Sempre achei que tinha que mudar para que alguém gostasse de mim. Como se eu precisasse ser melhor e mais bonita. Mas não penso em nada disso quando estou com ele.
Não precisamos ser como o cachorro que volta ao vômito; sejamos antes aquele menino e aquela menina que um dia ousaram compartilhar sonhos e que hoje, embora reduzidos a estranhos, carregam a dor do que se perdeu e o perdão silencioso do que já não pode voltar.
Por mais ingênuo que um esquerdista possa ser [e eu acredito que exista], ao defender as ideias desse espectro político, ele apoia indiretamente, criminosos que sabem muito bem o que estão fazendo. Assim, torna-se, de certa forma, cúmplice.