Frases Reflexiva quem sou eu
Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer. – Levanta, ó dono das preguiças.
Machuquei seu coração? Me perdoe, nunca foi minha intenção, sou técnico em enfermagem. Minha função é de cuidar, jamais ferir.
Você me condenou a te amar eternamente, sou um zumbi de sua paixão, um fantasma da ilusão, um vampiro em busca do sangue da sua paixão
Nunca gostei de pessoas. Nunca gostei de conversar com elas. Mas não porque sou arrogante, e sim por medo. Tenho medo de me apegar a elas, me tornar dependente delas e depois vê-las ir embora e me deixando sofrer sozinha.
Sou passional, pensativo, racional, inconsequente, sonhador, depressivo, alegre, tímido, extrovertido, momentâneo, vivo, morto e uma porção de outros termos que possam me definir num momento. Controverso? Prefiro chamar isso de humano.
Tenho a sensação horrível de que sou uma mulher gananciosa, pervertida, egoísta, apática, cínica, depravada, moralmente falida que nem mesmo pode se chamar de feminista.
Sou uma mulher
Com a essência de uma loba
De espírito livre que vive com coragem
Todos os seus tormentos
Agarrada a vida com uma garra de ferro.
Me disseram que sou estranha,
Que sou louca,
Já falaram que não gostam de mim.
E morri? - Não
Então levante a cabeça,siga em frente,
Isso vai passar.
Tudo é simples como 1+1=2. Equações como essa, x² - (p-m)x + 3p - 4m=0 me distanciam. Sou do mundo das palavras, doces, retas e diretas.
Não sou poeta,
Mas ao teu lado posso me tornar.
Amo o teu beijo,
E o meu desejo é toda hora poder te abraçar.
"Amas" ao mundo
Exceto à mim!
Aquí estou...
Mas, à tí, sou transparente!
Me olhas...
Mas, não me vês!
Rastejo...
Me pisas!
Imploro...
Me ignoras!
Te amo...
Me rejeitas!
Sei que Deus mora em mim
Como sua melhor casa.
Sou sua paisagem,
Sua retorta alquímica
E para sua alegria
Seus dois olhos.
Mas esta letra é minha."
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(PRADO, Adélia. "Direitos Humanos" In Poesia Reunida, pg. 345 (Ed. Record - 2015)
