Frases Racionais
As vidas são as mesmas, e ninguém nasce para ter uma aparência agradável aos olhos de quem quer que sejam e nem tendo que agradar ninguém. Mas alguns muitos filhos das putas, acreditam que merecedores a vida ou viver, tem que atender aos seus critérios estéticos. O inferno somos nós com certeza.
Se todo dinheiro gasto por nações para comprar um poder de causar MORTES, não haveria tantos passando necessidade estando MORTOS em VIDA.
O dinheiro só é necessário é para viver em sociedade, porque fizeram delas um ecossistema artificial para em incivilidade estarem os que estão a roubar, matar, fingir, enganar e fazer coisas impuras por causa dele, e como dublês de ricos, ficar estando querendo ter ou morrer tentando.
Bastante voltar a uma vida selvagem, que todos seriam totalmente libertos, sem leis para proteger os que se tornaram CANALHAS vivendo sendo produtos do meio, e assim voltaríamos a ser somente humanos e de verdade, sem estarem presos a cadeados mentais impostas por dogmas religiosos, que também tem os seus e precisam de dinheiro,pois incentivando a terem mais que o necessário, mataram a necessidade de procurar ser mais o que ele não compra.
Paciência tem limites e todos tem um botão do foda-se, ignorar é uma das mais importantes sabedoria para se viver, a outra é o distanciamento social, porque o que não é visto não é lembrado.
Só que vivemos em sociedade, então civilidade é ter respeito, humildade, compaixão e empatia. Arrogância não é algo que deva ser tolerado. Se não sabendo viver em grupos sem estar a ofender e menosprezar, decerto está num lugar errado.
O maior erro é aceitar a maneira que algumas pessoas nos tratam, e achar que isso é o jeito delas. Só que vivemos em sociedade, e civilidade é ter respeito humildade, compaixão e empatia. Arrogância não é algo que deva ser tolerado, se não sabendo viver em grupos sem estar a ofender e menosprezar, decerto está num lugar errado.
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O que mais vemos as pessoas fazendo, são os em maioria que assim levam e tocam o gado. Então, não fazendo parte dessa maioria, seriamos CANALHAS a menos vivendo em sociedade, fazendo cada um a sua melhor parte.
A vida é uma para cada um, e se cada um fizer o melhor para si mesmo, decerto será para o mundo também, onde é graças aos que nele estão em maioria assim são.
Somos ação e reação, causa e efeitos, escolhas e consequência. Somos o que viermos a pensar e fazer. Portanto, tudo que você pensa, faz e vive é o que você se torna.
É que eles, uns marionetistas e titereiros, acham que o país todo é formado por otários influenciáveis e manipuláveis facilmente, apesar de estarmos no fluxo da manada, onde imbecilizados políticos e religiosos bajulam aqueles que estão no poder.
Todos temos inimigos, mesmo sem fazer ou declarar isso a alguém . O mas importante é você não fazer inimizades ou ser declarar se inimigo alguém.
Dorminham os religiosos imbelicizados políticos nas camas que lhes fizeram e puseram em suas cabeças para como num berço EXPLENDIDO, ficarem deitados eternamente esperando a volta de um jesus Cristo. Até porque, esperar em pé cansa.
Mentiras deveriam ser tipificada como um crime. Com certeza isso faria muitos se conterem. Aí no tribunal eles só teriam que responder a seguinte questão. PROVE! Iríamos vê acabar muitas COISAS que fazem pessoas tirarem proveito de outras por causa disso também.
Mentir para si mesmo é sempre a pior das mentiras. Você pode enganar alguém por algum tempo, mas não por tanto tempo. Ninguém é tão inteligente para ser capaz de sustentar uma mentira indevidamente porque da consciência ninguém esconde NADA.
Não acredito em deuses, mas, para mim, andar de forma reta, certa e correta, na medida do possível, é estar em equilíbrio ou sintonia com algo que nos torna seres humanos melhores. Quero ser melhor para mim mesmo e, se o melhor professor é o exemplo, então que o meu melhor irradie e inspire aqueles que estão ao meu redor. Afinal, ações falam mais alto do que palavras lançadas ao vento pelas bocas de quem não faz absolutamente nada.
Os negacionistas são como os religiosos: temem abrir as cortinas do mundo real e enxergar além de suas crenças. O medo de ver seus mundos ilusórios desmoronarem os leva a sustentar essas ilusões com mentiras, enganando a si mesmos — a pior de todas as mentiras.
Mente fragmentada…
A mente que se recusa a reconhecer o outro como sujeito pleno de existência, que tudo reduz à extensão de si mesma, opera em um vazio relacional que desregula e fragmenta o ambiente ao seu redor. Essa estrutura psíquica, profundamente imatura, é marcada por uma fixação infantil no centro do próprio universo, como se o mundo fosse um espelho a refletir incessantemente suas demandas, desejos e fragilidades. Não há, nesse espaço interno, uma verdadeira alteridade; há apenas ecos de um vazio profundo, preenchido pela constante necessidade de validação externa.
A terapia, ao se deparar com esse funcionamento, frequentemente vê-se diante de um enigma: como dialogar com alguém cuja capacidade de estabelecer uma relação genuína é severamente comprometida? O erro comum é tratá-los como adultos, como sujeitos capazes de introspecção madura ou de firmar pactos terapêuticos baseados em metas compartilhadas. Isso é ilusório. O que se enfrenta, na verdade, é uma dinâmica emocional estagnada em uma idade mental muito precoce, onde a raiva, a frustração e a incapacidade de lidar com limites predominam.
As reações das pessoas ao redor tornam-se, então, o principal instrumento de observação. Esse funcionamento psíquico desregula os outros porque demanda, incessantemente, que tudo orbite ao seu redor. O caos criado não é acidental; é parte intrínseca da dinâmica. A terapeuta, ao tentar impor racionalidade ou estabelecer estratégias adultas de diálogo, não apenas falha, mas se torna vítima dessa desregulação, entrando no jogo confuso de manipulação e frustração.
O caminho, então, não está em alianças ou acordos, mas em uma abordagem que reconheça a infantilidade emocional presente. É necessário recorrer às ferramentas da psicologia infantil e das terapias de trauma. Tratar essa mente como se fosse uma criança de três anos não é uma metáfora depreciativa, mas uma estratégia realista. A explosão de raiva, o rompimento abrupto, o desprezo pelas regras de interação madura — tudo isso são expressões de uma psique que opera em um registro de sobrevivência primitivo, onde não há espaço para a verdadeira reciprocidade.
Portanto, insistir em abordagens convencionais, baseadas em diálogos racionais e estruturados, é não apenas infrutífero, mas também ridículo. É preciso reconhecer que o terreno onde se pisa é o de uma mente fragmentada, incapaz de sustentar os pilares da comunicação adulta. A terapia, nesse contexto, não deve buscar acordos, mas sim trabalhar com paciência, limites claros e, acima de tudo, a compreensão de que está lidando com feridas profundas que ainda não cicatrizaram. É um campo de batalha onde a maturidade do profissional é testada a cada momento, diante de uma estrutura psíquica que, para se proteger, não hesita em destruir tudo ao seu redor.
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