A música me ensinou a ouvir com atenção, a rimar as palavras, a prestar atenção nas reações do público, a impor a voz sem desafinar e a planejar cada etapa do evento, a treinar e repetir essas etapas a exaustão. Tudo isso é aplicável a uma gestão executiva.
Existem marcas que a vida nos impõe, existem outras que nós registramos intencionalmente, as marcas da vida não podemos remover, mas as marcas que registramos tem um preço para sair.
Exercer liderança por PODER é colocar em prática mecanismos odiosos, do tipo, "Faça ou eu te mando embora"; "Se você não fizer você vai ter que arcar com as consequências"; "Ou faz, ou apanha". Enfim é uma imposição que ninguém gosta.