Frases sobre Vento
O vento balança esta noite
o Pau-de-Pernambuco
e espalha as pétalas,
Eu como poeta semeio
por aí novos poetas.
O Pau-d'arco-amarelo
poético retribui com carinho
nesta lenta madrugada fria
o beijo do vento de junho
em agradecimento com flores,
E eu a cada menor sinal
seu me derreto de amores.
Escuto a Piúva-amarela
balançar com o vento
desta noite sublime,
Com contentamento
as estrelas retribuem
com um brilho que
faz lembrar do seu,
És poeta e amor meu.
Flores de Ipê-pardo
espalhadas pelo vento
no Médio Vale do Itajaí,
Não de tiro do pensamento
aqui em Rodeio desde
a primeira vez na vida que te vi,
Você é o meu melhor feito
de tudo o quê eu escolhi.
Acordei na madrugada
com a suave percussão
que vento fazia balançando
o Jacarandá-do-cerrado,
É inexplicável que o coração
continue insistente e apaixonado.
Você me faz balançar
como o vento balança
um Jacarandá florido
e assim a imparável poesia
festiva no seu destino.
Beleza de se ver em São Paulo
uma Amendoeira-do-campo
em flor as suas pétalas
florida e o vento espalhando
pela rua como quem
escreve uma bonita poesia.
O Butiá-branco
balançando
pelo vento minuano
me faz intuir que
você está chegando,
e para você decidi
ir me preparando.
Balança ao vento
o Pau-d'arco-rosa na Bahia,
Esperança segue firme
e sem limite nos Versos Intimistas
que somente me pertencem
assim como o seu amor
e a paixão nos envolvem
arrebatadoramente...
Balança com o vento
o lindo Pinheiro-caiová
pousa a Gralha-azul
e em mim a inspiração
para escrever lindos
Versos Intimistas
para espalhar poesia
dedicadas ao meu Sul.
Bailante Piuxinga ao vento
que a ventania espalha
as pétalas de igual jeito
que espalho a poesia
com os meus Versos Intimistas
para ver se alcanço algum
dia onde está amor da minha vida.
Um gentil Chimarrão decorado
com uma flor de Ipê-roxo,
O conhecido vento minuano
deste Rio Grande do Sul,
O meu lenço vermelho
conforme a tradicional pilcha,
O meu livro de Versos Intimistas
e o desejo de tê-lo na minha vida.
O vento faz dançar
as flores do Ipê-róseo
nas minhas mãos
espalhado pelo estradão,
É bom demais passear
em São Paulo e carregar
boas lembranças no coração...
Poetisa do cata-vento
de versos soprando
para que cruzem
o Oceano Atlântico,
ocupem o coração
e o teu cotidiano
em minha devoção;
De mim não haverá
regresso porque
sou a tua respiração,
os teus batimentos
e a tua inspiração.
O vento sul balança
as flores da Manduirana,
O meu coração jamais
na vida me engana:
Ele me diz que você me ama.
O vento dança o baile
junino com o Ipê-Verde
no meu caminho,
Todos os dias tenho
um grande motivo
para trazer você
com festa e carinho.
O cascateante Ingá-Feijão
balança no ritmo do vento,
Viver pede calma e urgência
e cada um tem o seu tempo,
Eu quero mesmo é que estar
sempre pronta para aprender
a todo momento e além do tempo
com amor e paz vibrantes
ocupado cada novo sentimento.
O Camboatá-Vermelho dança
um bonito baile com o vento,
Não consigo mais tirar você
do meu coração e do pensamento,
És a poesia d'alma e do sentimento.
