Odeio quando alguém me tira o prazer do silêncio e a felicidade da "solidão", em troca me da o desprazer de falsas palavras e a tristeza de uma falsa companhia.
Quando alguém me pergunta "posso dizer o que penso?" sobre alguma coisa que eu falei, escrevi ou até da minha aparência, imediatamente digo não. Quem quer elogiar não pede permissão e por mim, não aceito desculpas antecipadas.
Diferente de pessoas materiais, quem valoriza alguém que não tem nada óbvio aos olhos a oferecer encontra nesse alguém tesouros sem preço enterrados no coração.