Ganhar

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Às vezes correr e trabalhar muito não nos faz ganhar mais dinheiro! Ganhamos mais cansaço e perdemos momentos com a família!
Porque os clientes vão vir no tempo certo e na hora certa!
Hoje você trabalha muito!
Amanhã trabalhamos pouco!
E Deus cuida trazendo só o suficiente pra cada dia!

⁠Quanto você está disposto a perder antes de poder ganhar?

- A Caverna

Recomeçar
avançar
lutar
acreditar
ganhar...
ou perder...
não importa:
agradecer!

No Brasil, todo mundo quer ganhar dinheiro, mas pouca gente quer trabalhar.


Benê Morais
⁠

Perdi você

Na urgência do ganhar, perdi você,

quando a dor brinca, o drama ganha,

o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,

a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,

na falta que abala o incrível é sobreviver.

Te vi primeiro lá


Nos pequenos gestos vi um jardim de sentimentos florescer e ganhar sentido,


Foi do meu subconsciente que eu encontrei você primeiro e agora com toda a consciência do mundo, quero te levar pra voar comigo por todos os lugares que os nossos sonhos puderem alcançar.

Perco ou ganho, em ambos aprendo. Aprendemos a perder para, enfim, ganhar.

⁠Não são máquinas de ganhar prêmios que são abastecidas com "tapinha nas costas", são seres humanos que carecem de amor e carinho.

Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.

Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.

Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.

O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.

Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.

Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.

Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.

Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.

Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.

Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.

Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.

O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.

— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?

Passei as informações.

Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:

— Vamos tirar ela de lá.

E foi exatamente o que aconteceu.

Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.

Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.

— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?

Ele respondeu com a maior tranquilidade:

— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.

Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.

Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.

O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.

Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.

Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.

Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.

Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.

Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.

Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.

Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.

O porteiro respondeu:

— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.

Estranhei.

— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.

Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.

— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.

A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.

A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.

Era uma gigante do setor.

Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.

Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.

Saí dali e segui para o trabalho.

Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.

Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.

— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.

A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.

Poucos segundos depois ele atendeu.

Não fez apresentações nem rodeios.

Perguntou apenas:

— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?

Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.

E mudou.

Nada a perder


Não, você não tem nada a perder,
nem nada a ganhar...
a vida é só pra se viver,
dela nenhum troféu ninguém vai levar.
Na lida diária da vida, nada a perder, nem a ganhar,
somente o sopro do instante você tem pra lhe guiar.
Entre sombras e luzes, um navegar sereno, às vezes, puro veneno...
O tempo se desfaz em um instante dorido, sofrido ou deleitável, ameno.
Passos que não pesam, olhos que só veem a essência do agora que a alma consigo carrega... é tudo o que a vida pra você entrega
No silêncio do peito, um doce despertar, ou de um pesadelo com o amanhecer se livrar...
Na vida, nada a perder, nada a ganhar... apenas um eterno caminhar pra no nada um dia chegar.
Um dia de cada vez,
não importa o que você fez
ou o que deixou de fazer...
viva da vida o que dá pra viver,
viver de verdade não é pra valer...
até porque...
não fim todo mundo vai mesmo é morrer.

⁠Vocês não têm a nada a fazer, senão ganhar almas. Portanto, gastem e sejam gastos nesta obra. John Wesley. Conferência em Bristol - 1745.

A nossa maior vitória é perder o mundo, mas ganhar a Eternidade.

“A Pedagogia da Derrota”


Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro.

E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa.



O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé.



Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável.



Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar.



Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis.



Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima?



A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez.



Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior.



Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade.



Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído.



No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.

Desinformação dentro da gaiola brasileira faz ganhar eleição...
Palavras bonitas não o feijão na mesa...
Quem disse que vivemos na democracia da gaiola.
Pois não gaiola se tem vista para janela,
Logo são expostos os quatro anos passados a gaiola boa tem estar limpa...

Amar e ser amado é ganhar na loteria da vida…
Ter bens que o dinheiro compra e não ter com quem compartilhá-los é uma conquista ilusória…
Valorize quem tem o abraço que enlaça, o cheiro no cangote que arrepia, o beijo-estátua que te faz rir e ainda te oferece a lua…
São tesouros que só o amor conquista.

"Mudar de vida não é apenas ganhar mais dinheiro; é reconfigurar sua mente para enxergar oportunidades de escala global onde outros só veem obstáculos."

Nos tempos de hoje,
onde tudo é comprado e vendido,
se eu ganhar,
um seguidor sem comprar,
satisfeito eu me sinto!

SE VOCÊ GANHAR UM PRÊMIO, NÃO VÁ RELAXAR E NEM SE ACHAR, TEM UM HORIZONTE PRA CONQUISTAR.

⁠Você nasceu para ser feliz

⁠Sedes fiel ao pouco
Ao teu presente
Sem passado e futuro
E ganharás a coroa da vida
Sentirás a vida em sua plenitude
E contemplarás o poder do infinito:
A grande verdade da sua vida.
Aqui e ago
Paz❤️

"Se eu conseguir salvar uma alma, já ganhei o dobro da minha vida, se eu conseguir ganhar duas, então eu ajudei a derrotar o inferno"