Fria
Existem noites Sombrias,na qual Tudo é morto a suas vbolta.
A terra fria acolhe igualmente Fortes e fracos.
Nesta Vida nada é tão permanente!!!!!!
Hoje VoCê tem a Vida um dia Ela morre.
Silêncios e trevas- Eis a morte...
A saudade
Em todo coração existe um conto
Onde se esconde uma saudade fria
Saudade que possui meigo encanto
Daquele bem que foi amado um dia
E assim que há noite e o sono principia ao poder do seu mágico quebranto
Esta saudade que se transforma tanto
Em sonhos que são lúbricos desejos
Beijando a boca dos antigos beijos
Beijo também os lábios de ironia
Mais, no esplendor fugas dos pensamentos
Antegozando o amor de iguais momentos
Volto a este bem que foi amado um dia
Pode ser difícil de acreditar, mas esta garota amarga e fria que tanto xinga palavrões e é grossa com qualquer desconhecido que tenta intrometer sua vida simplesmente ama silenciosamente demais e não sabe lhe-dar com isso.
Sou doce. Sou azeda. Sou fria. Sou calorosa. Sou amor e também ódio. Sou um tempo ensolarado com previsão de chuva no fim da tarde. Previsão apenas, não se pode ter certeza absoluta em nada sobre mim. Sou incostante, volúvel, impaciente, temperamental e rígida. Mas também sou calma, sossegada, paciente, com bom humor e flexibilidade. Sorrio hoje e choro amanhã. Mudo com o passar do tempo, de pessoas, e de momentos. Mudo com a dor e também com a alegria. Sou uma nova pessoa a cada dia. Me transformo a cada final. É como se existissem vários personagens dentro de mim, só esperando a hora certa para entrar em cena
Às vezes ser fria, rude e fingir que nada me atinge seja a melhor maneira de dizer que estou aqui, que eu ligo, e que isso me atinge mais do que qualquer coisa.
Naquela manhã fria ela olhava para o céu e sorria, via que havia uma razão maior para ela estar ali de pé, olhando para aquele céu azul, com o vento em seu rosto, e essa razão maior era Deus.
NOITE
São onze horas, esta uma noite cálida, fria e sem cor
Sinto frio, os pássaros já se recolheram em seus ninhos eles já não piam mais
Única luz que ilumina é a luz da lua, lua cheia faça clarear o meu coração, pois eu já não o sinto mais bater.
Esta escuro, sinto frio, estou ficando molhado, quero voltar, quero ver o pôr do sol, quero sentir o calor do sentimento, sentimento que não tenho,
Sinto angustia, estou só ...
Quero a vida, quero retornar a viver, Deus leve-me de volta
A amizade é como uma armadura de ferro: é no fogo, na água fria e na martelada que ela toma forma e se torna forte.
Fúria fria do destino, intersecção te tudo, confusão das coisas com as susas causas e os seus efeitos, consequência de ter corpo e alma, e o som da chuva chega até eu ser, e é escuro.
“Saímos à noite, era fria e chuvosa, coração exageradamente disparado. Nos pensamentos idéias de irregularidade e culpa. Mas na carne o desejo. O bom senso deixado de lado, pois seria uma única vez. No quarto, ainda com a penumbra do amanhecer, puxei a cadeira, e lá deixei escrito sobre a mesa, meus versos de despedida.” Latumia(W.J.F.)
Vejo o cair da tarde a noite se aproxima e o medo apaga a fé em minha cama fria os fantasmas Vagueiam pelo quarto me causando espanto,Levanto-me no escuro, e em outro quarto frio eu me deito na rede,Julgando os fantasmas da cama ter deixado pra trás. Mais uma voz sussurrante me fala no ouvido há um fantasma maior do que eles, esse você não pode fugir; seu coração que sofre por quem não te ama. Surge então a lua, grandiosa, maravilhosa,Meus pensamentos comesam a vagar eu vejo você. Hó esperança que dias me tem posto um não sei o quê, que nasce não sei de onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
Boa noite.
A Morte
Oh! a saudade é fato! E tudo passa
A alma em procissão faz despedida
E na lápide fria, repousa ali recaída
Por onde o dia dos mortos devassa
Do céu os entes queridos nos espia
No chão a emoção assim despedaça
E vê ir embora, tal sopro em fumaça
Na dor da lembrança tão cruel e vazia
Tristura! por que sofrer, assim, tanto
Se no entanto tudo é apenas questão
De tempo, a vida e a morte é encanto
Paixão! deixe em paz a paz do coração
Chore! e não temas o escarpado pranto
A morte é início da prometida ascensão
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
novembro de 2018
finados, cerrado mineiro.
Araguari.
Quitério
A noite fria tirou-me o sono
aprisionou-me no quarto
estou às escuras
e o silêncio me causa enfado
Sussurro o nome de Quitério
Quitério! Quitério!
Ouço um ronronar indolente
a passos manhosos ele se abeira
silencioso, desperto, matreiro
sua noite também é monótona
Sussurro o nome de Quitério
Quitério! Quitério!
Quitério salta para os meus abraços
parece um tufo de algodão
trocamos carícias fadigados
e nos aquecemos de amor
Meu gato Quitério
tem o olhar de um fadista
Agoniza uma alma
Numa fria cela confinada
De grades de ferro
De uma rainha sem trono
Sem coração
Sem dono
Isolada num quarto frio
Onde habita
Com lágrimas
Soltas amordaçadas
Grito
Grito de quem desespera
Sangue do corpo
Onde a alma quer partir
Encontrar um abrigo
Ser livre
Sem estar comigo
Nas águas de um rio
Que reza
Caminha descalça
Vagueia sem fim
Com seu corpo desnudado
Tem frio mas não tem abrigo
Tudo nela está ausente
Treme na pele de quem já não sente
Cada lágrima cai na alma
Vive em efêmeros sentimentos
No fim veremos escrito
Na lápide da sua sepultura
jaz aqui uma rainha sem coroa
amada e desejada por todos!
Infelizmente vivemos uma política fria e calculista onde a minoria é esmagadora e a maioria é dominada pelo medo e a sensação de impunidade.
