Frases Reflexiva quem sou eu

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Eu não suporto a saudade que tenho de mim ocupando espaço em você.

Estou aqui, Senhor. Eu orei, acreditei, vivi e venci. Abençoados são os que têm fé e confiam em Deus.

Só eu sei que cheguei a humildade máxima que um ser humano pode atingir: confessar a outro ser humano que precisa dele para existir. E no momento em que se confessa a precisão, perde-se tudo, eu sei.

Como eu queria agora ir para a sua casa, deitar na sua cama, ouvir a sua voz, esquentar meu pé na sua batata da perna.

❝ E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade dessa coisa que eu não sei o que é.

Porque eu me sinto com esse gostosinho no peito vinte e cinco horas por dia. Me explica?

Entre mim e a vida há um vidro ténue. Por mais nitidamente que eu veja e compreenda a vida, eu não posso lhe tocar.

Como chegar para alguém e dizer de repente eu te amo para depois explicar que esse amor independia de qualquer solicitação (...)?

Em relação à Fotografia, eu era tomado de um desejo "ontológico": eu queria saber a qualquer preço o que ela era "em si", por que traço essencial ela se distinguia da comunidade das imagens.

É preciso rebolar para atrair uma multidão. Se eu só ficasse lá parado, cantando, sem me mexer, as pessoas diriam que poderiam ficar em casa, ouvindo os meus discos. É preciso montar um show para as pessoas.

Elvis Presley

Nota: Em entrevista

"Eu tenho a impressão que a hora que eu chorar, vai ser o choro mais triste do mundo."

"Eu queria que a gente fosse pouco mais construtivo, mais aberto as possibilidades boas. Queria que em vez de hostis e agressivos fôssemos mais gentio e *Civilizados*.

“Eu desejei não ser mais eu pra ser qualquer coisa que pudesse ser sua. (..) E eu fiquei quietinha, te esperando, rezando pra você ver que amor maior não tem.”

Gostaria mesmo que você me visse e assistisse a minha vida sem eu saber. (...) Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma.

Clarice Lispector
Montero, Teresa (org.). Correspondências. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.

...Mais

E agora que faço eu da vida sem você, você não me ensinou a te esquecer.

E eu me perguntava, quase já sem agüentar mais, sem entender tamanha entrega burra, quando isso finalmente teria um fim. Quando minha coluna ia voltar a ser ereta, minha cabeça erguida e meus passos firmes? Quando eu iria superar você?

Todo mundo tem um lado bonito. Eu gosto disso.

Eu ainda estou aqui por você, limpa, ilesa, sua.

Queria ser sobrenaturalmente forte, então eu endireitaria tudo o que está errado.

E como eu faço pra chamar a atenção de alguém que parece estar nem aí pra mim?