Frases Reflexivas de Amor

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Não, nunca foi amor. Era uma parada mais legal.

Seu amor cruzou o céu e passou tão rápido - nada mais amei. Foi intenso demais para que outros pudessem substituir a ti.

Livrai-me, Senhor, de tudo aquilo que for vazio de amor.

Em meio ao caos sublime da explosão sensorial
Surgiu a consciência de um amor impessoal
Celebrando a vida e a infinita dança universal
Ela envolve a todos a envolvem
Encontrando a vida ao deixar fluir o curso natural

Amor é convite; não coação. É persistência; não insistência. É elogio; não humilhação. É escolha, não encolha. É lucidez; não ilusão.

Mas amor e sofrimento são vida, e negando-se a eles você se nega a si mesmo.

Celebrar o Natal é crer na força do amor, é isto que transforma o homem e o mundo. Feliz Natal!

Meu amor não tenho palavras pra descrever o que sinto por você. Sorte que Deus inventou o dedo do meio.

O amor causa mais incêndios do que o ódio apaga.

O dinheiro vem pra confundir o amor.

Amor é um deus exilado nos corações humanos.

Quando não quiser mais abrir os envelopes com minhas cartas saberei que já decorou o meu amor.

Vidas não são tão reais quando não existe o amor. Tantos gritam pela paz, só quando não aguenta a dor.

E seja lá onde for, me olhe por favor
Não posso tocar sua pele, mas eu sinto seu amor

O que acaba com o odio é o amor.

As pessoas confundem amor com casamento.

Isso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.

"O amor perguntou ao ódio: Porque me odeia tanto??? E o ódio respondeu por que um dia te amei demais."

Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.

Ferenc Molnár
NATHAN, George Jean. The Intimate Notebooks of George Jean Nathan. Nova York: Alfred A. Knopf, 1932.

Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.

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Algo que aprendi foi que diante do amor verdadeiro, não se desiste. Mesmo que essa pessoa implore que desista.