Eu finjo também que penso, quando na verdade eu bem mais que desejo, a sustentabilidade das palavras, não me refiro a estruturas espirituais, de ética ou moral. Preciso que cada palavra que escrevo se transforme em roupa, comida, o recibo do meu pagamento do aluguel de fim de mês.
De cada palavra que sai da boca, nem sempre é bem-vinda ao determinado destino, muitas vezes falamos algo que na verdade não devemos expressar. Muitas crianças aprendem coisas que não devem através de nos mesmos.