A Musa Imortal,
Que moveu as montanhas,
Mobilizou o olhar das Multidões.
Deusa das Expressões,
Inspirou a cultura dos povos,
Transfigurou-se nos versos das Canções.
Menina flamejante,
Metamorfose dos sentidos,
Transmutando sentimentos,
Movimentos, emoções em tecidos.
Coreógrafa exímia
De devaneios absurdos,
Bailarina dos Sonhos,
Conquistadora de Mundos.
Menina flamejante,
Deusa das Expressões,
A Musa Imortal,
Conquistadora de Mundos.
Ninfa feroz,
A Diva dos Mares,
Dos Oceanos a Vênus,
Conquistadora de Mundos.
As religiões são a prova irrefutável da capacidade e competência criativa do ser humano para inventar, seu potencial inquestionável de imaginar o impossível, justificar o improvável e tecer absurdos.
A prudência não foi vista
Recentemente,
Os excelentíssimos
Desarticularam-se.
Na cédula pomposa
Elegeríamos cardápios,
Opções que limitavam-se
A nenhuma alternativa.
Uma bela dor,
Mostra quem fomos,
Então a bela dor,
Mostra onde estivemos.
Agradeço esclarecer-me
O que foi péssimo,
Sem tuas agressões
Banhadas de exageros,
Eu não distinguiria
Quais receios são sinceros.
Nossas opções
Quase sempre limitaram-se,
A pouca ou nenhuma alternativa.
Das várias desavenças,
Entre ímpares e pares,
Na vasta sorte de azares,
Pinçamos perspectivas.
Rendendo as persianas
Poeirentas e espessas,
Que obstruíram
Nossos raios singulares.
Do conforto aconchegante
Nas torrentes violentas,
Pincelamos três ou quatro
Ladrilhos memoráveis,
Que a cada metro cúbico
Enquadrado,
Compôs em tons instáveis
Teu mosaico.
Colorações, tonalidades,
Entretons e gradações,
As encrencas contrastadas,
Por simplórias ostentações.
Olfato, tato e paladar,
Tentativas intrincadas,
De vistosas tentações.
Estupenda
Plantação
De equívocos,
Triunfos e deslizes.
Não há Felicidade sem Liberdade, não há Liberdade sem Educação, não há Educação sem Igualdade, não há Igualdade sem Justiça Social.
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