Frases Racionais
"Filosofia é desafiadora na lógica da feiura, porque a beleza não põem mesa, mas é anfitriã da casa cheia de plenas cores"
Contrariando o impossível, colocando a racionalidade em questionamento, talvez, ela estivesse neste momento indo até o passado para ter um breve e baita encontro consigo, algo tão inusitado quanto preciso
Manhã ensolarada de domingo, depois de trocar de roupa, abriu a porta do seu quarto e estranhamente viu sua antiga escola, da época que era apenas uma pequena menina, amável e muito sonhadora
Não sabia explicar como tudo aquilo estava acontecendo, mas olhou a sua volta e logo reconheceu aquele lugar e que havia voltado no tempo, uma mistura de um belo sentimento nostálgico com um pouco de medo
Antes de qualquer sinal de desespero, sentiu imediatamente em seu peito, a forte necessidade de encontrar o seu eu ainda criança, então, seguiu por um corredor, passando por algumas salas até o refeitório
Chegando lá, avistou um ser gracioso com o uniforme escolar, cabelos bem penteados, estava de costas, sentada, sozinha, comendo sua merenda, ela percebeu rapidamente de quem se tratava e foi até a sua mesa
Foi se aproximando calmamente para não assustá-la, mesmo assim a menina ficou surpresa e um tanto assustada, o que não demorou muito, pois olhou para aquela moça em pé na sua frente, viu algo familiar e ficou maravilhada
Então, falou “Oi, princesa, tudo bem? Posso sentar aqui para comer com você?”, a menina acanhada respondeu “Pode, moça, a senhora é a nova professora?”, Ela “Digamos que sim, já que falarei algumas coisas que poderão servir de lição pra sua vida!”
A menina ficou um pouco confusa, entretanto, ficou muito atenta para o que aquela “professora” tinha a dizer, assim, ouviu “Você precisa prestar muita atenção nas minhas palavras, considerando que acredito que não agora, porém, um dia farão muito sentido”
“Está certo”, então, ficou parada ouvindo “Você é uma menina maravilhosa, inteligente, muito amada por seus pais, não fique se comparando com os outros, tenha cuidado com as pessoas, nem todas querem o seu bem, fique perto daqueles que trazem paz”
E emocionada, respirou fundo e continuou “Não deixe que gente chata ou maldosa tire a sua vontade de sorrir, você tem muitas qualidades, várias razões para ser uma menina grata e feliz, uma grande bênção de Deus, muito mais do que já quis”
Por fim, falou “Sei que ama girassóis, portanto siga o exemplo e que a luz do amor seja o seu sol, mas também seja uma flor de cerejeira, renove suas esperanças, a sua beleza, inclusive, a do seu interior, mantenha a sua feminilidade e nesta vida passageira, que sempre faça parte o amor.
Secou suas lágrimas, deu um abraço bem forte em si mesma e foi embora enquanto a menina a observava, seguiu na direção daquela porta do início, abriu, em seguida, acordou, pensando se foi verdade ou se tinha sonhado um sonho nítido, todavia, ela nunca vai esquecer daquele lindo encontro consigo.
✍🏻Se a vida tem uma lógica, é essa; em cada passo dado, um novo passo é criado de acordo com a sincronicidade dos pensamentos em virtude de sermos todos energeticamente interligados.
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O sentido do caminho não está apenas no destino, mas na coerência entre aquilo que pensamos, dizemos e praticamos.
A ausência de lógica na sabedoria divina e a simplicidade do evangelho muitas vezes levam as pessoas vaidosas intelectualmente a menosprezá-las.
O mundo me ensinou que devemos seguir racionalmente. Que ninguem te deve nada, muito menos responsabilidade afetiva. E se você não aprender a se proteger sozinha, ninguém fará isso por você. Talvez o melhor remédio seja sorrir, mesmo com o coração partido. A dor já me visitou várias vezes, mas minha força é inabalável, aprendi a florescer mesmo em meio aos espinhos. Isso afasta olhares atentos à nossa vulnerabilidade.
Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.
Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.
Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.
Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.
E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.
A coerência não se constrói em palavras soltas, mas em atitudes firmes. Quem vive o que defende não precisa de discursos longos, porque sua postura fala mais alto do que qualquer frase ensaiada. A verdade não se sustenta em máscaras: ela se revela na constância, na coragem de manter-se fiel mesmo quando é mais fácil ceder.
O observador atento distingue quem apenas fala de quem realmente acredita. O discurso vazio é frágil, cai diante da primeira contradição. Já a prática coerente é sólida, atravessa o tempo e se torna exemplo. Não há espaço para dúvidas quando a vida confirma o que anuncia.
Existe uma explicação bem lógica para, cedo ou tarde um homem que vive às custas de uma mulher vir a espancá-la: Ele não a respeita e sabe que ela própria não se respeita. Sendo assim, acaba ficando indignado por ela não ficar indignada com ele. No fim das contas, a indignação do indivíduo cresce, pela certeza de que o jeito é se conformar, porque afinal, para trocá-la por uma mulher honrada ele teria que se tornar um homem também honrado.
Todo raciocínio é lógico, mas nem todos têm aplicação para atingirem o objetivo esperado.
Derci J. Flores.
Lealdade não é permanência cega nem fidelidade ao erro; é coerência silenciosa entre palavra, gesto e ausência. Revela-se quando o interesse não vigia, quando não há plateia nem recompensa. O desleal abandona ao primeiro custo; o leal permanece até onde a dignidade permite — e nunca além de si.
Entre o delírio e a lógica
segue a mesma pulsação:
a lucidez é ferida,
e viver é insurreição.
William Contraponto
Apagão.
O apagão da alma se inicia quando o sentimento sobrepõe o racional.
É aquilo que se sente e não se pode explicar, que fica no âmago do ser humano.
Como a embriaguez, a raiva, o ciúme, o amor, que não se pode tocar nem entender e nem se deve.
É a sensação da madrugada, do vento frio, das promessas e lembranças.
É aquilo que não se pode fugir nem se refugiar.
O apagão da alma é se deixar levar pela falta da razão e pela sensação em si, não necessariamente o toque ou o físico. São flashes que trazem à vida o íntimo do indivíduo.
É como o amor, êxtase. Inexplicável e indivisível, individual. É o sorrir na madrugada com o "pensamento nas nuvens", o sussurrar silencioso das memórias e a saudade que bate no peito sem hora prevista ou explicação.
Se caracteriza como aquilo que não se controla, que é bom e mortal, uma vez que machuca no silêncio e na mesma intensidade que alivia.
É você.
É seu jeito, seu rosto, sua voz,. É sua melodia e seu falar. É o que me tira a sede e me falta o ar, é encanto.
"O engano travestido de verdade
Só é desnudo por um exame racional.
Paulo escreveu que nossa fé é racional
Se tomamos a Palavra como base
Crês no Deus das escrituras
E duvidas das escrituras de Deus?
Ó homem de mente vacilante
Ignorarás os ensinos seus?"
A escolha pelo veganismo não é apenas alimentar, mas existencial. É uma ruptura com a lógica da dominação.
Ser bom não é ser santo, ser bom é ser coerente, ter boa conduta não é mostrar, ter boa conduta é agir com percepção.
