O bem, o bom, o certo, está à mercê da necessidade, vontade e julgamento do indivíduo ou de algum grupo. Creio que o critério da universalidade kantiana não é suficiente. A base deve ser buscada na Bíblia, em Deus.
A vida se desenha em planos, metas e esperanças. A morte, por sua vez, não pede licença — ela se infiltra nas brechas, nos instantes de descuido, nas curvas do acaso. Não é arquiteta, é oportunista. Não constrói, apenas interrompe.