Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Frases para São Valentim

Cerca de 185825 frases para São Valentim

O amor é como o resfriado: se pega na rua e se resolve na cama.

Ela perguntou onde dorme o amor: lençol, cobertor que aquece o colchão.
Mas faltou dizer que, se preciso for, o amor deita no chão.

E as paixões que Pascal condenava, em primeiro lugar o amor-próprio, não são no homem simples aberrações porque o movem a agir, visto que o homem é feito para a ação.

O amor é a força mais poderosa que existe. O amor é a fruta de todas as estações.

Deus, em seu maior ato de amor, nos viu como nós éramos… quebrados, pecadores, mas cheios de dignidade e valor.

A vida sem amor não tem razão.

Todos nós, em algum momento, já dissemos entre lágrimas: “estou sofrendo por um amor que não vale a pena”. Sofremos porque achamos que damos mais do que recebemos.

Fico com medo. Mas o coração bate. O amor inexplicável faz o coração bater mais depressa.

O blando é muito mais forte que o duro. A água é mais forte que a roca, o amor é mais forte que a violência.

"Todos os amores são eternos. O que muda é a pessoa."

Aquele que usa da força física é um fraco.
O homem forte, de verdade, faz uso do amor e da razão.

As possibilidades de felicidade são egoístas, meu amor.

Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!

Mas ela já o amava tanto que não sabia mais como se livrar dele, estava em desespero de amor.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

A sabedoria não reside na razão mas no amor.

Remeta-me os dedos
em vez de cartas de amor

A mulher foi feita para amar, para sofrer pelo seu amor e prá ser só perdão.

As feridas do amor só podem ser curadas por aquele que as fez.

Ir na casa da família dela
e descobrir que sua namorada
é como se fosse o teu sogrão de saia!
#tenso

rsrs

É horrivelmente insípido, meu amor.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.