Frases sobre a Uniao de duas Irmas

Cerca de 151615 frases e pensamentos: Frases sobre a Uniao de duas Irmas

Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

O Homem não tem porto, o tempo não tem margem; / ele corre e nós passamos!

Agrada-nos o homem sincero, porque nos poupa o trabalho de o estudarmos para o conhecermos.

O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos.

A fortuna troca às vezes os cálculos da natureza.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Aqueles que nós definimos como os nossos dias mais belos não são mais do que um brilhante relâmpago numa noite de tempestade.

A autoridade não se consegue sem prestígio, nem o prestígio sem distanciamento.

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa e somente uma coisa que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego. O que é apego? Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

Deve-se usar da liberdade, como do vinho, com moderação e sobriedade.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

É próprio das grandes almas desprezar grandezas e almejar mais o médio do que o muito.

A nossa imaginação gera fantasmas que nos espantam durante toda a nossa vida.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

Ensinam-nos a viver quando a vida já passou.

Viver é o meu trabalho e a minha arte.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.