Ganância

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A maior ganância da vida não seria desejar o que não se tem, mas impossibilitar os outros de terem pelo menos o mínimo!

Riqueza trilionária não é ganância, é missão bem executada.

A ganância se veste de necessidade, enquanto a indiferença se mascara de "falta de tempo".

É triste ver palavras de ajuda servindo de enfeite para quem vive mergulhado na ganância.

A ganância cega; a ambição com valores ilumina.

Ganhe o mundo com sua inteligência, mas nunca perca sua alma para a ganância.

A ganância destrói o futuro; a ambição ética constrói impérios.

Sou imune à ganância, pois minha alma já é plena de tudo o que é real.

A ética hipócrita é aquela que aponta o erro do vizinho com um dedo sujo de ganância.

Quem coloca preço em cada palavra de ajuda está vendendo a própria alma para a ganância; o conselho trilionário nasce do caráter, não do caixa.

"A ganância é o ouro que enferruja; a humildade de Isaque Ramon é o diamante que o tempo apenas faz brilhar mais."

"O brilho nos olhos de quem quer vencer honestamente não tem nada a ver com a ganância de quem vive de desvios. Um quer construir um legado; o outro só quer saquear o presente."

A ganância deseja até o que não pode ter; a sabedoria deseja apenas o que não lhe pode ser tirado.

"A minha ambição não nasce da ganância, mas da consciência de que sou herdeiro do Criador, e um Rei não deseja que Seus filhos vivam na escassez."

A morte da ganância é o nascimento da verdadeira prosperidade.

A vida é como as quatro estações do ano.

Quando existe ganância por mídia, dinheiro e poder, as estações acontecem assim:

No inverno, a pessoa está ali se organizando, planejando cada passo.

No outono, tudo começa a ficar preparado, alinhado para crescer.

Na primavera, vive tudo a todo vapor, passando por cima de tudo e de todos, sem perceber os limites.

Mas o verão chega.

E quando ele chega, o calor se torna tão insuportável que tudo aquilo que foi preparado no inverno, conquistado no outono e vivido intensamente na primavera, acaba se perdendo no verão.

— Beto Chacon

A ganância do homem é a sua destruição e a sua ruína.

"A corrupção é a materialização pública da ganância que corrói a alma. Ao abdicar da missão para banquetear-se com o erário, o homem opera a mais trágica das inversões e sob a ilusão de acumular poder, torna-se o vigia acuado de tesouros clandestinos. O preço do desvio não se mede nas cifras subtraídas do coletivo, mas na falência espiritual do próprio opressor, descobrindo, tarde demais, que as correntes douradas do delito cometido pesam o dobro e que nenhuma fortuna compra a paz interior que ele vendeu ao tribunal da consciência."

A ganância do homem raramente começa como maldade.
Ela nasce como medo.

Medo de faltar.
Medo de ser pequeno.
Medo de voltar a ser ninguém.

No início, é só cuidado. Depois vira acúmulo.
O problema é que o limite quase nunca chega — porque a ganância não quer coisas, quer controle.

Quanto mais o homem tem, mais ele teme perder.
E quanto mais teme, menos ele confia.
Aos poucos, troca relações por vantagens, princípios por conveniência, caráter por resultado.

A ironia é cruel:
a ganância promete segurança, mas entrega prisão.
Promete poder, mas produz vazio.
O homem ganha o mundo e perde o senso de “basta”.

E quando tudo vira meio — pessoas, tempo, até a própria alma —
ele já não sabe mais se vive para possuir
ou se possui apenas para não encarar o que falta dentro.

A ganância não é excesso de desejo.
É falta de sentido.

A ganância ensina a conquistar,
a honestidade ensina a permanecer.
Uma junta coisas,
a outra sustenta a alma.
No fim, só a honestidade permite
dormir sem fugir de si.
— Sariel Oliveira