Frustração
"Deus sabe de todas as coisas" é a resposta típica dos cristãos para evitar lidar com frustrações da vida real.
Existe um elo de ligação entre o agressor e a vítima no bullying e ele precisa ser quebrado através da promoção de autoestima e segurança pessoal, bem como aprendendo a lidar com a frustração de forma mais construtiva, tendo assim ambos um posicionamento mais coerente diante dos problemas existenciais de cada qual.
Pare de oferecer ajuda a quem não quer. Você vai evitar o desgaste pessoal. Mantenha seu equilíbrio e viva sua vida, porque seu exemplo pode ser a melhor ajuda para o momento que esta pessoa realmente precisar.
Às vezes é preciso dar alguns passos na direção errada para ajustar o rumo da direção correta.
Estabeleça metas e procure ter seus objetivos bem definidos, pois quem não sabe o que procura nunca saberá quando achou!
Na escolha entre o certo e o errado ou o bem e o mal, a melhor opção nem sempre é a mais atrativa, aliás este é o grande dilema que vivemos na vida.
O medicamento psiquiátrico só diminui a resistência orgânica, mas não cria hábitos e nem muda o padrão de comportamento.
Quando quebramos nossas expectativas, quando nos frustramos e perdemos algo importante, devemos passar pelo luto.
A força de um ano pessoal é muito intensa. Ainda que tentemos resistir, ela sempre exercerá um poder magnético irrefreável sobre nossas vidas. Conhecer, entender e agir em consonância com essa força é uma das maneiras mais efetivas de se evitar uma coleção de frustrações ao longo da trajetória da vida.
Quanto mais as pessoas vivem à mercê das opiniões alheias e não despertam para desenvolver seu verdadeiro talento, mais se frustram e se sentem infelizes por não viverem intensamente seu chamado.
Quem ficar sentado, aguardando por uma epifania, vai se cansar, se frustrar ainda mais e sentir um vazio crescente, que traz malefícios não apenas à realização financeira, amorosa e profissional, mas também – e principalmente – à saúde mental, espiritual e física.
A maioria das pessoas está mais preocupada em julgar o que está fora do que corrigir o que está dentro.
“Não há maior intercorrência no mundo que ao cumprir sua missão com muita fé e luta, não podemos burlar”.
Em fim 25 anos...
25 anos vívidos?
Ou Apenas...
25 anos existindo?
O que me revela esses 25 anos?!
Dos 15 para o 25 lá se foram 10 anos...
Em 10 anos tudo mudou, desde do meu corpo, ao amadurecimento dos meus pensamentos... Aos 17 me arrancaram brutalmente um pedaço de mim, desde então venho aprendendo o que é força para seguir em frente. As vezes percebo o tempo passando quando me olho no espelho, e vejo que a pele em meu rosto já não é tão firme, ou quando percebi um cabelo branco os meus 24 anos e desde então venho achando hora ou outra um perdido. Com meus 24 anos quase me deixei levar pelas decepções e frustrações. Venho presenciando esse mundo de adultos, e me aprofundando a cada ano que se passa. Ahhh minha infância, doce e encatada infância, como eu queria voltar no tempo e estagnar. Só para continuar acreditando no mundo com empatia e amor.
EXPECTATIVA
Viver além da medida nem sempre é bom.
Rápido tudo deveria acontecer e nem sempre consegue. Mente humana deseja tudo muito frenético é da minha natureza. Os neurônios passam estímulos acelerados, tudo é urgente. O inconsciente espera a qualquer modo concretizar e realizar. A vontade alheia não há como determinar, se perde o controle não há como dominar
Viver além da medida nem sempre é bom.
Projeto nos outros desejos ansiosos. Plenamente como satisfazer tantos anseios.
Relacionamentos acredito que enganam. Reagindo com revolta por sentir traição.
Buraco fundo que não é preenchido. Manipular para transcorrer na conformidade esperada não existe.
Viver além da medida não é bom.
Mudar se faz necessário para viver racionalmente. Tranquilidade falta, se vive na angustia do desespero. Aceitar e aprender a controlar é essencial para um bom senso. Libertar a alma do sofrimento e deixar de ser seu prisioneiro.
Viver além da medida é ruim. Gera frustração além das expectativas.
Cassia Guimarães
Sempre dá vontade, de vestir um personagem "contrário", demente, e afundar nas ondas que ele criar.
Sempre dá vontade, de apagar àquilo que sabemos que somos, para não se dilacerar, por não ser, de fato (...).
