Saudade tem virado estágio, estado. Tem virado rotina, dia-a-dia. Saudade tem sido a descrição de quem sou eu, do que sou. Tem sido o começo do meu dia acompanhado do fim. Tem sido o resultado por não te ter mais aqui.
Não é o tempo que cura nossas magoas amorosas, ou a saudade, é que com o passar do tempo, eles cai no esquecimento da nossa memoria. Pois quem tem aminésia sofrerás de amor hoje, e esquecerá tudo amanhã.
Uma grande saudade de nós impulsionando as vagas e nos tornado assim enigmáticos, amantes do ponto e da linha, do caminho e do riso." O último verão em Paris, crônicas, 2000