Frases sobre poesia
quando senti uma dor no peito, não pensei mais em mim, pensei em minha mãe, me senti perto do fim e ser mais um que passa, sem ainda poder fazer feliz quem realmente na vida devemos amar...
que as flores não desabrochem em meu caixão, as flores que tanto desejei nas procelas, evitem as flores e o queixume sepulcral das velas...
Meu amor se foi, estava aprisionado nos calabouços de minhas ilusões, à deriva,abandonado, pois nas ruas e em cada esquina está meu coração pra quem quiser roubá-lo.
As flores sem você outra vez, apequena a imensidão de um jardim na escuridão de uma madrugada, essa noite fria e calada estende manso itinerante de um amor sem dimensão e mais nada.
Quantas poesias lhe dediquei, quantas saudades encravadas no peito de onde se ver o sangue jorrar lentamente, quase imperceptível, que teu silêncio seja a minha oração e a minha absolvição em uma confissão sem fim.
Lampião em Uiraúna:
Uiraúna demonstrou sua força indiferente a sorte, a espingarda rezou na terra dos sacerdotes.
O sol desvairado ao meio dia,
iluminando o céu nebulento,
e a prece que no meu peito irradia,
é adoçar o meu lamento.
O fulgor que pulsa o coração,
enamora com o acaso em terno ardor,
e o que resta dessa ilusão,
é você, meu amor.
O amor é a loucura do divino, um grito apavorado, uma oração, o silêncio, a honradez sacerdotal e profana do homem...
E no cume do prazer, na sua espera inteiramente, nem pedaços pude juntar para fomar você, intervalo entre a paixão e a razão de viver.
Bem baixinho vai-se ouvindo o silêncio
si-len-ci-o-sa-men-te, mente.
E diz devagar aos gritos, len-ta-mente
mente.
Pois bem baixinho o amor vai dormindo,
e vou indo na lembrança como quem ama.
Cantando poesias de ninar, sem algo de amar
amargamente, mente, silenciosamente.
O sol rompe o horizonte com seu esplendor, e insulo amanhece principiando o alvorecer, sem lua, estrelas, em um céu guiador, para toda imensidão vermelhecer.
Ousadamente, apartado, o sol ergue o amanhecer.
As estrelas estilhaçam o céu,
A lua quase cheia amanhece a escuridão,
E desce sobre a terra um denso véu,
O prazer ente o acaso e a razão.
E o céu encobre o universo,
espargindo luzes faceiras,
reluzindo os amores controversos,
por debaixo de um denso véu de estrelas.
E no cume do prazer,
Em sua espera - desesperadamente,
Os pedaços pude juntar,
Para formar você,
Eis, pois, o intervalo,
Entre a paixão e a razão de viver.
Pelas mãos que arrancam legumes do chão
Na bravura de Maria queimando o carvão
No suor de meio dia esperançando o trovão
A vida é o hoje de um agora mais não
sou horrível, não me posso se dá ao luxo de amar e nem ser amado, não posso ter alguém pra cuidar e beijar com gosto de amor e com o prazer de dois enamorados, sou algo e mais nada...
E nas minhas buscas aventureiras, no curso de medicina, busquei entender o coração pela ciência, já que o entendia apenas pela poesia, até aprendi o ciclo cardíaco, mas, as minhas anotações revelavam apenas poesias, e poesias sem fim...
Há uma flor no horizonte -
despetalando-se - para adornar a terra vazia,
exalando o odor dos ventos a perfumar o universo,
sombreando os caminhos do sol escaldante,
A flor das ventanias, a flor dos amantes.
O sol amanhã será esplendido como o alvorecer. E as coisas vão fluindo como o orvalho que pela manhã enobrece os restos de algua coisa que morre, o que é vivo, morre.
E minhas mãos não tocaram a lua,
Mas colheu todas as estrelas do luar.
As mesmas mãos fortes e nuas,
Alcançou a sorte pelo olhar.
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