Gente Futil

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#gratidão #fé.

Às vezes, a melhor ajuda é manter DISTÂNCIA
A idade ensina a gente se priorizar e principalmente a filtrar as nossas cias...




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Um dia a gente entende que beijar alguém para esquecer outra pessoa não funciona.
O coração não obedece ordens, e tentar enganá-lo só faz a saudade falar mais alto.


Um dia percebemos que nem todo encanto é cuidado, e que algumas pessoas passam pela nossa vida mais para ensinar do que para ficar.


Um dia descobrimos que se apaixonar não é escolha é acontecimento. Simplesmente chega, bagunça tudo e muda a gente.


Um dia entendemos que amor de verdade mora nos gestos pequenos: no ouvir, no ficar, no respeitar.


Um dia percebemos que o óbvio não emociona, que a rotina cansa quando não há sentimento.


Um dia aprendemos que agradar todo mundo tem um preço alto: o de se perder de si mesmo.


Um dia entendemos que quem menos fala, às vezes, é quem mais sente.


Um dia percebemos que somos importantes para alguém, mas já não estamos mais presentes como antes.


Um dia sentimos falta de um amigo, de um tempo, de uma versão nossa… e percebemos que o tempo não espera.


No fim, um dia entendemos que a vida é curta demais para todos os sonhos, todos os beijos e todas as palavras que ficam presas na garganta.


Então só restam duas escolhas:
ou aceitamos os vazios que a vida deixa,
ou temos coragem de viver intensamente, mesmo com medo, mesmo errando.

"Às vezes, a gente só precisa de um abrigo ao deitar no peito, ganhar um colo e silenciar o mundo lá fora."

“Minha cota de paciência se esgotou: agora troco gente chata por livros.”

“A gente se faz de bobo para o esperto não se sentir à vontade.“

Ninguém entra num túnel desses por vontade própria.
A gente entra porque a vida empurra
e porque sair, às vezes, parece mais difícil que continuar.

Lá dentro, havia gente demais.
Corpos se esbarrando, pensamentos fora de lugar.
O túnel pulsava como um organismo antigo,
estreito demais para quem carregava pressa, culpa ou medo.

No chão, pequenos orifícios deixavam passar guias —
fios, artérias, destinos.
Disseram que aquilo mantinha a cidade viva.
Disseram também que, se rompesse, tudo viraria água.

Foi quando vi a janelinha.

Redonda, pequena, quase tímida.
Atrás dela, peixes atravessavam o silêncio
como se o mar não soubesse do nosso pânico.

Alguém gritou que ia romper.
A palavra bateu nas paredes
e voltou maior.

As pessoas correram sem saber para onde.
Eu fiquei.
Nem coragem, nem medo.
Só cansaço.

Então surgiram elas.

Criaturas compridas, estranhas,
como enguias que aprenderam a sorrir.
Uma parou, juntou as mãos
e agradeceu a Deus pela comida.

Ninguém riu.
O túnel respeitou.

Pouco depois, apareceu uma princesa brasileira.
Vestido simples.
Dignidade sem brilho.
Ela olhou o túnel, respirou fundo
e disse que ainda não era a hora de entrar.

Quando percebi, já estava na água.

Um lago que parecia piscina,
ou uma piscina que fingia ser lago.
A água era morna.
O corpo flutuava sem pedir licença à mente.

Havia pessoas conhecidas.
Sem passado pesado.
Sem perguntas difíceis.

Alguém trouxe um bolo de chocolate.
Comi.
E o mundo não desabou.

Em volta do lago, hotéis.
Todos provisórios.
Como quase tudo que dói
quando a gente insiste em chamar de definitivo.

Fiquei ali muito tempo.
Tempo suficiente para entender
que o túnel não era prisão.

Era travessia.

E que o mar, lá embaixo,
escuta melhor
quando a gente finalmente para de lutar.

Nereu Alves

⁠O próprio apego que temos a determinadas formas de pensar cria bloqueios para que a gente compreenda ou ao menos tenha racionalidade ao ouvir alguém dizer o diferente. — Ignorância não é o problema, o problema nosso é a rejeição ao saber por causa dos conteúdos morais que um pensamento novo nos trás.

Eles estão deixando a gente sonhar.

Vivemos esperando que as coisas mudem, que as pessoas mudem; até que um dia a gente percebe que a única pessoa que tem que mudar é apenas a si mesmo.

Quando a gente perceber que aprender é a função da vida, o sofrimento vai deixar de ser tão necessário.

A realidade não é como pintaram para gente.

Nossa evolução própria está naquilo que a gente foca.

Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.

Tem muita gente que se acha obediente. Mas vai até o limite do que é conveniente. Com Deus, obediência parcial é desobediência e rebeldia velada.

Tem gente que acha que está enxertado na Videira, mas seu fruto não coincide com a Árvore." A Videira é Cristo.

⁠Gente falsa é igual pimenta, só arde.

Tem gente que não cuidou do jardim, mas quer passear por ele.

O bom dos poetas são as rabiscadas, a gente se diverte.

Mãe é casa que abriga e nutre, mesmo antes da gente existir.
É a casa que sustenta a vida.
É morada que divide o antes e o depois.

Mãe te concebe e recebe na chegada,
acompanha sua jornada
e se quebra na despedida.

Mãe é amor, é pressão, exageros, saudades, proteção.
É amor e ambiguidade.

Pode estar distante, mas pra ficar ausente... só doente.
É força e fragilidade ao mesmo tempo.

Mãe é raiz.
Mesmo quando o galho se parte,
ela permanece sustentando a história.
Porque ser mãe é existir no outro
mesmo quando não é mais vista ou compreendida.

Psicóloga Claudia Marília 🌻

⁠Não seja perfeito nem santo e não exija isso dos outros!
Pois gente perfeita é chata e santo não mora na Terra!