Sou de muitas palavras, e poucas fazem sentido. Sou de muitos actos, e poucos são correctos. Sou muito eu, e pouco o que as pessoas esperam. Sou o incerto do correcto, o confuso da ordenação. Sou o que eu próprio não entendo.
Sou aquilo o que quero ser e não adianta tentar me rotular, pois de tempos em tempos me reinvento conforme o que vou aprendendo ao viver, logo, não vejo como um rótulo possa me cair bem!
Do que me adianta ser o que não sou?
Por debaixo dessa pele humana, aos poucos envelhecendo, curando/criando cicatrizes, tem uma alma ingenua, insegura no falar, e totalmente imperfeita nos seus atos.