhar em um abismo sem fim
E agora quem vai me salvar?
Esse pesadelo não termina
Apenas continua cada dia cada noite
Estou presa dentro de mim
Sair por ai
Sem razão ele me levou
Para o mundo da imaginação
Que nunca me fez bem
Se eu contar
Ele me feriu...

Inserida por S2TifannyS2

⁠Foi cruel Data: 19/09/2019

Para onde foi seu vício?
Junto com meu pranto
Eu calei
Você gritou
Viu algo passar
Mais se afasto
Medo no olhar
O que viu
Foi espanto
O que fez foi cruel
Seus dias arruinados
Sua vida estragada
Seu amante ameaçado
Seu vício imprestável
Para onde vai seu pavor
Tarde de mais!
algovenho e te levou...
Chora baby!
Diz que a ama!
Enquanto ele ri do seus medos e te afoga no oceano..

Inserida por S2TifannyS2

⁠Deixa-me dançar Data: 11/04/2020

Diga-me o que farei
Meu mundo anda devagar
Adrenalina aqui não mais
Deixa-me dançar
Só pra ver o que vai dar
Vou sair por ai
Vou dançar
Ver o planeta girar
Meu prazer vou disfarça
Eis me aqui
Quero dançar
Até me acabar
Festa irei entrar
Até disfarça
Deixa-me dançar
Quero sentir
Meu gelo
Até me esfriar
Meu ego
Esta a explodir
Eu vou evoluir
Estou aqui
Não quero disfarça
Só assim
No principio ao fim
Não me diga que fui longe de mais
Quero dançar
Deixa-me dançar
Até no fim
Eu farei melhor
Meu esforço é disfarça
Estar feliz tanto faz
Eu só quero dançar
Até me acabar
Deixa-me expirar
Vou no fim progredir
Esta sou eu
Então o que fazer
Essa só eu
Até não mais me dispensar
Evoluir
Chegar entender o que me diga vai n esqueça
Eu sei que esta no fim o princípio
Eu vou no fundo
A maré
Esta agitada
Mais eu não sou uma fracassada
Garoto não me espera
Porque não estou mais..
Dessa vez fui longe de mais
Por isso digo deixa-me dançar
Não espera mais
Sou assim
Não Sou fácil
Mais tem que me aturar
Sou as vezes chata
Porque não estou bem
Mais quando voltar
Eu vou dançar me fará melhor
No fundo eu me vi
Prisioneira eu andei
E na rua eu vaguei
Você não viu minha lágrimas
Eu chorei no meu pranto
Mais dancei
Pra dizer a deus as dores
Eu não quero mais sentir
Esse mau estar
Só dizer vou me animar
Até meu ego poder voltar
Por isso digo deixa-me dançar
Até me acabar...

Inserida por S2TifannyS2