Frases Reflexiva quem sou eu

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E eu que pensei que precisava de muito para ser feliz.

‘‘Enquanto houver desejo de recomeçar, a Páscoa ainda pode acontecer dentro de nós.
E eu também a desejo!’’

⁠Eu não sei o que é pior, aqui no Brasil, se é a alfabetização ou o alfabetizador.

Eu não me interesso por coisas sem coração.

Eu odeio coisas superficiais. E por isso tenho rancor deste mundo, pois ele é composto por coisas rasas e sem profundidade, mas adoro testemunhar a reviravolta do genuíno. Afinal, os humanos sempre estão atrás do melhor, não é?⁠

"Houve um tempo em que eu era filósofa. Eu era a maior intelectual e racionalista de todos os tempos. Dava palestras e discursava em público para todos, porém, tudo isso, era apenas na minha cabeça.


— Bruna Belchior, Endy e Edruk

Eu não persigo validação, eu construo convicção.

Não imploro espaço, eu ocupo território.

" Mais um ano. Permita que eu siga firme na busca da evolução, moral, intelectual e espiritual, no desbaste incessante para o aprimoramento da obra evolutiva, escutando no silêncio, peculiar e inquisidor,as respostas necessárias ao aprendizado ".


Márcos Frèitas

" Em silêncio eu aprendo, na humildade eu cresço, na disciplina eu me construo ".

Márcos Frèitas

Como que vou andar
conforme a lei,se nem
o básicoda Constituição,
eu não sei.

⁠Sem a esperança de uma dor ainda maior, eu não poderia suportar esta de agora, mesmo que fosse infinita.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

Eu odeio a classe média até o fim dos meus dias.

Marilena Chaui
Sou marxista pra valer, ainda odeio a classe média e não quero entrar no século 21, diz Marilena Chaui. Folha de S.Paulo, 27 set. 2025.
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Meus amigos são assim: desbocados e inconvenientes. Talvez seja por isso que eu goste tanto deles.

A primeira coisa que eu faço quando acordo é fazer um cafunezinho na minha mulher.

⁠Enquanto meus colegas brigavam com seus pais na saudável busca de identidade, à noite, eu colocava os chinelos do meu pai para andar no escuro da casa. Fisicamente não nos parecíamos, mas o som dos chinelos caminhando era igual. Matava um pouco da saudade.

⁠Suportaria eu um só dia sem esta caridade de minha loucura que, diariamente, me promete o Juízo Final para o dia seguinte?

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

O Carnaval que me desculpe,
mas eu prefiro Deus.
A alegria pode até durar quatro dias,
mas a presença de Deus, permanece quando o som acaba, quando a fantasia cai, quando tudo volta ao normal.
Eu escolho o que continua.
Eu escolho Deus.

Senhor, se for preciso que eu me quebre de novo, que seja. Pois é nos estilhaços que descubro o homem que devo me tornar.

“Eu brigo, mas na verdade nem é briga de verdade.
Eu sinto ciúme, mas não a ponto de perder a confiança.
Eu falo… mas às vezes queria saber ficar em silêncio.
Eu observo e guardo cada detalhe —
os olhares, os gestos e os suspiros que você deixa escapar.”