Gosta de Mim do meu Jeito

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Me julgue do jeito que você quiser. A opinião é sua, a realidade é minha.

Um covarde morre mil vezes, um soldado só morre de um jeito.

Verdadeiros amigos deveriam se chamar irmãos. Porque os verdadeiros amigos gostam de você do jeito que você é, com todos os seus defeitos, qualidades, assim como sua família. Esses que estão com você em todos os momentos da sua vida; perdoam seus atos; riem das suas besteiras; te alertam sobre seus erros não te julgam; não te questionam; sempre te perdoam; te ensinam coisas novas, novos horizontes, novos pensamentos; te modificam, e se deixam modificar por você, para melhor, sempre um completando o outro; não saem do seu lado, não importa o que você faça. É um sentimento recíproco. Tomam um pedaço no seu coração muito rápido, não importa por quanto tempo. E conforme o tempo você percebe quem são os verdadeiros amigos, aqueles que podemos chamar de irmãos. E posso afirmar que não é o tempo que faz eles serem verdadeiros, pois existem amigos que fazem muito por você em meses do que amigos de anos. Porém a vida é feita de fases. Assim como uma roda gigante, a vida não para, as pessoas mudam, sua personalidade muda, e seus amigos mudam. Os verdadeiros permanecem. Todo e qualquer amigo que passar em nossa vida vai passar sozinha, de uma forma diferente, isso porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada amigo que passar, quando for embora, vai levar um pedaço nosso, mas conosco vai deixar um pedaço de si. É por isso que destino existe, é por isso que as pessoas não se encontram por acaso.

As coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas de vez em quando passa pela cabeça um "ah, podia ter sido diferente".

A gente demora pra aceitar, arruma novecentas desculpas para a falta de jeito do outro. Ah, ele é confuso. Ah, ele está tenso. Ah, ele tem medo. Ah, ele é maluco. Ah, ele isso. Ah, ele aquilo. Desculpa, mas quem quer estar junto pensa ah, que saudade. Ah, que falta ela me faz. Quem gosta, gosta. Sem complicações. Sem armações e armaduras.

Clarissa Corrêa

Nota: Trecho da crônica "A difícil arte de seguir em frente".

- Isso significa que todas as estradas levam a você? - De jeito nenhum. (...) A maioria das estradas não leva a lugar nenhum. O que isso significa é que eu viajarei por qualquer estrada para encontrar você.

Mas você com esse jeito só seu, de não me permitir saber o que esperar de você, me faz te odiar tanto e querer tanto a sua atenção. E me faz querer tanto você daqui a pouco, porque você não enjoa. Você me cansa demais mas não enjoa.

O segredo do sucesso é não escutar ninguém.
O segredo do sucesso é ser você do seu jeito
e seguir a sua alma.

O que estou procurando não é um caminho fácil... Mais sim um jeito de andar pelo difícil.

E se o único jeito de não se sentir mal for parar de sentir qualquer coisa para sempre?

Queria amar sem sofrer, com calma...
mas não tem jeito, eu não sou assim...
Sou passional em tudo que sinto, em tudo que faço...

Maysa Quando fala o Coração

Nota: Frase da minissérie "Maysa, Quando Fala o Coração"

Se acalma, pequena, quem foi feito um para o outro, o destino dá um jeito de unir.

Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha...

E hoje, dos meu cadáveres, eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada...
Arde um toco de vela, amarelada...
Como o único bem que me ficou!

Vinde, corvos, chacais, ladrões da estrada!
Ah! desta mão, avaramente adunca,
Ninguém há de arrancar-me a luz sagrada!

Aves da Noite! Asas do Horror! Voejai!
Que a luz, trêmula e triste como um ai,
A luz do morto não se apaga nunca!

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

Nota: Poema Da vez primeira em que me assassinaram.

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Muitas vezes perder algo de valor
em mudanças impostas pelo sofrimento,
é o jeito de encontrar algo de
mais precioso no caminho.

É o jeito, o cheiro, o modo de vestir. Como caminha, como olha, como para. Não sei, eu amo.

Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.

Ana Jácomo

Nota: A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Emmanuel.

‎O amor é veneno. Um doce veneno, sim, mas mata do mesmo jeito.

Você pode escolher sofrer a dor da mudança, ou a dor de continuar do jeito que está

Eu procurei motivos pra não gostar de você
Tentei achar algo errado em teu jeito
Mas só me deparei com defeitos que eu também tenho

Eu quis não te olhar
Não te ouvir
Não sorrir
No entanto foi inúltil esse não querer
Porque querer não é poder
E de repente eu te quis
Difícil resistir
Complicado lidar com o que você causa em mim

Eu quis não pensar em você
Não conversar
Não chegar perto
Mas minhas fugas me levavam pras mesmas estradas que as suas
Então eu aceitei
Difícil resistir
Complicado lidar com o que você causa em mim

Eu quis mandar embora
Não deixar você entrar
Mas eu já tinha aberto a porta
Foi nessa hora que eu procurei motivos pra não gostar de você
Tentei achar algo errado em teu jeito
Mas só me deparei com defeitos que eu também tenho

Então eu disse que estava afim
Mas meus olhos te disseram
Difícil resistir
Complicado lidar com o que você causa em mim.

Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra.

Hazel Grace
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Nota: Frase da personagem Hazel Grace, do livro "A Culpa é das Estrelas", de John Green, publicado em 2012.

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