Ganhar

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Até para ganhar na Mega-Sena, sorte não é o suficiente!

As novelas ensinam três coisas lucrativas: ganhar dinheiro como as prostitutas, mentir como o diabo e buscar a felicidade como ilusão passageira.

Amigos o basquete é o esporte da vida moderna


Os motivos
1- nunca podemos ganhar uma partida sem o grupo
2- times melhores ,são aqueles ,que todo o grupo pontua ( faz pontos )
3- o time tem que fazer cesta em 23 segundos . Isso é a vida moderna
A- temos que decidir em grupo
B-temos que ser rápidos no raciocínio para decidir o rumo do jogo ( nossa vida)
4- não dá para ficar no blalablablá Temos 23 segundos Para essa decisão
5- todos trabalhamos atacando e defendendo ao mesmo tempo
6- um esporte altamente dinâmico
7- não é atoa que é o esporte favorito da 1 nação do mundo !!

O método mais fácil de pensar e ganhar dinheiro chama-se trabalho, enquanto que o mais difícil é ser prático, que precisa de responsabilidade, conhecimento, saúde, determinação, vontade, disposição e ânimo para trabalhar.

“Demonstrando um amor tímido, dificilmente você engajará ou ganhará alguém para Cristo.”
— Anderson Silva

⁠ Ganhar Liberta e Brasileirão
Disputar a Copa pela Seleção
Jogar na Premier League
Alcançar Champions League
Sonhar com bola de ouro
Cabelo preto ou louro
Futebol é o que manda
Não pode faltar o Samba.

⁠O dinheiro que você ganha por fazer o que faz é o que você merece ganhar, mas você não está pronto pra essa conversa.

"A tecnologia pode até ganhar a atenção do algoritmo, mas apenas a verdade de uma voz humana é capaz de conquistar a confiança de um cliente." Paulo Kroich

Durante uma crise profissional não se deixe abater. Crie outro meio de ganhar dinheiro de forma até vitalícia. Use isso tudo para planejar novos rumos. Comece hoje. Repensa sua vocação.

“A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.

Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.

Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso no poema quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “

Eu Não me importo se a Vida é um Jogo !
Sei perder e Ganhar mas Não me canso de Tentar .

Fazer barulho é fácil.
Difícil é ganhar confiança.
Pare de só querer chamar atenção.
Comece a construir marca.
Construa reputação.
Faça branding.


– Luciano Montelatto

“A Pedagogia da Derrota”


Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro.

E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa.



O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé.



Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável.



Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar.



Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis.



Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima?



A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez.



Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior.



Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade.



Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído.



No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.

Em Tempo de Poeminha

Tamanho nunca foi documento
É chorar nunca foi argumento.
Ganhar no grito é feio
E ser feio não é bonito.

Ciranda nem sempre foi cantiga
Cantigas nem sempre foram de roda
Gato nunca usou bota
E foi-se o tempo do relógio de corda.

Assim como foi o tempo do orelhão
E das fichas de telefone
De crença em Coelho da Páscoa
E medo de Lobisomem.

E quase sempre o tempo
Acaba sendo a cura de tudo.
E quase sempre a cura de tudo
Acaba vindo com o tempo.

⁠É preciso entender que desde que o mundo é mundo existe o interesse em ganhar, faturar sobre algo ou alguém, isso não vai mudar, o que acontece em alguns casos, (pessoas e instituições) que aplicam a gratuidade, vezes vem disfarçada também de alguma intenção de retorno, mesmo que seja somente de marketing.
Agora quem realmente doa, é uma minoria, que dificilmente você vai ver por ai dando bandeira.

⁠Pra ganhar tempo, tem que ter dinheiro.

“A maior façanha dos políticos corruptos não é ganhar as eleições, mas deixar seus eleitores com a consciência cauterizada.”
— Anderson Silva

Quando te abracei pela primeira vez .
Quis ser seu mundo
E fui fundo
Pra te ganhar

Quando te beijei pela primeira vez
Vi meus sonhos tomarem formas
E acordei com o desejo de conquistar

Quando te olhei pela primeira vez...
Não teve jeito
Me perdi, me apaixonei...

+Q Técnicos em TI:
Se 1=B, 2=O, 3=M, 4=D, 5=I e 6=A
Ganhar um 1eijo no 2lho logo pela 3anhã é sinal 4e que recebes um 5menso 6mor.
No Excel: sendo " " um 'espaço'
=Concatenar (1;2;3;" ";4;5;6;"!")
BOM DIA!

Envelhecer não é ganhar controle, é descobrir que nunca tivemos. A vida nos lança no mundo sem inicio claro, sem garantias, sem respostas definidas. Somos moldados por crenças, costumes e moralidades que nos julgam antes mesmo de nos permitirem ser quem somos. Buscamos perfeição, poder, reconhecimento, mas nada disso traz sentido sólido. No fim, percebemos, a vida passa como um vento e o verdadeiro conflito está entre o que somos e o que o mundo nos permite ser.