Futebol
Driblou, bateu,
É Gol?
Não, não é gol!
Apenas bateu
Aliás, não bateu,
Estão batendo
Mas quem Bate?!
E quem apanha?!
Na realidade, bate o fraco
Apanha o forte
Quem é fraco?
Quem é forte?
Quem pensa ser Fraco é forte
Quem pensa ser Forte é fraco
O grande que pensa ser forte
Realmente é o fraco
O pequeno que pensa ser fraco
Não é fraco não
Pois é mais que milhão
Pense nisso multidão
Uma única sugestão
Sendo fraco ou forte
Pequeno ou grande
Vence a UNIÃO
Captou MULTIDÃO??
Estou cansado de ser flamenguista, cada dia é um problema, cada dia é uma falha, cada dia é uma batalha, nenhuma vitória vem fácil, nenhum título vem sem sofrimento, isso realmente é cansativo. Estou cansado de ter que me superar, cansado de ter que provar para todos que somos os melhores, cansado de provar que mesmo com 1% de chance nossa torcida incentiva e leva o time ao impossível. Ser flamenguista é isso, é batalhar, é chorar e superar a adversidades não só no futebol, mas também em nossas vidas. Resumindo, ser o melhor, o maior e o mais perseguido é realmente cansativo. Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer! Mas e os outros? ahh deixa pra lá, são apenas os outros!
Vários pagando de exemplo, sendo que na verdade, realmente não é espelho à ninguém tio! Vai vendo... Todo mundo erra, mas persistir, continuar no erro é idiotice, ignorância, imbecilidade. Sem mais!
É fácil julgar os outros, criticar, falar e tals... Mas a pessoa liga tanto para isso, que esquece até dela mesmo. Paga de perfeição, mas não enxerga seus próprios erros, defeitos, falhas e pá. Fita verídica... FALADOR PASSA MAL !!!
O Brasil perdeu? Perdeu. Levou uma goleada em casa? Levou. Há quem diga que jogou mal, há otimistas que acreditam que jogou bem. Bom, isso não importa mais. A realidade tá aí, não conquistamos o hexa, estamos fora da copa em nossa própria casa. Vamos ter que engolir goela abaixo todo tipo de piadinha feita por gringos de toda parte do mundo; mas o que mais vai doer são as piadas feita pelos brasileiros. Brasileiros que enquanto o Brasil estava ganhando eram os maiores patriotas; brasileiros que enquanto estavam saindo mais cedo do serviço, vestiam suas camisas verdes e amarelas e vibravam com o gol; brasileiros que só eram unidos na hora de festejar e sair por aí fazendo algazarra. Mas agora eu pergunto, cadê toda aquela gente que postava em suas redes sociais frases de incentivo pros jogadores? Hein? Cadê todo mundo? Ah, lembrei, era a semifinal né, caso o Brasil ganhasse, o próximo jogo seria num domingo mesmo, então foda-se se o Brasil ganhou ou perdeu, ninguém vai sair duas ou três horas mais cedo do serviço. É fácil ser patriota na hora do bem e bom, com festa, cerveja e churrasco pra comemorar. Quero ver agora, ser patriota com a goleada de hoje. Porque agora que é hora de dar apoio aos jogadores, postar frases de incentivo. Eu tenho total certeza que eles deram o seu melhor, se foi o suficiente ou não, não vem ao caso. Porque eu acredito que nenhum deles queriam perder, acredito que estão todos mal e com vergonha dessa derrota. Eu estou com vergonha dessa derrota! Mas e aí? O que a gente vai fazer agora? Meter a boca no Júlio César? Colocar a culpa no Neymar que há quem diga que ele só pensa em ser artilheiro e não joga em grupo? Ou melhor, colocar a culpa na Dilma, no Ronaldo, nos estádios construídos, na super faturação, e nos hospitais que não saíram do papel? Acho que agora é a hora de nos unirmos e mostrar a força do Brasil. Agora é a hora de dar apoio aos jogadores que fizeram o que podiam. Agora é a hora Brasil, de irmos as urnas e fazermos nossos protestos. Esse é o ano em que podemos fazer alguma coisa pelo futuro do Brasil, é o momento do voto consciente. É ano de copa, é ano de eleição, é ano de levantarmos nossas bundas da cadeira e escolhermos o que queremos para o futuro do Brasil. Ou sentamos e esperamos mais quatro anos, quem sabe em 2018 vem o hexa, quem sabe em 2018 criamos consciência e colocamos no poder do Brasil um Presidente que vá mudar essa palhaçada que virou esse País. Ah, e pra quem não acreditava no nosso futebol e dizia que essa copa já tava comprada, tá aí a prova de que o nossos jogadores tiveram capacidade de chegar até uma semifinal sem ter comprado nada!
Eu nunca paguei e nem vou pagar, para entrar em um estádio apenas para verem "os outros se divertirem" jogando bola.
No campo e na vida
“A queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!”
“Não é normal cair um viaduto de $500 milhões!”
“A vida é um combate que aos fracos abate, aos fortes aos bravos só pode exaltar” (Gonçalves Dias)
Tanto para o campo de futebol, como para a vida, precisamos estar preparados.
Não há como conseguirmos uma vitória, em qualquer campeonato, sem preparação, sem concentração, sem garra.
Disse, há alguns dias, que a vida é feita de “jogo duro”. Parece que os jogadores da seleção brasileira perceberam isso hoje, 08 de julho, ao enfrentarem uma Alemanha organizada, concentrada, há anos, para a Copa do Brasil.
Pasmem! Foram 08 (oito) anos juntos, preparando-se para a Copa do Brasil.
Foram oito anos de seriedade em relação ao esporte, à competição, não em relação ao que a vitória pode render em termos de dinheiro e de notoriedade.
Bom será se o aprendizado for o resultado desta percepção, deste “sofrer na pele” a diferença entre a fantasia e a realidade.
Nosso país acordará mais consciente no dia 09 de julho, dia em que se comemora uma das mais importantes revoluções em nosso país, a Revolução Constitucionalista de 1.932, uma revolução que foi feita, exatamente, para voltar as coisas aos seus devidos lugares.
Estará ainda incrédulo, atônito, mas estará mais consciente. Terá, então, a oportunidade histórica de “Cair na Real”, de perceber que “a vida é um eterno combate, que aos fracos abate”, e aceitará, então, que não fizemos por vencer.
Se retrocedermos um pouco, veremos que em nenhum momento a Seleção Brasileira levou a sério este Mundial. Em nenhum momento as opiniões dos torcedores e da imprensa foram respeitadas.
Baladas, visitas de familiares, visitas de vizinhos, oba-oba, samba, esta era a tônica da preparação dos nossos jogadores do “tudo pode”, enquanto as outras seleções treinavam, suavam a camisa, se concentravam para os jogos e estudavam (e muito!) os adversários.
Poucas horas depois de desembarcar no Brasil a Holanda já estava treinando na praia, já estava concentrada nas responsabilidades que tinha perante seu público!
É fundamental que o Brasil caia na real!
É imperioso que nós, brasileiros, paremos um pouco para repensar nosso país, repensar nossos hábitos, repensar nossa filosofia de vida, enfim.
É muito importante que percebamos que não se pode construir um país sério baseado na fantasia.
Não gostamos de levar nada a sério! Achamos bonito e engraçado quando ouvimos falar que o Brasil é o “país do jeitinho”.
Não podemos!
O fato de “Deus ser brasileiro” não nos isenta de nossas responsabilidades, ao contrário, nos torna mais responsáveis ainda! Nossa vida, nossa existência, nossa origem divina não nos permite levar as coisas no “jeitinho”.
Há que se ter seriedade com as coisas públicas! Há que se ter seriedade nos estudos, no trabalho, nos relacionamentos, e em tudo o mais que fazemos. Até nas brincadeiras, nos jogos de carta, e inclusive nos esportes.
Não podemos achar que é normal ficar sem água, ter buracos nas estradas, vivermos na insegurança, não termos hospitais adequados, não termos atendimento médico de qualidade, não termos uma administração pública preocupada com o bem público, não conhecermos o planejamento de nossa cidade, de nosso estado, de nosso país.
Isto não é normal!
Não é normal cair um viaduto de $500milhões (quinhentos milhões)!
A corrupção não é algo que está ligado ao humano. Não é normal, e não podemos aceitar!
Como queremos passar em um concurso público sem estudar? Como queremos “ir levando” um curso universitário, ou qualquer outro, e ter um bom resultado ao final?
Como aprenderemos a ler e escrever sem leitura?
Como podemos ser músicos sem estudo e sem prática?
Como podemos ter resultados em nossas empresas sem seriedade e trabalho duro?
E como podemos vencer uma COPA DO MUNDO sem preparação e seriedade?
Este texto é um convite à reflexão, de verdade! Um convite ao debate, ao repensar, à consciência.
Não estamos perdendo somente nos campos de futebol. Todos nossos índices são piores que os da Alemanha e dos países afins.
Na educação, na produtividade, no desenvolvimento tecnológico, no investimento em pesquisas e desenvolvimento, entre outros.
Queridos leitores, a queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!
O desastre estava anunciado e cantado em verso e prosa.
O Brasil acordará, neste Nove de Julho, mais maduro, mais preparado para a vida, mais preparado para as mudanças que o Mundo moderno exige.
Bem mais preparado para se tornar em um País Real!
Hoje em dia muita gente ganha dinheiro e enriquece por conta da ignorância do povo, tanto que qualquer um pode criar uma tese, um conceito sobre o que desejar. O percentual de aceitação/adesão dependerá da amplitude da propaganda/divulgação a ser alcançada. É por isso que inúmeras mentiras se transformam em verdades.
Há brasileiros morrendo na construção de estádios, para que empresários bem sucedidos recebam dinheiro, gerado pelos que pagarão para ver jogos de futebol, na Copa do Mundo.
Que bom se a família desses brasileiros mortos recebessem uma comissão gerada pelos que vão gastar dinheiro na Copa!
A canhota para destros
Um gol perdido pelo capricho da perna destra pode ser um desastre cômico, mesmo para aqueles que possuem total concentração no pé direito. Driblar com a perna direita, trazendo pra dentro, arriscando um arremate com a mesma pode não parecer, mas é inviável - salvo por exceções. Mesmo assim o momento nos força a acreditar que é chutando de canhota que as coisas se complicam. E o risco de, numa situação dessas, bater com a destra, é uma “trivela inversa” - sei que o termo produz uma imagem desengonçada - que, pelo desequilíbrio induzido pelo curso livre da bola, após uma matada ou percurso indefinido, não chega a ser chute mascado ou espirrado, e vou comparar com uma desculpa da sinuca: faltou giz no taco. Como diria um conhecido narrador esportivo em seu comentário: "que beleza!"
Jogar com as duas pernas pode parecer um paradoxo. O jogador cresceu chutando com aquela perna direita, com a qual se sentiu mais à vontade para bater no gol, driblar, tomar a bola do adversário, fazer um passe. Criou uma perna viciada e, em momentos, descontrolada e alienada, egoísta; e com uma personalidade forte mas, nem por isso, livre do castigo da desatenção, que leva ao erro. Porque, ao passar do tempo é como se não lhe fosse permitido atuar com as duas, ou então, uma proeza para os craques (como muito se fala, para não dizer para poucos), ou mesmo que não sejam considerados craques, para pessoas que nasceram com uma habilidade especial, um dom: ser ambidestro. Criou-se um mito em torno do ambidestro, na proporção “8 ou 80”, que permeia o imaginário futebolístico. Por isso, esquece-se com frequência da natureza da perna esquerda; ela é preterida, mas pode ser tão surpreendentemente extraordinária e potente na mesma medida, que pode até apresentar um resultado superior ao comumente obtido pela destra. Fato que faz com que nem mesmo o autor do chute acredite no feito.
Embora nos apeguemos à simetria, ou seja, uma perna “igual” à outra, - pelo menos aparente, poupe-me da necessidade dos detalhes - de forma oposta, não há como negar que possuem mentalidades diferentes (ou pelo menos é a hipótese que sugiro - estranhas uma à outra). Quem nunca experimentou escrever com a mão esquerda, ou até mesmo, viu-se forçado a isso por alguma circunstância do destino ou do acaso? Em um primeiro momento é uma sensação desconfortante, comparável a andar em um ambiente escuro, desconhecido. Parece tudo ao contrário, se desenvolve para o outro lado, a caligrafia por mais que se tente com esmero, não se compara à escrita destra - atente que meu ponto de vista é o de um destro. Portanto, praticar a escrita com a mão esquerda é algo que se faz quando não se tem o que fazer (em situações muito isoladas, e é uma prática que ao passar do tempo é deixada de lado na medida em que o sujeito amadurece). E, em situações que exigem alta concentração, praticidade, agilidade e excelência, não é a esquerda que entra em ação, é a destra. E a perna canhota, partindo desta análise subjetiva dos membros superiores, pelo histórico do jogador de estar habituado a bater de direita, passa despercebida, esquecida. É como se o jogador, em seu imaginário, acreditasse que não há opção, se não bater de direita. Para o destro nato, bater de canhota não chega a ser considerada nem como última alternativa na maioria dos casos.
Por fim, a favor da canhota, há de se ressaltar o seguinte: imprevisibilidade. Aquele que ousa chutar com as duas pernas, entendendo a maneira como os pés buscam estratégias para bater na bola, torna difícil a reação do adversário quando esse exerce marcação, que tende, inconscientemente, a focá-la prevendo o chute com uma das pernas (a destra). Você já ouviu aquele ditado: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Pois, transpondo para o nosso texto, num “insight” futebolístico (me permito escrever): ele não sabia que era possível bater de canhota, foi lá e (não só bateu) fez um golaço.
O preto e branco sem o vermelho não tem valor,já o vermelho sem o preto e branco não vale nada,TE AMO SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE!
Existem vencedores derrotados e derrotados vencedores entre os vencedores e perdedores, pois o que sinaliza a balança entre eles é a intensidade da experiência vivenciada.
Precisamos muito aprender como vivenciarmos a política com as torcidas organizadas e amantes do bom futebol.
Só cavalheiros ergueram a taça. Homens de escolas elegantes, com roupas elegantes, vidas elegantes. Imagine como seria ver homens como nós erguendo-a.
O Coelho e a Tartaruga
Uma crônica de julho de 2006 - Copa da Alemanha
O coelho desfrutava da fama de ser o mais veloz entre todos os animais. Todos diziam que não havia quem pudesse vencê-lo em uma corrida. Um dia, como acontecia de tempos em tempos, apresentou-se um desafiante: a tartaruga, é claro. Marcada a data do desafio, todos voltaram sua atenção para o coelho, que fazia apresentações públicas, executando piruetas e outras peripécias diante de multidões. Na tartaruga poucos apostavam; na verdade, só as tartarugas mesmo.
Chegado o momento da competição, a tartaruga, careca, como são as melhores tartarugas, posicionou-se na linha de largada, ajeitando-se dentro do seu pesado casco. Ao lado dela, o coelho, dentuço, como são os melhores coelhos, usando a sua tradicional e temida camisa amarelo-pamonha e uma tiara no cabelo. A tartaruga saiu na frente. Os comentaristas diziam que o coelho precisava de 10 ou 15 minutos para atingir o seu melhor desempenho.
Passados os 15 minutos, a tartaruga continuava na frente e ganhando distância, dando o melhor de si. Alguns diziam que o coelho, cinco vezes campeão mundial, não era atleta de se preocupar com os adversários e que sua vitória viria naturalmente, dada a sua superioridade sobre o oponente. Um comentarista de uma floresta hermana dizia que “cuando comenzar a correr, no habrá quien lo detenga”. O público assistia a tudo em suspense, aguardando o momento em que o coelho mostraria o seu verdadeiro potencial e tomaria a frente da tartaruga rumo à linha de chegada. Mas, inexplicavelmente, o dentuço não parecia páreo para o seu adversário. No futuro, alguns animais diriam que ele estivera dormindo na pista.
Chegando à metade da prova, ponto que a tartaruga já tinha há muito ultrapassado, o coelho fez uma rápida (não muito) parada para trocar os tênis prateados pelos dourados, mas o seu desempenho não melhorou absolutamente nada. A tartaruga já se aproximava da linha de chegada quando os comentaristas lembravam que ainda havia tempo para que o coelho vencesse a prova. Segundo eles, a alegria, a ginga, a irreverência... coisas assim do coelho, poderiam colocá-lo à frente da tartaruga, sabe-se lá de que maneira.
Nos últimos instantes, quando a tartaruga já se aproximava dos metros finais da prova, e o público, em silêncio, constatava a última oportunidade para uma reação espetacular, o coelho parou para ajeitar as meias e nem viu quando o seu adversário cruzou a linha de chegada, triunfante, conquistando para o reino das tartarugas o título de “animais mais velozes do planeta”. Mais tarde, na entrevista coletiva, o dentuço diria que se sentia muito triste por não ter dado aos coelhos a alegria que eles tanto esperavam – o título de campeões naquilo que eles sabem fazer melhor –, mas que desde que comprara uma Ferrari, perdera o hábito de correr com as próprias pernas.
Significado da torcida
Se buscar o significado de torcida na história vai dizer que as esposas assistiam os jogos de seus esposos e ficavam torcendo a camiseta ás vezes do suor do marido, ás vezes por nervosismo. Já se buscar no dicionário vai dizer que torcida é:
[Brasil]Ato ou efeito de torcer.
Grupo de torcedores, conjunto de adeptos de um clube esportivo.
Mas qual o sentido de torcer, antes via meu pai assistindo diversos jogos com emoção torcendo, mas eu nunca entendi o sentido disso, eu não entendia para quer torcer no futebol, ele até assisti outros jogos sem ser do time que ele torce. Eu só torcia quando eu jogava, e obviamente para o meu time, mesmo assim eu torcia para o Flamengo e ASA, porém diferente dele eu só ficava querendo que eles vencesse, nem chegava a assistir ao jogo, mas obviamente quando meu pai me levava para assistir o ASA jogar eu não sabia o que acontecia que ficava totalmente vidrada no jogo, torcendo sem parar para o ASA.
Não sei quando, ou o porque, eu comecei a torcer feito meu pai nos jogos da TV, igual como ficava no estádio, quando você torce no estádio, com a sua torcida e motivação pode mudar o resultado do jogo, em casa eu acho que independente de onde esteja vendo o jogo a emoção continua, afinal o mesmo jogo que se passa no estádio se passa na TV.
Mesmo torcedora ás vezes tenho raiva do meu time por ter perdido um gol, por levar faltas, e as vezes até raiva do juiz mas isso só aumenta minha emoção e torcida. Acredito que nunca, jamais, em hipótese alguma, abondarei o futebol, nem como torcida. Eu torço ao rubro negro Flamengo e meu time de município ASA, mas não importa eu sei que se mesmo eu parar de torcer para esses times eu sempre torcerei para a Seleção Brasileira.
Algo que é certo é que o futebol necessita da torcida.
Algo que é fato é que várias pessoas do país todo brigam por futebol, uns com respeito e “flores”, já outros com brutalidade e “pedras", mas no fim todos torcem para um time em comum, Brasil.
Atletas e clubes esportivos que deixam para investir em tecnologia e em psicologia, como ferramentas de trabalho, somente quando melhora a situação financeira, é como um doente que resolve que irá comprar remédio quando ficar melhor, ou um empresário que corta o investimento em propaganda quando sua empresa está começando ou falindo, notoriamente certificando se tratar de péssimos empreendedores.
