Meus próprios pensamentos me desatinam, me torturam pela inflexibilidade das verdades poéticas;
Nem a escuridão pode apagar o meu amor pela vida, que em muita das vezes me cobrou o que nunca me deu;
Perdida em seus próprios pensamentos
A tua fisionomia fala-me com
Certa confusão
Em vez de decisão!
Não se prenda
Não se abandone
Viva o agora!
Para que as suas desculpas
Seja apenas uma lembrança;
Sinto o arrepiar ao toque de suas mãos a meu corpo!
A minha pele tem desejos próprios, quanto aos teus pensamentos...
E meu corpo... Ah! O meu corpo é o puro pecado no qual te satisfaça;