Frases intensas que lembram que a vida é agora
Existem pessoas que entram na nossa vida como quem acende uma luz pequena na escuridão. Elas não resolvem todos os nossos problemas; não afastam a noite num passe de magia e não prometem milagres imediatos, mas elas ficam, e ficar, às vezes, é tudo o que nos salva.
A vida é tão estranha. Pessoas fazem juras de amor, nosso nome perde o lugar para os adjetivos carinhosos, e depois o nosso nome passa a ser entoado quando alguém na relação já traçou o caminho do fim, e já se vê em outra história, enquanto o outro ainda está tentando.
Há pessoas que passam a vida questionando por que alguém sabe tanto, quando poderiam perguntar a si mesmas por que estudaram tão pouco.
Aquele que constrói uma vida interessante não precisa transformar o relacionamento em seu único acontecimento extraordinário.
A vida não deve ser medida pela quantidade de pessoas que desejam permanecer conosco, mas pela qualidade da pessoa que conseguimos ser quando ninguém está olhando.
Quem vive para corresponder às expectativas alheias pode chegar ao fim da vida com uma biografia impecável e uma identidade inexistente.
Algumas pessoas procuram relacionamentos para escapar da própria vida; outras constroem uma vida da qual um relacionamento pode participar sem precisar resgatá-la.
Há pessoas que passam décadas construindo uma vida socialmente admirável apenas para descobrir, no silêncio da noite, que nunca perguntaram se aquela vida lhes pertencia.
Não existe liberdade sem responsabilidade: quem deseja escolher a própria vida precisa aceitar também o peso de não poder culpar permanentemente alguém por ela.
Não espere que a vida se torne tranquila para começar a vivê-la; a tranquilidade que você espera pode nunca chegar, enquanto o tempo que você desperdiça esperando jamais retornará. Há uma forma silenciosa de morrer: continuar adiando a própria vida até que o futuro se torne passado.
Não é a brevidade da vida que nos condena, mas a facilidade com que entregamos aos outros aquilo que jamais poderemos recuperar: o nosso tempo.
Enquanto esperamos que a vida finalmente comece, o tempo, indiferente às nossas hesitações, transforma cada adiamento em passado.
Passamos grande parte da vida aprendendo a sobreviver às circunstâncias e somente tarde percebemos que ainda precisávamos aprender a viver.
Aprendemos a viver somente quando compreendemos que a vida não é um ensaio para algum momento posterior em que finalmente estaremos preparados.
A morte não é uma interrupção arbitrária da vida, mas o limite que confere à própria existência a urgência de ser vivida.
O homem livre não pergunta qual vida será mais admirada; pergunta qual vida poderá habitar sem vergonha diante da própria consciência.
Começa a viver antes que a vida termine: não deixes que o futuro imaginado consuma o presente real, pois cada dia desperdiçado desaparece sem deixar ao homem uma segunda versão de si mesmo para recuperá-lo.
