Frases Racionais
“Nas ações e nas palavras, se os homens agissem de maneira coerente, todos seriam beneficiados em seus negócios e relacionamentos.”
A alma se manifesta no mundo racional, emocional e espiritual,lapidada por sentimentos inúmeros, o caráter
humano.
O verdadeiro culto racional é aquele que todos
os discípulos de Cristo têm as mesmas igualdades no reino de Deus.
O culto racional, na comunhão de todos os santos com Deus, ainda que seja regional, passa a ser também universal, porque um só é o seu coração.
Eu criei uma logica na minha cabeça que todo mundo era mau, quando percebi eu estava mau. Decidi ser bom, e todos se tornaram bons.
Racionalidade, leveza, paz, consciência, padrões claros e esclarecidos, expectativas e desejos revelados, metas estabelecidas, coragem ativada, medo rejeitado, sinceridade sempre, paciência pra criar desejo e sentimentos bons, dedicação para manter, a paz de estar com a última pessoa do mundo e a pessoa te olhar com os olhos brilhando e te verbalizar que sente o mesmo, é aquele pensamento de querer rir de histórias juntos quando estiver velhinhos, isso é uma das fórmulas do amor.
Indiferença gera indiferença. E essa lógica não é sobre seu comportamento, é física aplicada na vida. A única solução para todos os seus problemas é o amor.
Dificil é querer entender a lógica duma coisa, sabendo que o que pensámos sobre a mesma não tem lógica.
Quando os sentimentos oferecidos a alguem ultrapassam a barreira da lógica nas nossas vidas, é porque não é mais sentimentos, é amor.
"Precisamos entusiasmar os Politicos Coerentes* e a Nova Geração para que façam Parte da Politica(Rio/Maior) e não da Corrupção(afluente/Inutil)."
"O preocupante é darmos lugar aos 'Corruptos' e Afastarmos da (Real/Definição), que tem a Política e também da sua (Nova Geração)."
"Graças! No fundo no fundo, amamos a Política¹, mas jamais devemos ser conivente com a 'CORRUPÇÃO', cuja é subtema(Política). É preciso o Tema¹."
Vida Sem Lógica
Hoje uma maravilha invadiu meu sentimento,
A alegria ocupou seu espaço e mudou meu semblante,
Destruindo de vez a lógica do meu pensamento,
Conduzindo-me pelos caminhos de um iniciante.
Que loucura caminhar por terrenos diferentes,
Saltitar sobre pedras, poeiras e lamaçais,
Muita das vezes até caminhar entre serpentes,
Em noites escuras sem lua e sem castiçais.
Mas tem um inseto que ilumina o campo,
Dando-nos tranquilidade para caminhar,
Chamamos de amigo esse velho pirilampo,
Que vem colaborando para a lógica encaixar.
Jamais imaginaria tanta dificuldade,
Percorrendo essa imensa distância,
Trafegando muito fora da realidade,
Numa situação total de inconstância.
Mas não muito tempo demorou,
Percebi que o dia começou clarear,
Bem longe escutei que o galo cantou,
E ouvi o som do carreiro a carrear.
O gado seguindo para a ordenha,
No estábulo já estava o leiteiro,
Separando das demais a vaca prenha,
Que eram retiradas pelo campeiro.
Assim percebi que voltava ao normal,
Mesmo atravessando pântanos e açude,
Se transformando em algo natural,
Que veio comprovar a minha juventude.
Conduzindo-me a grande experiência,
Fazendo passar por tanta dificuldade,
Obrigando-me a agir com diligência,
Assim conseguindo a minha liberdade.
Du’Art 24/05/2015
A literatura é a forma mais coerente de se dizer o que se pensa.
Se queres ganhar um inimigo diz o que pensas, dizia Luther King.
A escrita vivia num tempo de falta de liberdade, num tempo controverso.
Provavelmente era uma forma de expressar que rompeu barreiras e hoje podemos dizer o que pensamos.
Quando vossa fútil lógica deixar de fazer sentido abra um sorriso, terá dado uma passo para perto dos bons homens.
Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.
Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.
Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.
Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.
E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.
