Genuíno
Vem, Maria!
Vem, Maria... Mãe de Jesus!
Vem… Maria, acenda a minha luz
Vem… Maria, enchei o meu coração
Rezo... todas as noites esta oração
Maria… tira esta lança que atravessou o meu coração
pois em Ti, tenho muita devoção
Maria... em ti eu confio todo o meu ser!
Maria... sem Ti eu não sei viver!
Vem... vem… vem… Maria, mãe de Jesus!
Com o meu coração em contrito!
Muitas tristezas eu passei
Só tu... ó mãe, tira este conflito,
Muitas vezes eu chorei
Desesperado em mim... fiquei
E tu em minha vida... eu encontrei!
Vem... vem… vem… Maria, mãe de Jesus!
Maria… só Tu me destes o calor
Maria… só em Ti... tenho imenso amor
Te adorarei... por toda a minha eternidade
No meu existir... sinto o teu doce cheiro
Vem... vem.… vem, Maria, me dê a liberdade
Tens o coração... que abarca o mundo inteiro
Vem... vem... vem... Maria, mãe de Jesus!
Cubra-me com o teu manto sagrado… ó Maria… Mãe das dores
E que reine dentro de mim a tua paz!
Que afastes de mim estas dores
Sei que contigo em mim sou capaz!
Vem... vem… vem... Maria, mãe de Jesus!
Só vejo pessoas querendo ser o que não é.
Querendo ter o que não quer.
E falando de Deus sem ao menos ter fé..
Um bando de "zé mané."
O exercicio da mente em desmistificar os conceitos do mundo pode ser praticado por todos nós, basta que olhemos em direções diferentes as que o nosso nariz aponta.
"Passei a vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar" Clarice Lispector. Pura verdade, que remete a mim e a muitos a remoer o próprio passado, levando-nos a exclamar a famosa frase "Ah "se" eu podesse voltar no tempo". Penso eu que isso é pura bobagem. Nada na vida acontece por acaso, tudo tem um por que. "Se" cometemos erros, foi a vida quem nos levou a fazê-los, talvez na busca de amores impossiveis, situações ame...nas, situações menos dolorosas e, "se" tentamos corrigilos é sim na tentativa ansiosa de acertar, por acharmos que em nossos caminhos deixamos alguns "Ses" que poderiam fazer a diferença em algumas situações que teriam reflexos para o resto de nossos dias... "Se" eu tivesse ouvido aquele conselho daquele velho sábio... "Se" eu não tivesse dito NÃO para aquela pessoa que parecia ter tanto amor para me oferecer... Se, se, se... "se" não cometemos os erros que a vida por si própria nos leva a comete-los, como saberemos que erramos, para assim tentar corrigi-los na ância de acertar??? Portanto, errem sempre que a vida leva-los a isto queridos amigos!!!
Quando o ódio cresce tanto que acaba com os sentimentos,o amor morre asfixiado.BUDASOL JLMC 30.11.2011.Soledade-BR(br)
Nada na vida vem de mão dada. Faça por onde. Quer? corra atrás. Tá difícil? tente um pouco mais. Cansou? recupere energia e continue tentando. Seja capaz de ir atrás do que deseja.
CHOVE!
Chove...
Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chuva que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?
Chove...
Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.
Há uma caverna rodeada de cidades
Nessa caverna escura e cheia de tesouros
Esconde-se maravilhas e maldades
Oque pode se esperar entrando nela é sair sem ouro
Quem depositou sua confiança na razão
Perder a noção, oque nela entra não recebe perdão
Suas facetas fascinam, me faz pensar de quando era criança
Que gostaria a qualquer custo encontrar na caverna esperança
Oque se sabe dela é que tem um poder inimaginável
Estar nela e encontrar um caminho, é pra muitos impossível
Mas que se quiser muito alguém atende, com força inigualável.
Pode ser que você tenha até mesmo que encontrar o mundo invisível
Mas quando a caverna te mostra os tesouros, seja eles qual forem
Você talvez se esqueça de seus medos e terrores
Avida passa a ganhar sentido e cores
E a dor de quem muito andou é sanada com flores.
AMANHÃ SERÁ OUTRO DIA
Índia Cecília
Num sonho que parecia real me vi caminhando por uma trilha de uma mata virgem, usada por tribos indígenas ou caçadores, assim imaginei que fosse. Quando de repente me deparei com um riacho que onde havia uma taipa de pedras que servia de caminho para atravessar o riacho. De repente ouvi vozes de alguém, eram rapazes e moças indígenas tomando banho no riacho logo abaixo da passagem, fiquei observando o divertimento dos jovens indígenas quando de repente um deles notou a minha presença ali perto e me reconheceu e me chamou pelo nome para atravessar o riacho e ir junto com eles. O nome do qual me chamaram parecia conhecido para eles mas eles me pareciam ser estranhos. Mas seguindo em frente na história os jovens indígenas se aproximaram de mim e entre eles havia uma moça de uma beleza rara, morena esguia e altura média alta, cabelos negros caindo abaixo dos ombros. Tinnha um rosto comprido, lábios finos e compridos. Vestia uma saia que chegava abaixo dos joelhos parecia ser brim branco com bordados de flores silvestres cor de rosa. Usava uma jaqueta de couro de animal silvestre. Costurada com tentos finos e bem trabalhados. A jaqueta de couro tinha uma cor marrom com estampas trabalhados a mão. Ela se aproximou de mim e ficou parada por uns instantes me contemplando, de repente me convidou para ir junto com ela até sua aldeia. Era uma moça quieta, quase tímida, porém séria e segura de si própria. Ela deveria ter uns 27 anos de idade. Me convidou para entrar na tenda da família no qual havia uma idosa que logo imaginei fosse sua vó. Depois de alguns instantes apareceu um senhor, índio mediano trazendo um javali que havia caçado. Chegou quieto me observando de repente pediu para a moça trazer seu cachimbo e o tabaco, ela de pronto o atendeu. Foi quando ele me perguntou o meu nome no qual eu respondi Cacique Cajú e ele respondeu. Eu me chamo Cachoeira Serena, era ja tarde da manhã quando Índia Cecília apareceu servindo carne selvagem e pão feito com milho verde ralado na pedra trabalhada. Mas tinha um sabor extraordinário. A tarde foi divertida com os jogos típicos das tribos indígenas. Num certo momento nos acentamos para conversar e cada um contou a sua história, foi quando Índia Cecília contou a sua, que ela era órfã de pai e mãe e que eles haviam sido mortos numa emboscada de uma tribo rival e que havia sido adotada pela tribo na qual ela estava, e que seu marido flecha branca também teria morrido num ataque de onça. Quase chegando o final do dia Índia Cecília me pediu para acompanhar-la a um passeio ao redor da aldeia, caminhamos por cerca de meia hora. Quando chegamos a um lugar ermo com pouca vegetação e dali podia se ver o pôr do sol. Quando o sol ia se pondo encostando no horizonte Índia Cecília se virou de costas para mim e se sentou na minha frente e inclinou a cabeça entre os pés e colocou as mãos sobre eles. Durante o tempo que o sol ia desaparecendo sem se mexer com o cabelo encobrindo seu rosto, parecia uma oração que estava fazendo. E parecia que sabia que o sol havia se posto atrás do horizonte ela ergueu a cabeça olhando firme para o horizonte e lentamente se pôs em pé diante de mim. Quase trêmula olhando para mim, me pegando pelas mãos e em seguida colocou a sua mão direita sobre minha fáce esquerda e disse num sussurro quase mudo, AMANHÃ SERÁ OUTRO DIA.
