Futilidade
Chama
Ardente!
Queima essa vontade
de viver para saudade
ou para a futilidade.
Para o mundo,
vamos aos montes,
bem longe,
onde ninguém se esconde.
Explode em brasa
o que me atrasa,
e em cinza leve
o que se disperse...
Chama,
aquece o coração
de quem não me esquece!
Quem ama compreende e não troca por orgulho, quem ama honra e não magoa por motivo fútil;
Quem ama perdoa e não briga para machucar, quem ama cuida e não fica só por ficar;
Quem ama tem responsabilidade, quem ama senti saudades, quem ama é apaixonado e tem coração que criam asas;
Eu só acho que o carinho e a admiração, assim como a felicidade, devem ser vividos, e não expostos a todo custo, pois em sintonia com a futilidade perdem todo seu valor.
E é tanta gente desinteressante, tanta hipocrisia, tanta gente vazia, tanto assunto inútil, que ando com preguiça para sair de casa.
Ostentação é o ato ou efeito de ostentar, quer dizer “apresentar” ou “mostrar” num sentido exibicionista, estando ligado ao orgulho, à presunção ou simplesmente à vaidade. É o ato de alguém que exibe as suas "riquezas" ou as suas próprias "qualidades", sublinhando a importância de algo que tem, que fez ou que é. Em boa parte dos casos acontece para retirar o foco de atrativos inexistentes.
Ostentação é uma palavra que tem origem no termo em latim ostentatio, que significa exibição vã ou inútil. Uma pessoa que recorre à ostentação é muitas vezes conhecida como afetada ou fútil.
Quem tenta ostentar com bens e atitudes que financeiramente não pode manter, acaba se tornando escravo da sua própria futilidade.
Metamorfose social
Mentes levianas
Mundo comercial
Máscaras cotidianas.
Almas em perigo
À beira do precipício
Estou eu em devaneio
Neste mundo fictício?
Felicidades plásticas
Letargia moral
Atitudes apáticas
Declínio comportamental.
Homem ou besta fera
Seja como for
A fera que engole à si mesmo
Causando sua própria dor.
Falsos conceitos
Falsas verdades
Falsas empatias
Falsas ações...
Realidade de afirmações
Permeio em indagações
Mas jamais embriagado
Pelas falsas emoções.
“Vejo ingratidão e egoísmo de uma única forma: quando você faz por uma pessoa, tudo que pode e não pode a vida inteira, e quando deixa de algo mínimo ou fútil que seja, a mesma aleatoriamente, pra não dizer cruelmente, lhe prega na cruz!!! O mínimo de retorno que você necessita doar para o seu próprio bem é o desapego. Desapegar de tudo que é fútil, oco, vazio, que vive de aparência e nada lhe acrescenta.”
Não revido a sua falta de compreensão de nada vale uma guerra fútil, raros são aqueles que criam uma a favor do BEM.
O fútil vive da aparência, sua reputação é sua subsistência.
O sábio vive da diferença, só se importa com sua consciência.
Aos que buscam pela beleza, cuidado com a futilidade. Aos que buscam pela religiosidade, cuidado com o preconceito. E aos que buscam pela sabedoria, cuidado com o vazio, pois, não raro, os extremos se tocam.
